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domingo, 5 de julho de 2026
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67% das acreanas preferem cesárea por medo do parto normal, diz pesquisa

67% das acreanas que optam por ter filhos por cesariana tem medo do parto normal. O Estado ocupa o 6o lugar na escala criada pelo portal Trocando Fraldas (www.trocandofraldas.com.br) para medir o temor das parturientes em relação a um e outro método no Brasil. A pesquisa foi divulgada neste começo de julho.

Os dados levam em conta que a Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que o Brasil possui uma taxa com 55% de mulheres que passam por parto cesárea ao darem à luz. Isso significa que o país ocupa a segunda posição no ranking de países com maior porcentagem de cesáreas no mundo, atrás apenas da República Dominicana.

Para entender a razão por trás do alto número de cesáreas no Brasil, o Portal Trocando Fraldas resolveu elaborar um estudo e perguntar às gestantes o porquê destes dados. O objetivo é entender o que predomina na decisão de uma cesárea ao invés de um parto normal ou vice-versa.

O estudo teve abrangência nacional e foi realizado com mais de 7 mil entrevistadas, entre elas 3,5 mil grávidas, no período de 11 a 18 de junho de 2019. O método de coleta de dados foi feito por meio de questionário em formulário acessado no portal Trocando Fraldas.

Há uma percepção de que as mulheres que passaram por uma cesariana têm ainda mais medo do parto normal. Por outro lado, a maioria de quem já teve parto normal não escolheria outra opção, senão optar pelo parto normal novamente. Ainda assim, e apesar de pouca diferença, quem teve parto cesárea repetiria este modo de parto, mesmo que seja um mito que mulheres não podem ter um parto normal após ter passado por uma cesariana um dia.

No estudo do portal Trocando Fraldas, o estado de Roraima lidera o ranking do medo do parto normal e a Bahia é onde as mulheres menos tem esse temor.