A situação do vereador José Carlos dos Santos Lima, o Juruna (PSL), está cada vez mais complicada, podendo ser preso a qualquer momento e ser ter seu registro político cassado, Juruna não compareceu a sessão legislativa desta terça-feira, 28, na Câmara de Vereadores de Rio Branco.
O parlamentar, que na semana passada teve os embargos de declaração negado pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre que determinou o início da execução provisória da pena, foi condenado pelos crimes de peculato, tráfico de influência, corrupção ativa, falsificação de documento público e falsidade ideológica. Segundo acusação, teria recebido propina nas vendas ilegais de lotes do complexo de camelôs de Rio Branco.
O Tribunal de Justiça ainda não expediu o mandado de prisão, o que pode acontecer a qualquer hora, mas enquanto aguarda a decisão do judiciário acreano, José Carlos Juruna recebeu da Mesa Diretora da Câmara de Rio Branco o prazo de 90 dias, previsto em lei, para se defender perante a Comissão de Ética da Câmara Municipal de Rio Branco. O documento foi encaminhado na manhã de terça-feira, 28, pelo presidente da Casa, vereador Manuel Marcos (PRB).
“Quem pode cassar o mandato de um vereador não é a comissão de Ética, mas todos os vereadores que irão votar nominalmente em plenário”, explicou o presidente da Câmara.
Manoel Marcos disse ainda que Juruna continua a exercer suas funções parlamentares e que faltou a sessão de terça-feira pois estava reunido com advogados.
“O vereador Juruna continua exercendo suas como parlamentar e só não veio hoje porque está reunido com uma banca de advogados”, disse o presidente.


?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>