Rio Branco
27°C
quarta-feira, 1 de julho de 2026
17:58

Acreanos tem expectativa de vida de 74,5 anos, abaixo da expectativa nacional

A tábua de mortalidade projetada para o ano de 2018 forneceu uma expectativa de vida de 76,3 anos para o total da população, um acréscimo de 3 meses e 4 dias em relação ao valor estimado para o ano de 2017 (76,0 anos).

Para a população masculina o aumento foi de 3 meses e 7 dias, passando de 72,5 anos para 72,8 anos, em 2018. Já para as mulheres o ganho foi um pouco menor, em 2017 a expectativa de vida ao nascer era de 79,6 anos se elevando para 79,9 anos em 2018 (exatos 3 meses maior).

Em alguns outros Estados do país, a média para a expectativa de vida não alcançou a média nacional. No Acre, por exemplo, a expectativa de vida para a população é de 74,5 anos. A maior expectativa de vida ao nascer para ambos os sexos é de Santa Catarina, onde, os homens têm uma expectativa de 76,4 anos e as mulheres 83,0 anos.

A esperança de vida para homens e mulheres também tem diferenças, a população masculina do Acre tem uma expectativa de vida de 71,3 anos e a população feminina 78,1 anos. No Estado, segundo a tábua de mortalidade, a probabilidade de uma criança não completar seu primeiro ano de vida são de 15,8 óbitos de crianças menores de um ano para cada 1.000 nascidos vivos.

A maior probabilidade de uma criança não completar seu primeiro ano de vida é no Estado do Amapá, onde, 22,8 óbitos de crianças menores de um ano para cada 1.000 nascidos vivos, a menor taxa é de Santa Catarina com 8,1 óbitos.

A expectativa de vida de uma pessoa nascida no Brasil registrou em 2018 um aumento de três meses e 4 dias em relação ao ano anterior e passou a ser, em média, 76,3 anos. A expectativa para os homens subiu de 72,5 anos em 2017 para 72,8 anos em 2018. Já as mulheres saíram de 79,6 para 79,9 anos.

Os dados fazem parte da Tábua Completa de Mortalidade para o Brasil – 2018, divulgada nesta quinta-feira, 28, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa apresenta as expectativas de vida às idades exatas até os 80 anos, e são usadas como um dos parâmetros para determinar o fator previdenciário, no cálculo das aposentadorias do Regime Geral de Previdência Social.

Expectativa de vida

Nesses quase 80 anos também houve avanço na expectativa de vida de quem nascia no Brasil. O aumento foi de 30,8 anos, chegando a 76,3 anos. Em 1940, a média era de 45,5 anos, sendo 42,9 para homens e 48,3 anos para mulheres.

Nas duas décadas seguintes, houve praticamente a redução pela metade na taxa bruta de mortalidade, que é o número de óbitos de um ano dividido pela população total em julho daquele mesmo ano. Esse índice caiu de 20,9 óbitos para cada mil habitante para 9,8 por mil. A expectativa de vida ao nascer em 1960 era de apenas 52,5 anos.

Ao completar 50 anos em 1940, a pessoa tinha expectativa de vida de 19,1 anos, vivendo em média 69,1 anos. Mas conforme o IBGE, com a queda da mortalidade no período, um mesmo indivíduo da mesma idade, em 2018, teria uma expectativa de vida de 30,7 anos, esperando viver em média até 80,7 anos, ou seja, 11,6 anos a mais do que um indivíduo da mesma idade em 1940. (Com informações Agência Brasil)