AGOSTINHO ALVES
É possível ser polícia atenta, vigilante, ostensiva, repressiva, combatente, intolerante ao crime e sociável? Sim. Uma prova disso é o comandante da 5ª CIMP, Bruno Almeida, que por onde passa, arregimenta admiradores, principalmente por ter colocado ordem na bagunça que quase se tornou Boca do Acre.
Bruno não tolera o tráfico, a violência, a criminalidade de forma geral e tem combatido com mão de ferro. Com ele não se brinca, o malandro tem medo, o traficante não ousa e o tráfico passou a viver com o pires na mão.
Mas estamos falando de um oficial truculento, autoritário e violento? Para quem está à margem da lei, o tenente aplica dos rigores. Mas com o cidadão de bem o trato é diferente: respeitoso, amigável, sociável e com muita simpatia.
Prova disso são as crianças, que quando têm oportunidade, param, conversam, tiram foto e falam do sonho de ser policial militar, tendo como exemplo o tenente. Como é que o oficial reage ao carinho? Com uma dose dobrada de carinho, afeto, compaixão, amor ao próximo e muito bom humor.
Depois que Bruno passou a gerir a companhia em Boca do Acre, o quartel até já recebeu a visita dos infantes, que tiveram a oportunidade de saber como funciona o trabalho da Polícia Militar.

O tenente já declarou que o cidadão de bem merece a simpatia e o afeto da PM, ao contrário daqueles que um dia decidiram andar na contramão da sociedade, praticando crimes diversos e recebendo em troca, o tratamento requerido e merecido.


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