O educador físico acreano Anderson Onofre, que morreu na última terça-feira, 8, após um acidente em uma praia de Fortaleza, no Ceará, deve ser sepultado nesta quinta-feira, 10, em Rio Branco. O educador físico de apenas 33 anos morreu depois de sofrer um acidente enquanto praticava o esporte aquático kitesurf em uma das praias da capital cearense. De acordo com a família,o rapaz tinha se mudado para a cidade há dois anos para trabalhar como personal trainer.
A irmã do educador, a servidora pública Ana Paula disse que na quarta-feira, 9, a mãe e outra irmã do educador chegaram em Fortaleza para a liberação do corpo. “O pessoal da igreja está dando toda assistência e resolvemos fazer uma vaquinha para poder pagar o traslado de Fortaleza para cá, e custear os demais gastos. Minha mãe e minha irmã chegaram ontem para liberar o corpo e a previsão é que eles cheguem em Rio Branco às 22h30 desta quinta, 10”, contou ela ao portal G1 Acre.
O enterro de Onofre será realizado no Cemitério Morada da Paz”. Ainda de acordo com a irmã, a família recebeu a notícia por meio de amigos da vítima. Eles contaram que o rapaz perdeu o controle do equipamento durante a prática do kitesurf após uma rajada de vento, onde ele foi arrastado e acabou batendo a cabeça contra uma pedra. Onofre sofreu traumatismo craniano.
O kitesurf é um esporte em que o praticante surfa puxado por uma vela conectada ao corpo por linhas e uma barra de controle. A prancha fica presa nos pés. Ana Paula disse em entrevista dada o G1 Acre, que ela recebeu uma ligação de amigos de Onofre em Fortaleza avisando que ele tinha sido levado em estado grave para o hospital. “Ele praticava esse esporte e, geralmente, ia depois do almoço quando não tinha que dar aula”, declarou detalhando um pouco do acontecimento.
“Alguns amigos dele entraram em contato com a gente pelo Instagram e falaram que ele tinha sofrido um acidente gravíssimo, que tinha batido a cabeça e estava no hospital. Eles já sabiam que ele tinha falecido, mas não tinham coragem de contar por telefone. Até que um ligou, falou comigo e com minha irmã e contou. A gente não sabe dizer o horário do óbito”, acrescentou a irmã. Para ajudar a custear o traslado de Onofre, a família fez uma vaquinha nas redes sociais pedindo ajuda. Somente o traslado custou cerca de R$ 7 mil, fora passagens, velório e o enterro.


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