Trabalho executado pela APAE Rio Branco é destacado durante Tribuna Popular

A Câmara Municipal de Rio Branco realizou na terça-feira, 12, uma Tribuna Popular no qual evidenciou as ações desenvolvidas pela Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Rio Branco / Acre. Na ocasião, a Casa Legislativa recebeu no plenário a presidente da APAE, Maria do Carmo Pismel; a secretaria da presidência da APA, Kaithylana; a assistente social Fabíola Freitas; e a diretora da Escola Dr. Chalub Leite – Anexo Da APAE, Sanmarah Alves.

A presidente da APAE destacou o trabalho executado pela entidade e os atuais gargalos. “Nós procuramos buscar parcerias para que possamos continuar a desenvolver esse trabalho, promover a habilitação e reabilitação de pessoas com deficiência. Temos serviços baseados na parte de educação, assistência social e saúde. Nossa média de atendimentos é de 250 alunos, mas não atendemos o suficiente. Nosso trabalho é constante e nós falta recursos”, evidenciou Maria do Carmo.

E acrescentou: “fora nossos alunos, atendemos a comunidade que procura por nós, que busca atendimento, pessoas de outros municípios. Somos gratos pela oportunidade de estar aqui hoje [terça, 12] e pela ajuda que recebemos, mas estamos passando por essas situações e necessitamos de um suporte financeiro. São 42 anos com atendimentos semanais, trabalho constante e com profissionais apaixonados. Aproveito a oportunidade para que aqueles que não conhecem e nem são associados a APAE possam conhecer a nossa instituição e se associar. Estamos preparados para recebê-los”, frisou.

A assistente social, Fabíola Freitas chamou a atenção para atendimento e dificuldades que as famílias enfrentam. “Trabalho há 15 anos na APAE Rio Brancos, quero agradecer pela ajuda que temos recebido, mas destaco também que estamos passando por dificuldades. Estamos aqui em nome dos alunos e das famílias, todos os dias, ouço desabafos e quem conhece a instituição sabe da responsabilidade social que carregamos. Então, as famílias têm confiado no nosso atendimento e para podermos continuar, precisamos de ajuda, venha conhecer nossa instituição, nossos alunos e nossa equipe. Lembrem que além do trabalho social, estamos lidando com vidas”, finalizou. (Por Emely Azevedo, estagiária de Jornalismo na CMRB)