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quinta-feira, 2 de julho de 2026
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PRÓXIMA PARADA

Se solidifica os rumores de que o ex-deputado Ney Amorim e seu grupo político irão aportar no partido Podemos. Recebeu o convite do ex-deputado Raimundinho da Saúde e do vereador Railson Corrêa, para presidir a sigla. Outra sigla que está no encalço do ex-petista é do PSD, do senador Sérgio Petecão. Sabem da força política que ele tem. Ney Amorim está sem mandato, mas continua a ter uma base sedimentada, em especial, na região da Baixada da Sobral, com votos pessoais. Mas, não esperem ver Ney no processo eleitoral de 2020. Ainda que se filie a um partido, pessoas próximas do ex-deputado já confirmaram que seu foco está na eleição de 2022.

SAGA DE JURUNA

Mais uma vez o vereador Juruna subiu à tribuna da Câmara para pedir ao governador Gladson Cameli (PP) que reestruture a OCA. Já furou o disco de tanto que repetiu isso. Apesar das diversas reclamações, o governo nada fez. Os serviços continuam sendo ofertados pessimamente.

DE NOVO

O deputado estadual Antonio Pedro voltou a pedir a Superintendência da Caixa Econômica que providencia uma agencia para o município de Xapuri. Vamos ver se dessa vez sai.

NOMES NA MESA

O deputado federal Alan Rick, ex-prefeito Tião Bocalom, o secretário da Seinfra, Thiago Caetano, são nomes que volta e meia são suscitados como possíveis candidato à prefeitura da Capital.

NÃO SE EMPOLGUE

Alan já teria, inclusive, recebido elogios do governador. Disse que se trata de um bom nome e que não hesitaria em apoiá-lo. No lugar de Alan, não me empolgaria tanto. Na disputa ao governo do Estado recebeu a promessa de que seria vice de Gladson e isso nunca aconteceu.

NA CAMPANHA

Apesar de achar que ainda é muito cedo para tratar sobre o processo eleitoral de 2020, o presidente do PSD, o senador Sérgio Petecão, não descarta a participação da legenda na disputa da prefeitura de Rio Branco. Na realidade, em todo o Estado.

CABEÇA DA CHAPA

“Só não discuto nomes nem alianças este ano, mas um partido do porte do PSD, com grande votação na Capital, não ficará como mero espectador, ou estaremos na cabeça da chapa ou no mínimo como indicando o vice”, disse Petecão recentemente.

NOMES NA PAUTA

Até aqui, os nomes falados para a prefeitura de Epitaciolândia são os do prefeito Tião Flores (PP), do radialista Chiquinho Chaves (PSD), do ex-prefeito Luizinho Hassem (SD) e do empresário Torres (MDB). Quanto mais nomes na mesa, favorece quem está no poder.

CANDIDATURA PRÓPRIA

O Diretório Nacional do PT já recomendou que as capitais a legenda tenham candidato próprio, porém, aqui em Rio Branco, notícias de bastidores dão conta de que o partido poderá declarar apoio a outra sigla. Mas em se tratando de PT, pouco provável que isso ocorra. Uma candidatura própria é o sonho dos petistas. Querem recuperar o poder perdido em 2020.

BEM AVALIADA

A prefeitura de Rio Branco aparecer entre as melhores avaliadas das capitais. Isso reforça a tese de que a prefeita Socorro Neri (PSB) está mais preocupada com a gestão do que debater a eleição do próximo ano. Seu foco e executar os projetos da prefeitura. Está certíssima!

QUEIMADOS EM TARAUACÁ

O maior desafio do PSD no momento é “limpar sua barra” no município de Tarauacá. Podem até negar, mas o fato é que a prefeita Marilete Vitorino queimou bem a legenda naquele município.

REJEIÇÃO

Quando se fala na possível participação de Marilete no processo eleitoral do próximo ano, a população de Tarauacá repudia. Ninguém mais a quer no comando da cidade. Terminará a gestão com um alto índice de rejeição.

COMPREENSÍVEL

Natural que o deputado Gehlen Diniz (PP) apoie a decisão do governador Gladson Cameli (PP) em judicializar a questão da derrubada dos oito vetos governamentais. Trata-se do líder do governo na Aleac. Estranho seria se seu posicionamento fosse contrário.

