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domingo, 14 de junho de 2026
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CMM cobrou R$ 10 milhões para recuperar a Estrada do Piquiá

O Jornal Opinião conversou informalmente com pessoas ligadas à empresa CMM, que está fazendo o trabalho de reconstrução e recuperação da BR-317, no trecho amazonense correspondente a 35 quilômetros, a partir da cidade de Boca do Acre, e obteve a informação de que a Prefeitura do município não deu prosseguimento à aparente iniciativa de restaurar a quase totalmente degradada Estrada do Piquiá.

A Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Boca do Acre publicou um texto jornalístico em que garantia que o trabalho de recapeamento da Estrada do Piquiá seria feito, mais ainda, que seria feito pelo município, dando a entender que os recursos para a pavimentação seriam próprios.

Foi motivo de afirmativas não confirmadas oficialmente, que o município faria uma espécie de troca com a CMM, que ao invés de recolher o imposto municipal, dialogaria com a empreiteira para que o pagamento fosse convertido no serviço de tapa-buracos.

Tudo isso foi negado pela CMM, que apenas se limitou a informar que o Prefeito não quis pagar o valor cobrado pela empresa, que foi de 10 milhões de reais para recuperar totalmente os 6 quilômetros da Estrada do Piquiá.

“Nosso serviço vai parar na entrada do Piquiá, porque o prefeito não quis pagar os 10 milhões que a empresa cobrou para fazer o trabalho”, disse um dos funcionários da empresa.

A vice-prefeita de Boca do Acre usou sua página nas redes sociais, para publicar que teve uma reunião com o secretário estadual de Infraestrutura do Amazonas, oportunidade em que solicitou a pavimentação, não só da Estrada do Piquiá, como também das vias do bairro.