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domingo, 5 de julho de 2026
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Chegada do Comandante Maia III causa preocupação em Boca do Acre

A atracação do recreio Comandante Maia III, vindo diretamente de Manaus, causou um reboliço em Boca do Acre, principalmente depois de saber que a embarcação poderia trazer a nova cepa do Novo Coronavírus, mais contagiosa, que tem causado um grande número de internações e mortandade na capital do Estado.

O recreio fez parada em vários portos, o que potencializa ainda mais o risco. O Comandante Maia III passou também pelo município de Pauini, onde há um surto de Covid-19, que possivelmente pode ser a segunda onda da pandemia no vizinho de Boca do Acre.

Antes da vinda do barco, já se comentava em tomar medidas restritivas, mas o meio de transporte chegou, atracou e tudo parece na mais perfeita normalidade.

Empresário alerta
O empresário Leonan Nobre comentou nas redes sociais a falta de medidas mais firmes e preventivas, que podem evitar uma terceira onda, haja vista que Boca do Acre já vivenciou a segunda, que foi depois do processo eleitoral do ano passado.

“Sabemos dos cuidados dos setores públicos, com suas decisões referentes a pandemia. Sempre haverá tempo para enxergar perigos mais ameaçadores. Barcos, lanchas e carros chegam em Boca do Acre todos os dias, sem nenhuma fiscalização”, comentou o empresário, que concluiu sua postagem afirmando que “o perigo está em quem chega!”

Secretaria de Saúde se pronuncia
Quem se pronunciou ao Jornal Opinião foi o secretário municipal de Saúde de Boca do Acre, Manuel Barbosa, que garantiu que a Vigilância Sanitária do município visitou a embarcação e lá se certificou de que o empresário, dono do recreio, expôs que cumpriu todos os protocolos, inclusive em todos os municípios por onde passou.

Ainda de acordo com Barbosa, a embarcação não transportou passageiros, apenas cargas, que passaram pelo processo de desinfecção.