
O ar em Rio Branco atingiu níveis alarmantes na primeira quinzena de agosto, superando até mesmo a poluição enfrentada por grandes metrópoles como São Paulo. Enquanto a capital do Acre registrou um Índice de Qualidade do Ar (IQA) que chegou a 149 e atualmente está em 119, São Paulo, conhecida por seus problemas de poluição, tem mantido níveis de IQA geralmente entre 70 e 90 nos últimos meses.
O principal poluente em Rio Branco, o material particulado fino PM2.5, está em concentração de 46,58 µg/m³. Esse valor é consideravelmente superior ao observado em São Paulo, onde os níveis de PM2.5 variam em torno de 20 a 30 µg/m³, dependendo das condições climáticas e da estação do ano.
Enquanto São Paulo, com sua vasta população e intensa atividade industrial e veicular, enfrenta constantemente desafios para manter a qualidade do ar em níveis aceitáveis, Rio Branco, uma cidade menor, está sofrendo com níveis de poluição ainda mais graves. A poluição em Rio Branco tem sido agravada pelas queimadas na Amazônia e pela falta de chuvas, tornando o ar mais tóxico e perigoso, especialmente para grupos de risco como crianças, idosos e pessoas com problemas respiratórios.


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