Projeto Criança Feliz entrega cestas básicas para mais de 150 famílias carentes

“Deus não tarda e nem se adianta. Ele age no tempo certo. Deus é fiel. Mal tínhamos o que comer hoje”. Essas foram as palavras ditas pelo senhor Eurivan Silva, morador do ramal do Panorama, após sua família receber, do Projeto Criança Feliz, uma das 160 cestas básicas entregues no último domingo, 13, pelos voluntários da ação social.

Além do Panorama, também foram beneficiadas famílias de baixa renda do Ramal da Judia e do bairro Wanderley Dantas. Os sacolões foram adquiridos com recursos arrecadados por meio do já tradicional bazar solidário que o Projeto Criança Feliz promove todos os anos em Rio Branco.

A dona de casa Maria Alves Ferreira, que também recebeu uma cesta básica, demonstrou-se extremamente grata aos voluntários pela doação. “Muito obrigado por essa ajuda. É algo de Deus mesmo. Não é todo dia que recebemos uma bênção dessas. Chegou na melhor hora possível”, agradeceu a moradora do Wanderley Dantas.

Para Karen Araújo, uma das coordenadoras do Criança Feliz, o projeto inicia 2019 da melhor forma possível: ajudando o próximo. “Muitas dessas pessoas não têm, infelizmente, quase nada em suas mesas para se alimentar e oferecer aos seus filhos. Pode até parecer pouco para quem está de fora, mas quem recebe esses sacolões demonstra uma gratidão que nos motiva a tentar fazer sempre mais pelos menos favorecidos”, destaca Karen.

Everton Vieira, um dos idealizadores do Criança Feliz, ressalta que este é o oitavo ano de ações do projeto social. “Graças a Deus temos conseguido realizar todos os anos a entrega de presentes para crianças de comunidades carentes no 12 de outubro e também abençoado as famílias com cestas básicas. É o mínimo que podemos fazer para ajudar quem tanto precisa. Mais do que alimentos e brinquedos, nosso principal objetivo é levar o amor de Deus para todas essas pessoas”, enfatiza Vieira.

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Projeto Criança Feliz realiza festa e entrega presentes

A última sexta-feira, 12 de outubro, foi de alegria e muita festa em pelo menos seis comunidades carentes de Rio Branco e de Senador Guiomard. Para comemorar o Dia das Crianças, os voluntários do Projeto Criança Feliz foram aos bairros Ilson Ribeiro, Aroeira, Canaã e Carandá, todos estes na capital, além de Democracia e Chico Paulo, ambos no Quinari. Além de entregar mais de três mil brinquedos para meninos e meninas, a programação também teve como atração palhaços e o grupo de teatro da Jocum.

Moradora do Loteamento Canaã, Taynara de Almeida, de 21 anos, mãe do Miguel, de 3 meses, e da Júlia, de 4 anos, ficou feliz com a ida do Projeto Criança Feliz à comunidade. “É muito bom todas essas pessoas virem aqui trazer alegria para a criançada. Eu, particularmente, como estou desempregada, não teria condições de comprar sequer uma lembrancinha para os meus filhos. Mas graças a Deus e à bela iniciativa desse projeto, ninguém ficará sem presente”, festejou Taynara.

A pequena Emily, de 6 anos, era uma das mais animadas. Isso porque, o Dia das Crianças é também a data de seu aniversário. Ela foi convidada a subir no carro de som para que todos que estavam presentes ao evento no bairro Cannaã cantassem parabéns para homenageá-la. “É um aniversário que nunca irei esquecer”, afirmou Emily.

Para Karen Araújo, uma das coordenadoras do Projeto Criança Feliz, é enorme a satisfação de todo o grupo de poder levar amor e alegria aos mais necessitados. “Para honra e glória de Deus, pudemos realizar mais uma edição desta iniciativa que tanto nos alegra. Na verdade, nós, voluntários, somos os grandes privilegiados por desfrutar de um dia tão especial e proporcionar um momento incrível a milhares de meninos e meninas, os quais, a maioria, não teria muito o que celebrar nesta data”, ressaltou.

De beneficiada a voluntária

A auxiliar de serviços gerais Maria Félix, de 43 anos, moradora do Ilson Ribeiro, foi beneficiada pelo Criança Feliz em 2017, quando ganhou presentes para seus filhos. Admirada com a iniciativa, ela recebeu o convite de um dos membros do projeto para fazer parte da ação e neste ano foi voluntária no 12 de outubro.

“Fui convidada e de imediato aceitei. Fiquei encantada com o projeto e espero permanecer auxiliando por muitos e muitos anos. Sem dúvida alguma, é ainda mais gratificante ajudar e servir o próximo do que ser ajudado”, salientou Félix.

Entrega de cestas básicas no Natal

Além de alegrar o 12 de outubro de bairros carentes da capital e de Senador Guiomard, o projeto Criança Feliz mais uma vez doará cestas básicas para famílias de baixa renda de Rio Branco nos dias que antecedem o Natal. Em dezembro 2017, os voluntários conseguiram entregar cerca de 300 sacolões para os mais necessitados. Para saber mais sobre o Criança Feliz, visite a página do projeto no Facebook facebook.com/ProjetoCriancaFelizAC ou no Instagram @projetocriancafelizacre.

