Quem olha para o deputado Manoel Moraes (PSB) à primeira vista desconhece sua capacidade de gestão e boa condução das finanças. Economista por formação, Manoel Moraes não perdeu a simplicidade do acreano, sempre preocupado com o homem do campo e da floresta.
Por meio do seu trabalho como primeiro-secretário da Aleac, uma espécie de tesoureiro, o parlamento acreano sai na frente como um dos mais econômicos do País em pesquisa divulgada recentemente.

No ninho dos ‘Camelis’
O candidato Marcus Alexandre segue firme com a campanha no Vale do Juruá. Ontem e hoje ele deve visitar Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima e Rodrigues Alves. A ideia é massificar seu nome e apresentar seu plano de governo ao povo do Juruá.
Sempre tomando um cafezinho aqui e ali, ele vai passando sua mensagem ao eleitor.

A Baixaria do mercado
O candidato ao governo pelo Progressistas, Gladson Cameli, também fez campanha no Juruá. Ao lado de Márcio Bittar, candidato ao Senado pelo MDB, os dois comeram uma bela baixaria no Mercado do Peixe.
Questionado por jornalistas sobre xingamentos nas eleições. Gladson disse que baixaria só a do mercado. Fará uma campanha limpa, sem ataques. Bom, esperar o fritar dos ovos deixa baixaria.
Saindo do forno
O Ibope deve divulgar nos próximos dias uma pesquisa de intenção de votos para o governo do Acre e Senado Federal. A pesquisa foi encomendada pela Rede Amazônica de Rádio e Televisão. A pesquisa foi registrada na última quinta-feira (16) junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Voz de trovão, coração de gigante
O eleitor acreano tem 455 candidatos para escolher quem vai ocupar as 24 cadeiras da Assembleia Legislativa no próximo quadriênio.
Muitos nomes que ninguém conhece, mas tem também candidatos que merecem atenção, como é o caso do atual vereador Jakson Ramos.
Bem articulado e sempre claro em seu discurso do amor pelo Acre. Desde que se formou em medicina, sempre trabalhou para ajudar àqueles que mais precisam, diferente de muitos que só aparecem a cada eleição. Estamos de olho.
Guerra fria
Há uma guerra fria na disputa pelas duas vagas ao Senado. É claro nas redes sociais defensores de Ney Amorim e eleitores de Jorge Viana fazerem uma espécie de uma ‘guerra fria’. Não existirá aí o voto casado, como houve com Marina Silva e Geraldo Mesquita, o Geraldinho (2003-2011).
Bom sábado a todos!


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