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terça-feira, 23 de junho de 2026
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Bolsonaro no Acre

Bolsonaro no Acre

Engana-se quem pensa que a vinda de Jair Bolsonaro ao Acre renderá votos para o coronel Ulysses. O sentimento do povo é: sou Bolsonaro e Gladson. Se tem uma coisa que o povo não é fiel, no Acre, é no voto para presidente da República.

Outro ponto. Comparar o ex-deputado federal por São Paulo, o acreano Enéias Carneiro ao presidenciável Jair Bolsonaro chega a ser bizarro. Enéias era culto, inteligente, dono de uma sabedoria invejável. Tinha ideias centradas. Já o “Mito” quer resolver tudo na bala e deixar tudo correr frouxo.

O caro leitor pode não gostar do PT e seus filiados, mas a declaração de Bolsonaro foi pesada. Total desconhecimento do conceito de democracia.

Vale registro

Um feito que vale registro. Enéias Carneiro (in memoriam) e Marina Silva são os dois acreanos que colocaram seus nomes à disposição dos brasileiros pleiteando a vaga de presidente da República.

Pode parecer pouco, mas motivo de orgulho para os acreanos, apesar de que, ambos não tiveram o olhar carinhoso dos acreanos. Vale o ditado popular: ‘santo de casa não obra milagre’. Feito o registro.

ANTONIA SALES BALSEIRO

Das barrancas do Juruá à Assembleia Legislativa

A ex-deputada estadual Antonia Sales (MDB) pleiteia este ano uma das 24 cadeiras da Assembleia Legislativa do Acre. Sem paixões políticas, a Coluna é livre para pensar, Antonia Sales, durante seus mandatos foi uma voz singular do povo do Juruá.

Não se trata de assistencialismo, trata-se de amor ao próximo. Em cinco minutos de conversa com a ex-parlamentar fica expresso isso, o desejo de ajudar os que menos tem é visível.

Outro fator consolidador da popularidade de Antonia Sales pode ser medido em conversas com os servidores da Aleac. São unânimes: Antonia Sales é humana.

Fenômeno nas redes sociais

O candidato ao Senado da República, Minoru Kinpara é um fenômeno nas redes sociais. Qualquer postagem gera centenas de compartilhamentos. Se depender das redes sociais, as urnas poderão surpreender este ano.

Minoru fez uma administração digna de elogios quando reitor da Ufac. E aqui não cabe discussão de onde veio os recursos. O que importa é que ele aplicou bem. Quem não lembra do antigo campus em Rio Branco tomado pelo mato e com ar de abandono? A Coluna é justa, por isso faz esse contraponto. Cabe ao eleitor decidir no dia sete de outubro, ele é livre para suas escolhas. E é assim que deve ser em uma democracia.