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Projeto Criança Feliz realiza Bazar Solidário no próximo sábado

O Projeto Criança Feliz realiza no próximo sábado, 4, o sétimo Bazar Solidário. O objetivo é arrecadar fundos para apoiar famílias carentes da capital acreana. O evento acontece na rua Paula Lucena n° 271, Vila Ivonete, a partir das 10h.

“Nosso único objetivo é arrecadar valores através do bazar para poder levar os brinquedos para as crianças carentes da nossa cidade no dia 12 de outubro, e no final do ano abençoar as famílias com as cestas básicas”, comenta uma das organizadoras do evento, Karen Araújo.

O Bazar terá diversos produtos à venda com preços acessíveis. São roupas calçados brinquedos acessórios tudo bom estado de conservação que estarão sendo vendidos durante o bazar.

Estão disponíveis quatro pontos de coleta para receber os produtos doados, as decisões podem ser feitas nos seguintes locais: Loja Adoletá na Galeria Meta, loja Fontenele no Calçadão, Igreja Batista do Bosque, e na AABB. As doações podem ser feita até a data do evento.

O projeto que já existe há 7 anos, é formado por aproximadamente 30 voluntários. Somente no ano passado foram beneficiados 4 mil crianças e 300 famílias receberam cestas básicas nas festa de final de ano.

“O projeto Criança Feliz na verdade não beneficia nenhuma instituição, as crianças que são alcançadas são crianças carentes, residentes nas comunidades pobres e também famílias carentes nos dias que antecedem o natal”, explica Karen.

Durante o Bazar, o grupo realiza ainda opções de recreação para as crianças com pula-pula, pescaria, além de almoço e lanches, leilões e outras atividades.

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bazar

Ninguém precisa viver a santidade ou a perfeição para ser feliz

Há pouco tempo atrás eu acha que tudo teria que está perfeito para que algo desse certo.

Que eu teria que fazer muuuitos cursos para ter sucesso profissional.

Que eu teria que ser a super mulher para ter um bom homem e o casamento dos sonhos.

Que eu teria que ser linda e sedutora para ser percebida.

Que eu teria que ser “santa” e a “certinha”para conquistar o “reino dos céus” e ser feliz!

Mas o que é mesmo a perfeição?

Que condição é essa que a gente tanto busca e que ninguém alcança?

Porque queremos tanto sermos validados pela perfeição ou pela santidade?

No meu caso, a perfeição era o argumento certo para que eu não me expressasse na vida e para que eu recuasse sempre. Era o refúgio perfeito para que os outros não me vissem e também não me julgassem.

A perfeição era a justificativa do meu medo, mas também era a razão das minhas frustrações porque nunca alcançava o ideal que tinha como referência.

Tudo era uma grande loucura, de um lado o esconderijo e do outro a prisão!

Já a “santidade” era buscada por mim para me sobrepor a alguém, para dizer que eu fazia alguma coisa certa e melhor.

Era como se ela fosse o passaporte para a aceitação e para o palco que eu queria ter.

Com o tempo, eu percebi que tudo isso não passava de uma grande ilusão.

Primeiro porque ninguém, na face desse planeta é perfeito, e, de verdade, deve ser chato demais ser assim.

Minhas imperfeições são os degraus para o meu crescimento e a razão, mais do que perfeita, para que eu me aceite assim como eu sou.

E uma coisa eu falo para vocês: são nas nossas imperfeições que nos igualamos e encontramos a paz para sermos o que realmente somos.

E a partir desse raciocínio, deixei de lado a ideia de ser santa, a certinha, a cheia de rótulos de hipocrisia, dona da razão e a religiosa que usava da religião para se colocar no pedestal.

E a expressão TENHO QUE SER, joguei no lixo.

Não tenho que ser nada!

Não quero me definir com rótulos que eu não banco e também não quero ser cobrada para ser o que eu não sou, porque descobri que o bom da vida mesmo é SER NORMAL.

É me vestir do jeito que me faz bem.

É me expressar através das minhas experiências.

É me divertir sem culpa e sem medo do que vão pensar ao meu respeito (sempre sem excessos que maculem o meu comportamento e que arruine a minha vida).

É frequentar a minha religião sem a pressão de me transformar no que eu não sou e sem dar a mínima para as pessoas que a julgam.

É de tocar o meu tambor e entoar os meus rezos sem me importar com o preconceito dos que entendem que isso é falta do que fazer.

É me relacionar com as pessoas através da minha verdade, gostem elas ou não.

É ser livre através das minhas “imperfeições”.

Me aceitar imperfeita foi uma das melhores condições que já pude alcançar, porque foi através desse movimento que encontrei a minha paz e meu centramento.

Não querer ser melhor que ninguém e a perfeitinha me tirou de uma situação miserável de sempre buscar ser o que eu não era.

Hoje sou feliz assim e grata por conhecer essa grande verdade.

E desejo, do fundo do coração, que a busca de todas (os) vocês chegue no ponto onde o aceitar das nossas imperfeições seja o maior de todos os encontros.


perfilOrientadora e influenciadora holística da Casa Instante e do Centro de Resgate do Ser – A Casinha e idealizadora da página @mulheres_xamanicas