GUILHERME LIMES
Foi anunciado nesta última quinta-feira, 28, pelo secretário especial de Fazenda do Ministério da Econômia, Waldery Rodrigues, que valor do auxílio emergencial será prorrogado, principalmente para quem recebe por ser trabalhador informal. Além disto, o ministro da Economia, Paulo Guedes, está planejando realizar um corte de até R$ 400,00 no valor padrão do programa (R$ 600,00), chegando a custar R$ 200,00.
De acordo com Rodrigues, o auxílio será reavaliado sobre sua efetividade, pois seu financiamento é careiro. Sendo assim já está sendo estudada estratégias para ser prorrogada em novo formato.
“O auxílio emergencial será prorrogado? Muito provavelmente sim, mas com outro perfil, outro formato. É um programa valiosíssimo, de alta efetividade, mas caro”, frisou o secretário durante audiência virtual.
Foi informado que os custos do auxílio disparam a mais de R$ 51,6 bilhões e que por isso defende que será reavaliado. Assim, Guedes defende o reajuste e corte no valor de R$ 600,00 que está sendo destinando às pessoas que estão passando por vulnerabilidade financeira.
“Pode ser prorrogado. Uma prorrogação de R$ 200 implicará em custo por mês de aproximadamente R$ 17 bilhões, então estamos dando atenção ao seguimento mais afetado da população”, argumentou Guedes.
A senadora do Maranhão, Eliziane Gama (Cidadania), frisou que a temática já está sendo discutida dentro do Congresso pelos parlamentares para chegar ao consenso do que deverá ser decidido. E que também já há um projeto para que o auxílio continua a resistindo pelo próximos três meses, após a 4ª parcela.
Durante a sessão, houveram muitas pressões em defesa da permanência do valor monetário de R$ 600,00. E assim foi apresentado que se contabilizado os três meses de pagamento geraria em gasto de R$ 152,6 bilhões.
Os parlamentares também exigiram numa melhoria e mais acessibilidade para a liberação do crédito. E foi advertido por Guedes que também enxergam a necessidade desta melhoria.


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