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quinta-feira, 23 de julho de 2026
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Cantora acreana faz tributo a Amy Winehouse

Cantora acreana faz tributo a Amy Winehouse

Fã assumida da cantora britrânica Amy Winehouse, a artista acreana Lina Grasiela montou o show “Tributo Amy Winehouse” que estréia nesta quarta-feira, 11, às 20 horas no Teatro de Arena do Sesc. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada). As vendas antecipadas são feitas nas lojas Iris Tavares e nas Havaianas do Via Verde Shopping.

O projeto é uma parceira da cantora com a Mini Orquestra do Absurdo, e tem a direção musical de Jorge Anzol. O objetivo é levar opção de atividades culturais educacionais e difusores de paz e harmonia.

Lina conta que conheceu o trabalho de Winehouse em 2009. Desde então passou a acompanhar as produções de composições. “Tornei-me muito fã. Acompanhei a série de problemas que viveu, notadamente depois que se separou do marido, e cheguei, inclusive, a ficar preocupada com a situação. Mesmo assim, as músicas ficavam cada dia mais interessantes, mais intensas.”

Para Lina, o timbre da voz, a musicalidade, tudo era encantadoramente triste e belo. E a decisão de que faria um cover da britânica surgiu quando a assistiu cantar ao vivo em 2011.

“Utilizei figurino, caracterização. Agora, reeditamos este show, que tem a direção musical de Jorge Anzol. Escolhemos músicas, estudamos o repertório e ele [Jorge Anzol], com a Mini Orquestra do Absurdo, agregou valor ao projeto. Somos 10 músicos no palco”, conta.

A trajetória musical de Grasiela, há mais de 20 anos nos palcos, é a garantia de que o show será memorável. “Cantei em barzinhos, participo do projeto Boca de Mulher há 20 anos. O palco sempre me encantou”, afirma. E agora volta com as apresentações de uma de suas referencias musicais.

Mini Orquestra do Absurdo

A Mini Orquestra do Absurdo é um projeto à parte, iniciado pelo músico Jorge Anzol. A intenção da banda é tocar jazz, blues, funk, sendo que a própria ideia deu nome ao grupo, segundo Lina. “Quando eles [Mini Orquestra do Absurdo] diziam isso, os amigos sempre retrucavam, comentando que era um absurdo, que não teriam para quem vender”, explica.

Lina diz que o desafio é grande para todos os envolvidos. “Tanto eu quanto a Mini Orquestra [do Absurdo] temos este grande estímulo de levar uma música diferente ao público acreano. Um grande desafio, mas, com certeza, extremamente gratificante”, finaliza