O que um dia foi uma conquista para a comunidade, hoje se transformou em um símbolo do descaso das autoridades municipais. As academias ao ar livre, presentes na praça principal do Piquiá e na orla de Boca do Acre, estão em estado de abandono e deterioração, com aparelhos quebrados e inoperantes. O que era para ser um recurso acessível e democrático para a prática de exercícios físicos tornou-se mais uma das marcas do abandono da prefeitura em relação aos equipamentos públicos.
Os moradores, que antes viam nessas academias uma oportunidade de cuidar da saúde sem custos elevados, agora se veem frustrados diante da situação precária dos equipamentos. A falta de manutenção compromete não apenas a segurança dos usuários, mas também a eficácia dos exercícios realizados, tornando-os muitas vezes impossíveis de serem executados.
A população, principalmente aqueles que não têm condições de arcar com os altos custos de uma academia particular, cobra das autoridades municipais medidas urgentes para reverter esse quadro de abandono. Para muitos, as academias ao ar livre representam não apenas um espaço para atividades físicas, mas também um local de convívio social e promoção da saúde.
Diante da crescente preocupação com a qualidade de vida e bem-estar da comunidade, é imprescindível que a prefeitura assuma sua responsabilidade na manutenção e revitalização desses espaços públicos. Afinal, garantir o acesso à prática de exercícios físicos é fundamental para promover a saúde e a qualidade de vida dos cidadãos, contribuindo para uma cidade mais ativa e saudável.


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