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quarta-feira, 3 de junho de 2026
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Ranking do Sebrae mostra Acre em 24º em desenvolvimento econômico local

Ranking do Sebrae mostra Acre em 24º em desenvolvimento econômico local

O Acre é apenas o 24º no Índice Sebrae de Desenvolvimento Econômico Local (ISDEL), indicador de desenvolvimento econômico local aderente à abordagem de desenvolvimento econômico concebida e adotada pelo Sebrae de Minas Gerais desde 2014, denominada Desenvolvimento Econômico Local. O Acre ganhou nota 0,3308 no rankeamento liderado por São Paulo e onde Maranhão é o último.

Este é um contexto em que Rio Branco figura com o melhor desempenho entre os municípios do Acre mas é somente o número 479 no ranking das cidades brasileiras: ocupa a 1ª posição no Ranking do Acre e a 479ª posição no Ranking Brasil

Nessa abordagem, o Sebrae Minas entende que as seguintes dimensões são responsáveis em promover o desenvolvimento econômico local: Capital Empreendedor, Tecido Empresarial, Governança para o Desenvolvimento, Organização do Sistema Produtivo Local e Inserção Competitiva.

Capital Empreendedor é o estoque de capacidades empreendedoras do território manifestado pela quantidade e qualidade de empreendedores, empresas e lideranças.

Tecido Empresarial se refere à intensidade e à qualidade das relações empreendedores e seus negócios. Portanto, a capacidade do Tecido Empresarial está relacionada à oferta de Capital Empreendedor. O Tecido Empresarial é representado no local pelas redes formais e informais de empreendedores e empresas, que se unem para atuar coletivamente em prol dos seus interesses. Um bom tecido empresarial contribui para a proteção e promoção dos empreendedores e seus negócios e facilita a interlocução com os demais atores do território.

Na Governança para o Desenvolvimento lideranças do poder público, do mercado e da sociedade cooperam para a construção de um projeto consensual de desenvolvimento econômico baseado em uma visão comum de futuro construída de maneira compartilhada, participativa e democrática com toda a comunidade.

A governança para o desenvolvimento refere-se a atividades que podem ou não derivar de responsabilidades legais e formalmente prescritas e não dependem, necessariamente, do governo para que sejam aceitas e assumidas pelos atores de uma localidade.

Por fim, a Governança para o Desenvolvimento se materializará em um grupo de lideranças, constituído de forma paritária e trisetorial, que tem por finalidade: diagnosticar a realidade, definir prioridades, planejar, implementar ações e estabelecer uma instância de decisão e monitoramento para a dinamização das potencialidades e superação dos desafios do desenvolvimento econômico local.

Organização Produtiva é a maneira como cada território organiza suas atividades econômicas para gerarem renda e riqueza. É o modelo onde as empresas e empreendedores dos diversos setores e segmentos econômicos interagem com as condições do ambiente de negócios (ambiente geral e ambiente tarefa) para alavancar, fomentar e dinamizar a economia local.

A Inserção Competitiva entende-se como sendo o conjunto de ações necessárias para que o território se posicione externamente de maneira competitiva, contribuindo para a dinamização de sua economia. Dentre as ações possíveis estão aquelas que estimulam a cooperação técnico-científica, o aumento das relações de comércio exterior, o intercâmbio cultural e social dentre outras.