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quinta-feira, 23 de julho de 2026
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Projeto Amigo Solidário realiza campanha de doação de sangue

Projeto Amigo Solidário realiza campanha de doação de sangue

O projeto Amigo Solidário realiza, neste sábado, 28, no Hemoacre, das 8 às 16 horas, sua terceira campanha de doação de sangue. O objetivo é ajudar a abastecer o estoque de sangue para fornecer a quem precisa.

Para Derileudo Santos, um dos participantes do projeto, doar sangue é se preocupar com o próximo. Além disso, ele afirma que esse é um hábito que devemos sempre praticar.

No início do ano, o grupo realizou uma campanha e conseguiu com que 30 pessoas participassem do ato. Desta vez, eles pretendem que o número aumente, para isso estarão lá durante todo dia dando apoio, recebendo os doares e falando da importância da ação.

“Existem muitas pessoas que estão precisando urgentemente de doações de sangue, vamos?”, convida Santos.

A gerente geral do Hemoacre, Elba Oliveira, explica que ao longo dos meses o estoque tem diminuído em consequência da diminuição do número de doadores.

“Atrelado a isso, o estado cresceu, aumentou o número de projeto cirúrgico e da violência urbana. Para as cirurgias eletivas [programadas] o próprio hospital recomenda que o paciente leve até cinco doadores ao Hemoacre, mesmo que ele venha a não tomar o sangue. Mas isso não é problema, o grande problema é nas emergências e as cirurgias cardíacas, que tem aumentado nos últimos meses e que essas exigem uma grande demanda de sangue”, ressalta a gerente.

Ela diz ainda que, somente este ano, fez duas reuniões com o Hospital Santa Juliana e pessoas envolvidas e assim tem conseguido manter o estoque.

Segundo Oliveira, a maioria da população tem o tipo sanguíneo O+ e A+, o que, automaticamente, faz com que esses sejam os sangues que mais são procurados. Os raros são os negativos, por ser uma quantidade menor é menos procurado, mas que precisa de estoque para atender.
“Se não tem doador, não tem sangue. É o que eu sempre falo, o doador de sangue é um usuário diferente. Não é ele que precisa do serviço, nós quem precisamos dele. Se ele não vem não temos o sangue a oferecer”, finaliza Oliveira.