Um grupo de motofretistas fechou, na manhã desta segunda-feira, 18, o cruzamento da Avenida Ceará e Getúlio Vargas, em novo protesto, no qual pedem autorização para realizar o transporte de passageiros.
A paralisação aconteceu no início da manhã de deixou o trânsito tumultuado. Logo depois, o grupo seguiu com o manifesto e pararam em frente ao prédio da prefeitura de Rio Branco e tornaram a interditar a Rua Rui Barbosa.
“A lei federal diz que o motofretista pode sim carregar passageiro”, contesta o presidente do Sindicato Municipal dos Condutores Permissionários e Auxiliares de Motofretes de Rio Branco (SINDMOTOFRETE), Cleilton Patrício.
Além disso, ele afirma que a lei municipal seria descabida. Sendo que o baú utilizado pela categoria pode ser removido. E acusa de politicagem o fato de a reivindicação da categoria não ter sido atendida até o momento.
“O motofretista é reconhecido pelo Código de Trânsito Brasileiro e pela Lei Federal 1.209. Mas aqui está ocorrendo toda esta confusão”, disse Cleilton.
Em agosto, a categoria foi recebida na Câmara de vereadores e acordaram de realizar uma reunião e cogitou-se, inclusive, que seria feito um pedido para revogação da lei municipal que impede o desempenho do transporte de passageiros.
Alegando que nada foi solucionado, a categoria tornou a protesta e acabou fechando três ruas do centro de Rio Branco.
Segundo informou o diretor da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (RBTrans), Gabriel Forneck, o pedido da categoria está fora de contexto pois se trata do cumprimento da lei. “Isso não vai ser autorizado porque temos que cumprir a lei. Eles já perderam mais um processo no Tribunal de Justiça por unanimidade. A prefeitura está dentro da lei”, disse.


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