A jogadora de vôlei brasileira Beatriz Palmieri, de 25 anos, voltou ao Brasil após uma temporada em Israel que foi interrompida devido aos conflitos na região. Beatriz decidiu retornar a Hod HaSharon para jogar mais uma temporada, mas testemunhou momentos aterrorizantes durante os recentes confrontos entre Israel e o grupo palestino Hamas. Ela teve que se esconder em um bunker por três vezes e ouviu sirenes e explosões de bombas. Com medo de não conseguir sair da situação e de não conseguir voltar para casa, Beatriz expressou alívio ao retornar ao Brasil. Ela agradeceu ao governo brasileiro por organizar a repatriação dos brasileiros em áreas de conflito, destacando que o Brasil foi o único país a enviar resgates para seus cidadãos. No mesmo voo de retorno estava Evelyn Crimerman, que também passou por momentos tensos em Israel. Ela correu para abraçar seu filho, Tiago Marchesano, ao desembarcar em Guarulhos. O filho relatou que a família estava em Ra’anana, perto de Tel Aviv, durante a situação tensa e expressou a necessidade de encontrar uma solução para o conflito. Evelyn descreveu o voo como tenso e expressou tristeza por deixar sua filha e netos em Israel.
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