Nesta quinta-feira, 26, a Unidade Ministerial de Cruzeiro do Sul sediou a atividade ‘Momento Corregedoria’, promovida pela Corregedoria Geral do Ministério Público do Estado do Acre. Conduzida pelo corregedor-geral do MPAC, Celso Jerônimo de Souza, a reunião contou com a presença do corregedor nacional do Ministério Público, Orlando Rochadel Moreira, e do coordenador da Corregedoria Nacional, Rinaldo Reis Lima.
Também participaram, a procuradora-geral de Justiça, Kátia Rejane de Araújo Rodrigues, o procurador-geral adjunto Administrativo e Institucional, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, a promotora-corregedora Nelma Araújo e o promotor Almir Fernandes Branco, assessor especial da Procuradoria Geral de Justiça.
Na ocasião, Celso Jerônimo explicou que a iniciativa, realizada pela primeira vez em Rio Branco, busca estabelecer uma aproximação ainda maior entre o órgão e membros do MPAC, priorizando o trabalho de orientação, visando ao aperfeiçoamento das atividades funcionais de procuradores e promotores de Justiça.
“Trata-se de uma oportunidade de ouvir os promotores, saber das dificuldades, o que tem sido feito em relação às atividades extrajudiciais, entre outras questões. Nossa intenção é também desmistificar o trabalho da Corregedoria, que não se resume apenas à questão disciplinar”, explica o corregedor.
Outro assunto abordado foi a elaboração do Plano Operacional de Atuação (POA) pelas promotorias, que passará a ser objeto de aferição nas correições a partir da aprovação do Plano Geral de Atuação do MPAC e da conclusão do POA da Corregedoria. “O cumprimento daquilo que for definido no Plano Operacional de Atuação também será avaliado para efeito de movimentação da carreira”, acrescentou Celso Jerônimo.

Corregedor nacional pede que membros fortaleçam contato com a população
Orlando Rochadel falou sobre os cinco pilares que regem sua gestão frente à Corregedoria Nacional do MP, que são: Amor e não temor, humanização, qualidade, unidade e indivisibilidade e quem ama corrige. Ainda em sua fala, o corregedor nacional fez um apelo para que o MP esteja cada vez mais próximo da sociedade.
“O Ministério Público se legitimou a partir do contato com a população, da aproximação com os movimentos sociais. Não deixem de atender às pessoas. Promotor bom não é aquele que é temido, mas, sim, aquele que é amado e querido pela população”, disse.
Já o coordenador da Corregedoria Nacional, Rinaldo Reis, falou sobre o Ministério Público atual e disse que, após 30 anos da Constituição de 1988, que definiu as funções constitucionais do MP, o momento é de reflexão.
“O que era o MP de quinze anos atrás? Como era visto pela sociedade e como é visto hoje? Precisamos repensar como está sendo o nosso relacionamento com a sociedade e saber como tem sido o papel do membro do Ministério Público”, destacou.



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