O arcebispo emérito de Porto Velho, Dom Moacyr Grechi, deixa saudades. Não é preciso falar muito sobre ele. Basta lembrar que a cada visita sua ao Acre, o povo ficava eufórico e querendo lhe abraçar. Mesmo passados 20 anos que deixou o Estado, ainda é lembrado por todos.

Articulado
O governador Gladson Cameli conta com o apoio importante de sete deputados federais e dos três senadores. Isso mostra seu poder de articulação e a forma inteligente como se relaciona com os políticos. Em Brasília, Gladson é respeitado e admirado por políticos de outros estados.

Desgaste
O ex-secretário Ney Amorim, sofreu mais uma derrota, ao ser exonerado pelo governador Gladson Cameli. O “a pedido” que consta no decreto, é mera formalidade. Ney não tinha relação com nenhum dos assessores de Gladson Cameli. Vivia no isolamento. Não conseguiu emplacar nenhum aliado seu em CECs. Mais um grande desgaste para sua carreira política.

Puxado
A Coluna adiantou que Ney Amorim não tinha função definida. Virou secretário como prêmio de consolação. Como bem revelou o governador Gladson Cameli: “há dois meses da eleição, Amorim já pediu votos para Gladson”. Restará a ele a fidelidade do amigo Luiz Tchê, dando-lhe a presidência do PDT ou o apoio da amiga Antonia Lúcia, lhe cedendo a direção do PR.
Perdido
Ele também não será candidato a prefeito. Perdeu força política ainda nas eleições de 2018 na Capital, onde ganhou apenas do fraco candidato Paulo Pedrazza. Os eleitos Sérgio Petecão e Marcio Bittar, o ex-senador Jorge Viana e o ex-reitor da Ufac, Minoru Kimpara, tiveram uma votação bem superior à de Amorim que conseguiu somente 11% dos votos válidos de Rio Branco.
Dívidas
Um recado a político que se acha o “todo poderoso”: suas dívidas de campanha precisam ser pagas. O não pagamento pode lhe render um bom processo. Antes de escolher um partido para se filiar, pague suas dívidas.


?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>