Atividade faz parte do movimento nacional de ocupação das ruas contra medidas do governo de Jair Bolsonaro
Representantes de sindicatos, movimento social, partidos políticos e organizações não governamentais se reuniram na sede da Central Única dos Trabalhadores (CUT) na tarde desta segunda-feira, 13, para definir os últimos detalhes da programação do ato em defesa da educação pública e contra as medidas do governo federal de enfraquecimento da área e o corte de verbas para universidades e institutos federais de educação que será realizado na próxima quarta-feira, às 8h da manhã em frente ao Palácio Rio Branco, no Centro da cidade.
O ato em defesa da educação faz parte do calendário lançado dia primeiro deste mês intitulado Maio de Lutas. O movimento vai acontecer em todo o Brasil nesta quarta-feira.
O objetivo é mobilizar a sociedade, professores, estudantes e toda a comunidade acadêmica contra o desmonte da educação pública e o corte de verbas anunciado pelo governo federal para as universidades e institutos federais.
A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação, Rosana Nascimento, explica que estão fazendo uma grande mobilização nas escolas, com visitas, reuniões com os gestores com o objetivo de despertar os trabalhadores para irem à luta pelos seus direitos. Ela conta ainda que essa mobilização está sendo feita também nos outros municípios e que a orientação e para que a categoria faça a adesão ao movimento.
“Estamos empenhados em explicar para a categoria, professores, gestores e alunos os malefícios da Reforma da Previdência e do desmonte que o governo federal vem fazendo na educação. Precisamos nos mobilizar e ir à luta em defesa dos nossos direitos. Convidamos a todos para participarem do ato desta quarta-feira em frente ao Palácio Rio Branco”, disse Rosana Nascimento.
Movimento na Ufac
O Movimento Ocupa Ufac também organiza um ato para a próxima quarta-feira. Esse será realizado na entrada na Universidade Federal do Acre às 7h da manhã e pretende levar estudantes, professores e comunidade acadêmica a se manifestar contra o corte de verbas para as universidades públicas anunciadas pelo governo federal.
O corte de 30% no orçamento das universidades e institutos federais, segundo manifestação das reitoras das instituições, vai inviabilizar a manutenção das instituições de ensino, assim como prejudicar o funcionamento dos laboratórios, reduzir consideravelmente os investimentos em pesquisa e extensão já no segundo semestre deste ano.
O movimento em defesa da educação pública e contra a Reforma da Previdência é coordenado no Acre pela Central Única dos Trabalhadores, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, Inter Sindical e Central de Movimentos Populares.


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