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sábado, 4 de julho de 2026
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A vida começa no fim da zona de conforto

Sempre tive a sensação que as segundas-feiras existem para nós trazer de volta a realidade. Nos mostrar que a final de semana sempre vai chegar ao fim e que não podemos viver eternamente de “pernas pro ar”. Segunda traz consigo o peso da rotina. As contas que venceram quando não existia expediente bancário, mas que agora precisam ser pagas. O trabalho que você deixou para terminar e entregar ao chefe ou ao professor.  As intermináveis tarefas escolares que você precisa ajudar seu filho a fazer após um longo dia de trabalho. Enfim, semana é semana, sabemos disso.

Entretanto, da mesma forma que as segundas nos arrastam para a realidade, elas também nos abrem um leque de infinitas possibilidades. Pense comigo, o final de semana tem apenas dois dias, enquanto a semana tem cinco. Matematicamente falando tem mais que o dobro de horas e, consequentemente, mais que o dobro de oportunidades.

O problema é como encaramos isso. O final de semana é como a nossa zona de conforto. Tudo nele nos remete ao bem estar, ao descanso, a vida, mas na verdade, ela, a vida, acontece além da nossa zona de conforto. Acontece de domingo a domingo. Basta que para isso compreendamos que viver tem altos e baixos.

A vida requer coragem

Já disse o escritor Guimarães Rosa, “O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem. O que Deus quer é ver a gente aprendendo a ser capaz de ficar alegre a mais, no meio da alegria, e ainda mais alegre no meio da tristeza!…”

Falta coragem e decisão

É engraçado pensar em quantas desculpas damos para nos escondermos da nossa falta de coragem. Da nossa indecisão. Da nossa indisciplina. Não vou fazer isso ou aquilo por que… E aí desfilamos um rosário de argumentos na tentativa de nos convencer de que é melhor esperamos para viver quando chegar a sexta-feira. E como se, num passe de mágica, a vida se abrisse.

Mas na realidade não é assim. A vida é cheia de nãos, de medos e de riscos. Não acertamos sempre, é preciso errar algumas vezes. Sair da zona de conforto é trabalhoso, cansativo, mas vale muito a pena. Caso contrário, nossas segundas, terças, quartas, quintas e sextas, serão acordar, ir ao trabalho e/ou a escola, comer, dormir. Viver assim é desagradável e nós faz achar que a solução de tudo está no #sextouuuuu.

Faça mais

Não tem jeito! Faça mais do que costuma fazer e assim a vida não ficará sempre igual. É preciso criar uns desafios, jogar algumas coisas fora, limpar dentro e fora. Um chá detox da mesmice. Desta forma você vai ficar mais vivo do que jamais foi. Não há sensação melhor do que conseguir vencer os desafios que você mesmo se impõe. A vida acontece fora da zona de conforto!

Em tempos de fake News

A coluna Viva bem da UOL traz esta semana uma reportagem especial intitulada “Pense antes de acreditar”. Com tanta informação circulando nas redes. Tantos artigos e sites que falam sobre saúde e dão dicas milagrosas de como permanecer saudável. A matéria alerta sobre o fato de como as conclusões precipitadas e sem evidências científicas podem criar confusões e até colocar em risco a sua saúde. Em tempos de fake News, é preciso ficar atento. Como diria minha avó: cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém!

Os antivacinas

Falando nisso, cresce no mundo a onda de pessoas que se recusam a imunizar seus filhos ou a si próprio. Os antivacinas, pregam que a imunização traz riscos a vida de quem utiliza tais métodos. Sem nenhum respaldo científico, o movimento antivacinação tem se tornado uma ameaça ao progresso feito no combate às doenças evitáveis por meio de vacinação e ressuscitado algumas praticamente inexistentes, como é o caso da Poliomielite e o Sarampo no Brasil.

Riscos à saúde

O fato está se tornando tão grave que a Organização Mundial de Saúde (OMS), em seu relatório sobre os dez maiores riscos à saúde global em 2019, incluiu o movimento antivacinação. Segundo a OMS, a vacinação é uma das formas mais eficientes, em termos de custo, para evitar doenças. Ela atualmente evita de 2 a 3 milhões de mortes por ano, e outro 1,5 milhão poderia ser evitado se a cobertura vacinal fosse melhorada no mundo.

De falta de confiança a religião

As razões por que as pessoas escolhem não se vacinar são complexas, e incluem falta de confiança, complacência e dificuldades no acesso a elas. Há também os que alegam motivos religiosos para não vacinar a si mesmo ou a seus filhos, segundo o relatório.

Em ritmo de quadrilha

Nos meses de junho e julho a prefeitura de Rio Branco estará oferecendo aulas temáticas em ritmo de quadrilhas em seus centros culturais e espaços do Programa Academia da Saúde. As aulas juninas serão ministradas pelos profissionais de educação física que atuam diariamente no Programa e são abertas à comunidade.

Quem quer pão, quem quer pão?!

Na maioria da casa dos brasileiros, o pão faz parte do cardápio do café da manhã, com ovo frito, manteiga, queijo e presunto ou qualquer outra coisa que o valha. Por isso é tão difícil ter que cortar o mesmo da dieta.

Feito de farinha branca, o pão é considerado um dos vilões para quem quer diminuir a circunferência abdominal, baixar a gordura e ganhar uns gominhos.

Foi a partir desta perspectiva que o chef Deocleciano,  ganhador do Dólmã, o Oscar da gastronomia brasileira, decidiu por, literalmente, a mão na massa e criar deliciosos pães low carbo. Para a nossa alegria!

Corrida do Sesi

No último domingo, o Serviço Social da Industria – Sesi, fez a sua tradicional corrida de rua para celebrar o Dia do Trabalhador. Centenas de apaixonados por essa prática esportiva lotaram a frente da Federação das Industrias do Acre – FIEAC, de onde foi dada a largada para os percursos de 10 e 5 quilômetros. A Corrida do Sesi tem como diferencial o fato do participante4 não pagar a inscrição, no lugar é preciso doar duas latas de leite em pó ou dois pacotes de fraudas geriátricas que são doadas para o Lar dos Vicentinos. Desta forma, a felicidade não é apenas dos corredores. Por mais iniciativas como estas!