A tensão permanece em Sepetiba, na zona oeste do Rio de Janeiro, após o assassinato de Laís Gomes Pereira, morta com um tiro na nuca em 4 de novembro enquanto empurrava o carrinho do filho de 1 ano e 8 meses. Nos dias seguintes ao crime, moradores tentaram invadir a residência de Gabrielle Cristine Pinheiro Rosario, suspeita de ter encomendado o homicídio.
🚨 Urgente: Moradores tentam localizar Gabrielle, apontada como mandante do assassinato de Laís, jovem de 25 anos, em Sepetiba. pic.twitter.com/D1PRCNGjL0
— Rio de Sangue (@riodesanguenews) November 11, 2025
Mandante e motivação
Segundo as investigações conduzidas pela Delegacia de Homicídios da Capital, Gabrielle — que é madrasta da filha mais velha de Laís — teria oferecido R$ 20 mil a pistoleiros para executar a vítima. De acordo com a polícia, a motivação seria a disputa pela guarda da menina de 5 anos; Gabrielle queria a guarda exclusiva e via Laís como um empecilho.
Reação da população
Vídeos que circulam em redes sociais mostram um grupo de moradores em frente ao imóvel da suspeita, em tentativa de invasão. A Polícia Militar precisou escoltar a residência para evitar que a situação evoluísse para linchamento. Familiares de Laís acompanharam as diligências e pedem celeridade nas investigações e responsabilização dos culpados.
Prisão dos executores e apurações
Os executores do crime já foram detidos e, em depoimento, confirmaram o pagamento de R$ 20 mil pela execução. A polícia segue investigando a participação da madrasta e do pai da criança — este último também é alvo de apurações para verificar se tinha conhecimento prévio ou participação no crime.
Reconstituição e provas
Em reconstituição realizada pela Polícia Civil, foi confirmado que Laís foi atingida pelas costas enquanto caminhava com o carrinho do filho. As autoridades trabalham agora na análise de movimentações financeiras, registros de comunicação e imagens que possam comprovar a negociação entre a suposta mandante e os executores.
Repercussão e pedido de justiça
O caso provocou comoção nas redes sociais e entre moradores de Sepetiba. Parentes da vítima cobram rapidez no processo investigativo e uma punição exemplar. Organizações e movimentos em defesa das mulheres acompanharam o desenrolar do caso e reforçaram a necessidade de proteção às vítimas e à família.



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