Agostinho Alves
Foto: Nara Salim
O pastor Júnior Salim, da igreja evangélica Templo de Salim, teve que colocar a mão na massa, ou melhor, na lama, para providenciar uma singela passagem que permita aos fiéis frequentarem os cultos de uma das igrejas da instituição religiosa, que está localizada no Platô do Piquiá.
Enquanto o pastor arregaçava as mangas e as calças para entrar no mar de lama, a pastora Nara Salim, esposa do religioso, tecia comentários, reclamando das condições da via, que exibe sinais de abandono e até foi apelidada de “Rua dos Esquecidos”.
A pastora cobra providências daqueles que ela diz terem sido eleitos para não deixar que o município chegasse nessa situação.
“Hoje é dia de campanha e a gente tinha que dar um jeito para os irmãos virem ao culto, então estávamos providenciado um trapiche”, disse a pastora.
“Um presbítero da nossa igreja já falou com o prefeito, que deu garantias de que iria ao local para fazer os devidos reparos na rua, mas nunca apareceu”, completou Nara Salim.
“Não queremos confusão, apenas estamos exercendo nosso direito de cobrar. Nossa intenção é sensibilizar para nossos irmãos possam ir ao culto sem tanto sofrimento”, disse.


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