EXÍLIO

Depois de discursar sobre apoiar as ações do governo, ainda que fosse contrário a Cameli, muito provavelmente Gehlen não falaria, sob pena de passar pela mesma experiência de Luís Tchê (PDT), o exílio.

FORA DA POLÍTICA

O vereador Jakson Ramos (PT) anunciou que tão logo acabe o mandato estará abandonado a política. Nenhuma treta, apenas lhe falta de tempo e incompatibilidade do exercício do mandato com sua outra atividade, a de médico.

VENDA DA DÍVIDA

Nos próximos dias, os deputados estaduais deverão apreciar o PL do Executivo sobre a venda das dívidas herdadas pelo governo do Estado a um banco internacional. Para o presidente da Casa Legislativa, deputado Nicolau Junior (PP) a medida é acertada, pois permitirá ao governo uma readequação financeira. Ou seja, mais recursos à disposição para serem injetados em diversas áreas, como saúde, educação e segurança. Assim esperamos!

ECONOMIA

Para Nicolau, a economia deverá ser de aproximadamente R$ 200 milhões.

DE VOLTA

O vereador Gilson da Funerária (PP), que ficou oito meses como prefeito de Senador Guiomard, com o afastamento de André Maia (PSD), está de volta à Câmara Municipal. Já chegou causando. Disse que vai concorrer à prefeitura do município em 2020.

MUDANDO DE PARTIDO

Gilson não deverá permanecer no Progressista, partido pelo qual se elegeu, mas também não sabe por qual sigla disputará a eleição. “Só sei que abaixo de Deus já decidi que vou para a disputa”, disse ele.

DE BEM

Rumores dão conta de que o deputado José Bestene (PP) e Gladson Cameli (PP) andaram aparando as arestas. Não voltaram 100% as boas, mas pelo menos nenhum dos dois deixará a legenda.

FORTALECENDO O PP

Na conversa que tiveram decidiram fortalecer o Progressista para a eleição municipal de 2020.

E A SAÚDE?

A pergunta que não quer calar: será que Bestene e Cameli trataram sobre a área de saúde? Pessoas próximas ao deputado estadual garantem que ele ficará off quanto a essa pasta. Cansou de levar porrada. Ok, então!

FRASE

“Essa emenda visa à aquisição de duas vans para o transporte de pacientes, que devem realizar tratamento de saúde fora de seu município de origem”.

(Deputado Jesus Sérgio, do PDT, sobre a possível liberação de emedas pelo governo federal ao Acre)

TÃO ACRE

 LERO-LERO BUROCRÁTICO

 O netão deputado Edmundo Pinto interpelou a Procuradoria Geral do Estado, m 1989, para explicar em que base legal as empresas da administração indireta tinham fermentado os salários dos diretores e assessores graduados, ferindo o Decreto 137. A resposta demorou, ao vir era um primor de papo furado, enlouquecendo o deputado. Um trechinho?

“Preocupa-nos todo o tempo e de logo cabem enfaticamente, verificar se na prática os fatos se passaram desta maneira, em que objetivo deve ser interpretado o requerimento, enquadrando-o dentro de uma moldura mais ou menos larga, dependendo tal alargamento ou estreitamento de uma série de fatores, como, mais adiante se examinará (…)”.

Nem Rolando Lero faria melhor despiste.

PIRES NA MÃO

Todo governador do Acre corre o pires e de cuia na mão piranga verbas federais em Brasília. Com o governador Edmundo Pinto não foi diferente. No gabinete do ministro Jarbas Passarinho, da Justiça, que como acreano de Xapuri podia dar uma força ao Estado, o governador exibia álbum com fotografias da alegação de 1991 e o Estado de petição de 502 quilômetros de Porto Velho. A Rio Branco, um lameiro medonho. Impressionado, Passarinho liga para a ministra Margarida Procópio, da Ação Social, e bota o Pinto na linha. O governador da esperança, morto em São Paulo em um atentado, apenas disse:

– Ministra, só tenho um pedido a lhe fazer: Socorro!

O CONSELHO

Conselho do jornalista Luís Carlos Moreira Jorge em sua coluna “Plenário”, de A Gazeta, de quatro de maio de 1991, quando o governador Edmundo Pinto e o vice Romildo Magalhães estavam às turras:

“Aviso aos jornalistas: vamos deixar de escrever ‘o assessor do Pinto disse à imprensa’, porque assessor de Pinto que conheço é camisinha”.