Faturamento da Capitalização no Acre chega a mais de R$ 74,5 milhões

Por Bruna Lopes – Os dados divulgados pela Federação Nacional de Capitalização (FenaCap) apontam que entre os meses de janeiro a dezembro de 2018 a Região Norte registrou na receita de títulos de capitalização um total de R$ 658,4 milhões. Apenas no Acre o setor movimentou mais de R$ 74,5 milhões.

Ficando atrás apenas de Rondônia que registrou R$ 86,6 milhões e do Amazonas que apresentou um volume de mais de R$ 153,7 milhões. E o líder do ranking, que é o Pará com R$ 267,4 milhões.

Os números representam um aumento de 1,2% em 2018. Vale ressaltar que o setor de Títulos de Capitalização, são produtos que oferecem soluções de negócios com sorteios.

Os dados também apontam que um crescimento de 0,9% nas reservas técnicas, montante correspondente a recursos de títulos de capitalização ativos, resgatados ao final da vigência ou de forma antecipada, somaram R$ 29,4 bilhões.

“O mercado reagiu, trazendo mais otimismo, em particular pela aprovação do novo marco regulatório do setor”, diz o presidente da FenaCap, Marcos Coltri (Foto).

Ainda segundo ele, o normativo traz mais segurança jurídica e, consequentemente, melhora o ambiente de negócios. As modalidades de capitalização estão cada vez mais presentes na vida das pessoas, seja como solução para a conquista da disciplina financeira, para garantia de contratos, para o exercício da filantropia ou para alavancagem de outros segmentos econômicos, acrescentando que a expectativa para 2019 é de um novo ciclo de lançamento de produtos.

Ao longo de 2018, as empresas de Capitalização distribuíram R$ 1 bilhão em sorteios, o equivalente ao pagamento de R$ 4,3 milhões em prêmios por dia útil do período. Já o montante relativo aos resgates recuou 3,3%, em comparação ao ano anterior.

O setor restituiu R$ 17 bilhões a clientes que levaram seus planos de capitalização até o fim do prazo de vigência, ou para aqueles que optaram por antecipar o resgate de suas economias. “Registramos uma tendência à redução dos resgates antecipados logo no início do ano, movimento que se acentuou ao longo do período, possivelmente como reflexo da melhoria das expectativas em relação à economia”, avalia o presidente da FenaCap. (Com informações assessoria)