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quarta-feira, 22 de julho de 2026
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Acadêmicos de Jornalismo discutem sobre a depressão

Acadêmicos de Jornalismo discutem sobre a depressão

Com o tema “A relação do uso das novas tecnologias com o aumento dos casos de depressão e suicídio”, alunos do 4º período de Jornalismo da Universidade Federal do Acre, realizaram na noite da última segunda-feira, 4, uma coletiva de imprensa para conversar com os profissionais a comunidade acadêmica sobre a abordagem nas mídias sociais.

O evento, que faz parte da prática da disciplina de Assessoria II, ministrada pela professora Tatyana Lima, contou com a participação da Prof. Drª do curso de Comunicação Social, Juliana Lofêgo, o Prof. Dr. do curso de Psicologia, Álex Brandão e da médica do Hospital de Saúde Mental do Acre (Hosmac), Caroline Perpétuo.

Para a professora Tatyana, discutir sobre depressão no âmbito acadêmico é necessário. “No jornalismo, aprendemos a não falar de suicídio ou sequestro, hoje, já sabemos que devemos falar, mas de forma cautelosa. Atualmente, existe um novo fenômeno que é a transmissão desses atos, ao vivo, em redes sociais. A conversa é importante para sabermos como abordar fatos dessa natureza para a sociedade, para que a notícia não venha a servir como um gatilho e levar o telespectador à tentativa”, disse.

De acordo com o aluno do curso de jornalismo, Ariel Lima, o tema surgiu de uma conversa com a turma sobre os últimos acontecimentos sobre suicídio no estado.

“Vejo que é um debate importante, porque com as novas tecnologias parece o tempo foi reduzido e temos menos tempo para as coisas, causando uma ansiedade, principalmente, para quem tem uma vida acadêmica e trabalha”, conta Lima.

Ainda segundo o estudante, abordar esse tema pode fazer as pessoas entenderem esse novo mundo que está surgindo e possam lidar com essas novas tecnologias.
“Voltando para o nosso lado da comunicação, é importante que nós, futuros jornalistas, sabermos como falar sobre depressão e suicídio nas redes sociais, esse meio que é tão ‘terra de todo mundo’, onde todos podem falar. E assim, podermos desempenhar nosso papel social”, argumentou o aluno.