Entidade internacional se dispõe a ajudar na recuperação de museu

O Conselho Internacional dos Museus reúne integrantes de 150 países

O Conselho Internacional dos Museus (cuja sigla em inglês é Icom), que reúne 27 mil integrantes de 150 países, 114 comitês nacionais e 30 comitês internacionais, informou hoje (3) que se empenhará para colaborar na superação das perdas causadas pelo incêndio no Museu Nacional do Rio de Janeiro. Pelas estimativas iniciais, serão necessários R$ 15 milhões.

Em nota, o Icom destacou a mobilização em parceria com o Comitê Permanente sobre Gestão de Riscos de Desastres (DRMC), e os comitês Internacionais para Museus Universitários (UMAC), Documentação (CIDOC) e História Natural (NATHIST).

“Neste dia sombrio, não apenas pela herança brasileira, mas também pelo patrimônio mundial, queremos reiterar nossa crença inabalável na resiliência e profissionalismo dos funcionários de museus do Brasil e nossa fé em sua capacidade de se recuperar desse evento doloroso.”

A nota do Icom detaca a “profunda tristeza” provocada pelo incêndio devastador: “O maior museu de história natural da América Latina e a instituição museológica mais antiga do Brasil”.

Segundo o Icom, o único alívio é que o incêndio não provocou vítimas. Mas a instituição lamentou a perda da maior parte do acervo do museu. “Estamos aliviados que este desastre não causou nenhuma morte. Lamentamos a perda da inestimável do acervo do museu.”

Movimento Alcoólicos Anônimos no Acre realiza ação pelos 83 anos da entidade

O movimento Alcoólicos Anônimos AA no Acre realizou no sábado, 9, uma ação alusiva aos 83 anos de criação do grupo no mundo inteiro. Durante toda a manhã pessoas estiveram concentradas em frente ao Colégio acreano, no calçadão, entregando panfletos informativos sobre atuação do grupo.

No Acre o movimento tem aproximadamente 38 anos de existência e conta com 12 grupos de apoio que atendem pessoas que buscam nos centros a força necessária para deixar o vício.

Uma das características do AA é o anonimato, e a aceitação do doente da sua condição de dependente e o desejo que parar de beber. 0 tratamento consiste na ajuda mútua através da troca de experiências dos participantes.

Uma destas pessoas é o senhor S. Paiva que encontrou no AA a oportunidade de retomar a vida que o alcoolismo havia lhe roubado.

“Comecei a beber como qualquer outra pessoas, depois de um tempo só os finais de semana já não me satisfazia. Chega o momento que você começa perder a capacidade de saber a hora de parar de beber” conta S.P.

Ele conta que precisou perder tudo para buscar ajuda. “Perdi tudo, família, emprego, tudo contribui para a doença evoluir, cheguei a morar de favor e ficar perambulando pelas ruas. Quando cheguei ao AA tudo isso foi me restituído” afirma.

Para que a pessoa frequente um desses grupos de apoio é necessário que o alcoólatra queira fazer parte de um centros de apoio. O AA atua como forma de apoio mútuo, sem a necessidade de internação por isso o doente precisa estar disposto a continuar.