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domingo, 14 de junho de 2026
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Infectologista orienta população sobre transmissão da gripe H1N1

A gripe suína (Influenza H1N1) voltou a assombrar os brasileiros, em especial a região Norte do país, o aumento de casos da doença no estado do Acre, levou as autoridades a criar um monitoramento da situação.  Até o momento já foram confirmados nove casos.

O médico especialista em infectologia Thor Dantas, explica quais são os principais sintomas. “H1N1 é uma gripe. Os sintomas são febre, dores no corpo e de cabeça, moleza, fraqueza, é uma gripe forte dessas que as pessoas ficam de cama com dor nas juntas, perde o apetite e sintomas respiratórios também são comuns”, explica.

E para evitar o contágio, o médico alerta para alguns cuidados que a população deve tomar. “Os cuidados são evitar o contato com pessoas gripadas, é uma doença transmitida pelas vias respiratórias. As pessoas que estão com gripe deveriam evitar entrar em contato com outras pessoas sem o uso de máscara”, enfatiza.

Outro cuidado importante é levar as mãos com frequência, porque a pessoa doente ao levar a mão ao nariz ou a boca, esta fica contaminada facilitando assim a transmissão da doença.

A gripe H1N1 é causada por uma mutação do vírus da gripe, é um subtipo do Influenza A, que se tornou conhecido quando afetou grande parte da população mundial entre 2009 e 2010.

Os sintomas são bem parecidos com os da gripe comum e a transmissão também ocorre da mesma forma. Porém, a gripe H1N1 pode ter complicações graves, podendo levar os pacientes até mesmo à morte.

Medidas do governo

O governo divulgou através da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) que as chamadas unidades sentinelas, são duas em Rio Branco (Huerb e UPA do Segundo Distrito) e uma em Brasileia (Hospital Wildyviana).

A campanha anual de vacinação contra a gripe normalmente começa no mês de abril, porém em alguns estados que já houveram óbitos, como Amazonas e Roraima, o governo federal decidiu antecipar a vacinação.