Com a pandemia do novo coronavírus e após o decreto do governo do estado, a primeira etapa da vacinação contra a febre aftosa que seria no mês de maio, foi suspensa no Acre pelo Ministério da Agricultura e Pecuária e Abastecimento (Mapa).
Com 3,5 milhões animais a serem imunizados, o estado está em processo para se tornar livre da aftosa sem vacinação. Mas, após uma auditoria, acabou não recebendo a certificação e precisou suspender a vacinação.
Mesmo assim, os pecuaristas precisam declarar o rebanho e, por isso, o órgão estuda uma maneira para que isso seja feito pela internet. O prazo para envio das declarações começa dia 1º de maio e segue até 15 de junho.
“Os prazos para a declaração e a obrigatoriedade da questão continuam os mesmos. Todos os produtores do Acre têm que, obrigatoriamente, declarar seus rebanhos, atualizar seus cadastros junto aos escritórios do Idaf em todo o estado”, disse o presidente do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (IDAF), José Francisco Thum.
Livre da aftosa sem vacinação
Em março deste ano, o estado passou por uma auditoria para se tornar área livre da aftosa sem vacinação. Mas, acabou não sendo aprovado.
Agora, o estado tem até o mês de julho para resolver os problemas burocráticos, passar por uma nova auditoria para poder receber o certificado.
O presidente Idaf disse que o estado conseguiu a prorrogação do prazo que vai até o dia 31 de julho. “Vamos passar por nova auditoria quando esperamos responder todas as exigências do Mapa para nos tornarmos área livre de aftosa sem vacinação”.
Por quase 20 anos, o Acre fez uma intensa campanha de combate à febre aftosa e este ano pode ser reconhecido como área livre da doença sem vacinação. (G1 Acre)


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