Dados foram divulgados na manhã de ontem (9) e refere-se às mortes violentas registradas em 2017
Na manhã desta quinta-feira, 9, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgou dados sobre mortes violentas em 2017 mostrando que o Acre está agora na segunda colocação no ranking dos Estados mais violentos do Brasil, perdendo para o Rio Grande do Norte, que tem o maior número de mortes violentas por 100 mil habitantes: 68. O Acre, o segundo colocado, tem pouco menos: 63,9. Já o Ceará é o terceiro com 59,1. Pernambuco atingiu 57,3 e foi o quarto da lista. Alagoas fechou o ranking dos 5 mais violentos com a taxa de 56,9. Sergipe aparece em sexto com 55,7.
O 12º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, produzido anualmente pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, informa que são as seguintes: homicídio doloso, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e confronto. Com uma redução de 12,9%. Sergipe saiu da primeira para sexta posição no ranking. Entre as capitais, Aracaju sai da liderança e vai para a sétima colocação.
Entre as capitais, Aracaju saiu do primeiro lugar para o sétimo, com uma taxa de 55,7. A cidade sergipana teve uma redução de 20,4% -e Rio Branco assumiu a liderança com 83,7 mortes por 100 mil habitantes. Fortaleza é a segunda colocada com 77,3. Belém ficou em terceiro com 67,5 e Natal logo em seguida com 67,2. Macapá fechou a lista das cinco capitais mais violentas com 65,9.
No último ano disparou também a quantidade de mortos pela polícia. Foram 5.144 em 2017, 14 mortos por dia, 20% acima do ano anterior. Ao mesmo tempo, caiu o número de policiais mortos em 4,9%. Foram 367 no ano passado. A violência contra a mulher também aumentou. O país registrou 60.018 estupros em 2017, 8,4% acima do que registrou no ano anterior. Mais mulheres também morreram: foram 4.539.
Os números relacionados ao Acre apenas confirmam a realidade. Diariamente as cidades são assoladas por crimes de toda ordem, mas principalmente os assaltos, furtos e as execuções levam pânico à população. Muita gente mudou de hábito, já não saem mais à noite a não ser em situações seguras e andam desconfiando de tudo.


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