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terça-feira, 7 de julho de 2026
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Em dez anos, dobra o número de homens com diabetes em Rio Branco, diz Vigitel

Em dez anos, dobra o número de homens com diabetes em Rio Branco, diz Vigitel

Opercentual de homens de Rio Branco que apresentaram diagnóstico médico de diabetes mais que dobrou entre os anos de 2006 e 2017, crescendo   106,02% nesse período. No geral, Rio Branco aparece como a sétima capital com o menor número de pessoas com a enfermidade, com 8,5%. Os dados, da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), servem para alertar a população da capital acreana no Dia Nacional de Controle do Diabetes, celebrado anualmente no dia 27 de junho. Há 11 anos, o percentual de homens que tinham o diagnóstico da doença era de 3,2%, agora o índice passou para 6,6%.  O percentual de mulheres com diagnóstico de diabetes também aumentou 56,7% no mesmo período.

Na comparação com as demais capitais, os homens de Rio Branco apresentaram uma das maiores taxas de diagnóstico médico de diabetes, em 2017. Já entre as mulheres, a capital acreana teve o quinto maior percentual da doença (6,6%), ficando à frente de São Luís, Florianópolis, Macapá e Palmas.

Entre 2010 e 2016, o diabetes já vitimou 1.032 pessoas no Acre. De acordo com o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), o número teve alta de 30,2% no período: foram 119 mortes, em 2010, e 155 em 2016. Dados do Sistema de Informações Hospitalares (SIH) apontam que a quantidade de internações subiu de 376 em 2010 para 446, em 2016. O diabetes é responsável por complicações, como a doença cardiovascular, a diálise por insuficiência renal crônica e as cirurgias para amputações dos membros inferiores.

Para os que já têm diagnóstico de diabetes, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferta gratuitamente, já na atenção básica – porta de entrada do SUS, atenção integral e gratuita, desenvolvendo ações de prevenção, detecção, controle e tratamento medicamentoso, inclusive com insulinas. Para monitoramento do índice glicêmico, ainda está disponível nas unidades de Atenção Básica de Saúde, reagentes e seringas.

O programa Aqui Tem Farmácia Popular, parceria do Ministério da Saúde com mais de 34 mil farmácias privadas em todo o país, também distribui medicamentos gratuitos, entre eles o cloridrato de metformina, glibenclamida e insulinas.