Vacinação contra Sarampo e Poliomielite encerra com 95% de alcance em todo País

O Ministério da Saúde divulgou na segunda-feira, 17, o resultado da campanha de vacinação contra Sarampo e Poliomielite que encerrou na última sexta-feira,14, em todo o país, segundo os dados, o Brasil ultrapassou a meta de vacinar, pelo menos, 95% das crianças de um a menores de cinco anos contra as duas doenças.

De acordo com os números divulgados pelo Ministério da Saúde, 15 estados alcançaram a meta nas vacina. Os outros onze apresentaram resultados abaixo do esperado, o Acre foi um dos não alcançaram a meta nacional.

O Acre conseguiu imunizar 91,7% das 63.573 crianças que precisavam da vacinas. Foram aplicadas 58.265 contra a poliomielite e 58.286 contra o sarampo. Em todo o país 95,4% das crianças foram vacinadas contra pólio e de 95,3% para sarampo. Mais de 4,4 mil municípios cumpriram a meta estipulada pelo Ministério da Saúde.

Foram aplicadas no país 21,4 milhões de doses das vacinas, 10,7 milhões de cada, segundo o Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (SI-PNI), alimentado pelos estados,

Além do Acre, os estados de Alagoas, Rio Grande do Norte, Amazonas, Bahia, Pará, Piauí, Roraima, Rio de Janeiro e o Distrito Federal ainda não atingiram a meta de vacinar 95% do público-alvo.

Apesar do bom desempenho da campanha a nível nacional, aproximadamente 516 mil crianças ainda não tomaram as vacinas contra as duas doenças. A única faixa etária que não chegou ao índice de 95% foi a de um ano de idade, cuja cobertura está em 88%.

De acordo com o Ministério da, os gestores têm até o dia 28 de setembro para informar no SI-PNI do Ministério da Saúde os dados de vacinação da campanha. Portanto, estados e municípios tem até esse período para buscar a meta da Campanha e vacinar as crianças de um a menores de cinco anos.

Após um ano e cinco meses, DF encerra nesta sexta racionamento de água

O Distrito Federal não terá mais racionamento de água a partir de amanhã (15). Segundo o governador Rodrigo Rollemberg, os R$ 519 milhões investidos no setor de abastecimento garantirão o fornecimento de água “por algumas gerações” no DF. O racionamento de água no DF ocorre há um ano e cinco meses.

“As condições neste momento é de muita segurança, a ponto de podermos dar fim ao racionamento de água. Com a finalização das obras de Corumbá [Sistema Produtor de Água Corumbá], que teremos em um ano, resolveremos a situação pelos próximos 20 anos”, disse o governador ao fazer o anúncio do fim do racionamento. “Por isso, digo, com convicção, que não teremos mais racionamento por algumas gerações.”

O volume últil do Reservatório do Descoberto, um dos principais do DF, está em 92,9%, de acordo com medição feita ontem (13). No mesmo dia de 2017, o volume útil era 51,9%. “Vale dizer que esses [quase] 93% registrados atualmente significam mais do que 100% em 2015, devido ao aumento da capacidade”, acrescentou.

De acordo como o governador, os bons resultados são consequência também de “uma nova consciência de consumo na população do DF”, que reduziu seu consumo diário, por habitante, de 189 litros em 2014 para 129 em 2017. Em 2015, o consumo de água por habitante estava em 153 litros, e em 2016, 147 litros por dia.

Diante desse cenário mais positivo, foi autorizado que a Companhia de Águas e Esgoto de Brasília (Caesb) aumente suas captações dos atuais 3,3 mil litros por segundo para 4,3 mil litros, a partir de hoje (14). Além disso, os produtores rurais do DF foram autorizados a aumentar o tempo de captação de água, das 3 horas por dia para 6 horas.

Rollemberg destacou o papel dos produtores rurais, pelo consumo mais inteligente dos recursos hídricos. Só com o manejo de irrigação, foi possível uma economia de 40,8 litros por segundo. Já a irrigação convencional economizou 32,3 litros a cada segundo. Com a revitalização dos canais de irrigação, foi possível obter uma economia de 76,56 litros por segundo.

O governador informou que só com as obras do Subsistema Produtor de Água do Ribeirão Bananal foi possível aumentar em 700 litros por segundo a capacidade do sistema, mesma quantidade do Subsistema Produtor de Água do Lago Norte. Já o de Corumbá agrega mais 1,4 mil litros de água por segundo na primeira fase, número que será aumentado para 2,8 mil ao final do projeto. Segundo Rollemberg, com custo de R$ 27 milhões, esta é a maior obra de abastecimento de todo o país.

Os R$ 519 milhões investidos no setor de abastecimento foram aplicados em sistemas, subsistemas, interligações, religações de canais de irrigação, reservatórios e em programas de redução e controle de perdas.