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quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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VÍDEO: Mãe de corretora assassinada se desespera e depreda hall de condomínio em Caldas Novas

A confirmação da morte da corretora Daiane Alves Souza, desaparecida há mais de um mês, provocou uma forte reação emocional da mãe da vítima, Nilse Alves Pontes, na manhã desta quarta-feira (28), em Caldas Novas (GO). Abalada, ela foi flagrada quebrando vasos e objetos no hall do condomínio onde morava com a filha.

O corpo de Daiane foi localizado durante a madrugada em uma área de mata a cerca de 15 quilômetros da cidade. O síndico do edifício Ametista Tower, Cléber Rosa de Oliveira, foi preso e confessou o crime à Polícia Civil de Goiás.

Segundo as investigações, a corretora foi vista pela última vez em 17 de dezembro de 2025, quando desceu até o subsolo do prédio para verificar uma queda de energia em seu apartamento, que ela suspeitava ter sido provocada de forma intencional pelo síndico.

Crime confessado e prisão

Em depoimento, Cléber afirmou que agiu sozinho. Ele admitiu que matou Daiane após uma discussão no subsolo do condomínio e, em seguida, transportou o corpo em sua picape até o local onde foi ocultado.

O filho do síndico também foi preso, suspeito de obstruir as investigações. A Polícia Civil apura o grau de participação dele no caso.

De acordo com os investigadores, Daiane gravava um vídeo no momento em que encontrou Cléber no subsolo. As imagens, no entanto, não chegaram a ser enviadas.

Revolta e dor

Ao ser informada da prisão do suspeito e da localização do corpo da filha, Nilse entrou em choque. Em vídeo que circula nas redes sociais, ela aparece destruindo objetos no hall do prédio e gritando frases de revolta.

“Como você tem coragem de fazer uma coisa dessa?”, questiona a mãe. Em outro momento, ela diz: “Hoje descobri onde está minha filha. Achei minha filha. O síndico está preso”.

Histórico de conflitos

A Polícia Civil aponta que o crime teria sido motivado por uma série de atritos entre Daiane e o síndico. A corretora administrava seis imóveis da família no edifício e mantinha desentendimentos recorrentes com Cléber desde 2024.

Entre fevereiro e outubro de 2025, Daiane registrou denúncias por perseguição, alegando que o síndico monitorava seus passos e sabotava serviços essenciais, como energia elétrica, água, gás e internet em seus apartamentos.

O caso segue sob investigação, e a causa da morte ainda será confirmada por perícia.

Vídeo:

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