Uma das primeiras medidas do presidente da república Jair Bolsonaro foi assinar o decreto aumentando o salarial mínimo em R$ 44 o documento fixou o novo salário mínimo em R$ 998 antes o valor era R$ 954. O JORNAL OPINIÃO pesquisou o que é possível comprar com esse valor.
Apesar da elevação ter sido abaixo do que permitia o orçamento da União, deixado pelo então presidente da república Michel Temer, o valor reajustado pode fazer a diferença na hora da compra de alguns itens como por exemplo remédios analgésicos que normalmente as pessoas costumam ter sempre em casa.
A auxiliar de farmácia Joelma Mesquita explica que com o valor do aumento é possível comparar os remédios mais procurados. “Os remédios que as pessoas mais procuram são os analgésicos, antiflamatório e relaxante muscular, estes dá pra comprar vários”.
Fizemos uma rápida pesquisa de preço em algumas farmácias de Rio Branco, com o aumento no salário daria para comprar em média dez cartelas de analgésico, dois antiflamatório e mais dois relaxantes musculares.
O valor também permite comprar o suficiente para uma refeição completa, uma passada no supermercado e o consumidor poderia levar para casa, cinco quilos de arroz (em média R$ 13,00) um frango congelado pequeno (em média R$15), feijão (em média R$5) e ainda sobra dinheiro para a salada.
Trabalhador sem otimismo
A trabalhadora Rosangela Carvalho disse não ficar tão otimista, pois segundo ela, apesar de ficar feliz com aumento do salarial, não dá para comemorar porque junto com ele vem a alta nos preços do produto.
“Eu gostei do aumento, apesar de pequeno, todo aumento é bem vindo, o problema é sobe o salário e os preços das coisas sobem muito mais, aí não adianta nada”, disse.
A preocupação da dona Rosangela também é a mesma do José Fernandes. “A gente fica que ganha um salário mínimo fica alegre quando tem um aumento, mas logo em seguida aos produtos aumentam de preço, acaba não faz tanta diferença”, desabafou.


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