A categoria dos motofretistas de Rio Branco realizou na manhã desta terça-feira, 21, mais um protesto contra as medidas dos órgãos fiscalizadores que coíbem o transporte de passageiros. Os manifestantes fecharam a Rua 24 de Janeiro, que dá acesso à sede da Câmara de Vereadores de Rio Branco e a importantes vias do 2º Distrito da capital.
O descontentamento foi causado após a Superintendência Municipal de Transporte de Rio Branco (RB-Trans) intensificar a fiscalização contra de transporte de pessoas. Os trabalhadores alegam que vem sofrendo perseguição por parte do órgão e pedem que a lei que proíbe o transporte de passageiros seja revogada.
Segundo Michel Tamborini que é motofretista há dois anos a proibição de transportar pessoas está dificultando o trabalho e interferindo no sustento das famílias. “Nós não queremos mais nada além de trabalhar, somos pais de família, muitas vezes vemos nossos filhos pedindo alguma coisa e não temos para poder comprar” desabafa.
Ainda de acordo com o motofretista eles não vão se adequar as exigências do Rbtrans. “Estamos conversando com a câmara de vereadores para vê se tem uma forma de deixar a gente trabalhar, nós não vamos deixar de carregar passageiro”. Garante Tamborini.
A categoria possui 35 profissionais segundo eles mais da metade destes trabalhadores já foram multados por carregarem passageiros. O grupo conta que o valor da multa é mais de R$ 800,00 além dos pontos na carteira, já que segundo eles a desobediência se enquadra na categoria de infrações gravíssimas.


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