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quarta-feira, 22 de julho de 2026
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Edvaldo Magalhães pede que a Aleac ajuste calendário e priorize questões econômicas e de enfrentamento à pandemia



Na sessão online da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) desta terça-feira, 16, o deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB), comentou a respeito das realizações de enfrentamento à pandemia, das dificuldades político-administrativas e dos desafios econômicos no Estado, antes do recesso parlamentar.


Edvaldo comentou sobre o crescimento do número de casos e óbitos no Acre, que vem crescendo a cada dia. “Estamos na curva de ascensão das infecções e óbitos. Podemos encerrar essa semana com mais de 10.500 infectados. Infelizmente, não falo isso com nenhum tipo de satisfação. Podemos chegar ao final da semana com mais de 300 irmãos e irmãs, acreanos e pessoas que moram na nossa terra, vítimas dessa infecção”, relatou.


A estatística citada como forma de apelo, para que antes do recesso seja estabelecida uma agenda prioritária, dando conta a duas questões, são: projetos de leis de autoria dos parlamentares da casa, pois muitas das matérias têm questões ligadas à pandemia, sendo iniciativas que dialogam com as dificuldades e desafios.


A outra questão é a da economia, “Nós escutamos muito falar de economia, de flexibilização, de novos decretos que poderão ser publicados e etc. O poder legislativo precisa mergulhar nessa discussão, e não pode assistir essa discussão e ficar aguardando que alguma iniciativa do executivo chegue pra que a pauta possa se abrir e o debate se aprofundar, não pode ser assim.

A Assembleia precisa marcar o seu protagonismo no debate da economia nesse momento de grandes dificuldades”, ressaltou o deputado.


O parlamentar sugeriu para votação o requerimento de sua autoria que trata da questão do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Questionou que políticas serão adotadas para que se possa garantir a retomada das atividades econômicas. Pediu para que se priorizassem as oito sessões até o recesso, para que se fizesse a agenda da retomada. “Os números da pandemia não são animadores, são assustadores”, finalizou Magalhães.