ELIS CAETANO
O número de pessoas infectadas pelo novo coronavírus no mundo chegou a pouco mais de dois milhões, com aproximadamente 136 mil mortes. No final de fevereiro houve o primeiro caso de reinfecção no Japão, mas até o momento não há estudos ou testes que comprovem essa possibilidade de reinfecção, mas gera pânico, pois, exigiria mais do sistema de saúde e dos recursos diagnósticos.
O vírus ainda é bastante estudado e se tem pouco conhecimento a respeito, o que vem causando várias dúvidas e incredulidade quanto a sua fatalidade. Segundo o Ministério da Saúde, o coronavírus (COVID) é uma família de vírus que causam infecções respiratórias, desde que chegou ao Brasil sofreu mutações. O primeiro sequenciamento genético feito no Amazonas revelou que houve onze mutações em relação ao que foi sequenciado em São Paulo, apontando linhagens diferentes do vírus no país.
A produção de anticorpos é a garantia de uma recuperação rápida e prevenir futuras infecções, protegendo-nos do vírus por vários meses. É possível haver contagio novamente, vários especialistas acreditam numa segunda contaminação, em alguns casos, o vírus poderia não desaparecer e infectar de “forma crônica”, como o vírus do herpes, que permanece adormecido e assintomático.

Na China, ao menos 100 pessoas que foram curados, voltaram a apresentar resultados positivos, a Coreia do Sul apresentou cerca de 116 casos, as reinfecções não são eventos tão raros entre os coronavírus.
Explicações sobre esses casos nos países orientais seria o fato de que o paciente não esteja curado completamente e recebe alta antes da hora. O exame feito para detectar o vírus é realizado com uma haste flexível com algodão na ponta é introduzido nas narinas até alcançar o começo da garganta, retirando a mucosa para análise. Algumas pessoas não apresentam o vírus nessa região das vias aéreas superiores, o agente infeccioso pode se encontrar nos pulmões, dificultando o resultado.
Não foi encontrada vacina e não há nenhum medicamento eficaz, a única prevenção continua sendo o isolamento social, principalmente como prevenção de um futuro colapso no âmbito da saúde.


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