Guedes diz a empresários que governo lançará pacote de R$ 100 bi em crédito

Associações também pedem renegociação de dívidas contratadas nos últimos meses, devido à alta da Selic

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse a empresários nesta quarta-feira (16) que o governo vai lançar um pacote de R$ 100 bilhões em crédito para MEIs (microempreendedores individuais) e pequenas e médias companhias.

Segundo o presidente da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), Paulo Solmucci, o ministro sinalizou que o novo programa pode ser oficializado já na semana que vem. “Ele disse que está pronto, só falta apresentar ao presidente Jair Bolsonaro (PL)“, afirmou.

A indicação foi dada por Guedes em almoço com integrantes da Unecs (União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços) em Brasília.

O ministro da Economia Paulo Guedes durante coletiva de imprensa
O ministro da Economia Paulo Guedes durante coletiva de imprensa – Pedro Ladeira – 25.jan.2022/Folhapress

A estratégia inclui a renovação do Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte), encerrado no fim do ano passado, e do Peac (Programa Emergencial de Acesso a Crédito), cujas contratações ocorreram até dezembro de 2020.

Para viabilizar novas contratações, a ideia é manter os recursos aportados no FGO (Fundo Garantidor de Operações), que garantiu as contratações do Pronampe, e do FGI (Fundo Garantidor para Investimentos), vinculado ao Peac.

Uma MP (medida provisória) deve ser editada pelo presidente prevendo essa possibilidade. Isso é necessário porque a lei hoje prevê o retorno de boa parte desses recursos à União, conforme o fluxo de pagamento de parcelas pelos tomadores dos empréstimos.

O FGO foi abastecido com recursos de créditos extraordinários, que ficam fora do teto de gastos, sob a justificativa de facilitar o crédito a empresas afetadas pela pandemia de Covid-19. A devolução dos recursos foi prevista para garantir a redução da dívida pública.

O governo, porém, quer agora mantê-los permanentemente nos fundos garantidores. A justificativa é que muitos pequenos e médios empresários continuam sofrendo os impactos da crise.

Os fundos garantidores ajudam a cobrir eventuais prejuízos das instituições financeiras. Isso ajuda sobretudo empresas que não têm garantias tão sólidas e, por isso, ficam sem acesso a crédito com baixo custo.

A MP também deve prever mudanças no quanto de risco é assumido por esses fundos. No formato atual, a verba pode cobrir até 80% do prejuízo com as operações, o que limita o tamanho das concessões de crédito.

A ideia é que os fundos agora assumam 20% do risco, o que permitirá uma alavancagem maior dos bancos. Daí o número de até R$ 100 bilhões em novos empréstimos.

Segundo uma fonte da área econômica, o pacote ainda deve ser reforçado pelo Fampe (Fundo de Aval para a Micro e Pequena Empresa), que receberá um aporte de cerca de R$ 600 milhões do Sebrae.

Haverá também um braço de microcrédito a ser lançado pela Caixa, voltado a MEIs e informais que têm seu próprio negócio. A ideia é que os valores dessas operações fiquem entre R$ 3.000 e R$ 5.000.

O presidente da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), José César da Costa, afirmou que os recursos ainda estão em estudo pelo governo, mas podem ajudar a dar sobrevida ao setor de comércio e serviços, que ainda enfrenta dificuldades.

EMPRESÁRIOS QUEREM RENEGOCIAR JUROS DO PRONAMPE

Os empresários também buscam uma renegociação das condições das operações contratadas no passado no âmbito do Pronampe.

Esses empréstimos foram firmados quando a taxa básica de juros, a Selic, est ava em 2% ao ano, com um adicional de até 1,25% ao ano. Agora, a Selic já está em 10,75% ao ano, com perspectiva de alta.

“O aumento da Selic para mais de dois dígitos onera bastante quem pegou esses recursos. Estamos buscando realmente condições de poder negociar isso”, disse Costa.

Segundo Solmucci, da Abrasel, Guedes sinalizou que o Ministério da Economia também vai estudar uma solução para esses empresários com dificuldades de pagar as parcelas do financiamento passado.

Possíveis soluções aventadas pelos empresários incluem a prorrogação do prazo de pagamento, um alívio no valor das parcelas ou aumento do tempo de carência.

Segundo a Abrasel, 20% dos bares e restaurantes estão inadimplentes com as prestações do Pronampe.

folha

Empresários acreanos estão positivos com primeiro semestre de 2019

O empresariado local está animado para o primeiro semestre de 2019. Ao menos 74% acreditam em um período positivo, contra 16% com expectativa negativa, e 10%, que não se manifestam quanto a este aspecto. A pesquisa, realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Acre (Fecomércio/AC), por meio do Instituto Fecomércio de Pesquisas Empresariais do Acre (Ifepac), abordou, ainda em janeiro, 61 empresários da capital acreana.

Dos que esperam boas vendas no primeiro semestre deste ano, 65% acreditam em contribuição positiva da parte do novo governo do estado para o aquecimento do mercado de Rio Branco. Entretanto, 18% se mostram indiferentes quanto a essa contribuição e 17% não sabem responder. Ainda em relação aos empresários otimistas, 57,6% esperam redução do desemprego na economia e outros 33,9%, numa ação eficaz de combate à corrupção, afora outros, que esperam condições adequadas para o adimplemento de situação fiscal pendente. 

Ameaça para o comércio local no primeiro semestre de 2019

Aproximadamente 75% dos entrevistados demonstram preocupação com uma possível “falta de dinheiro na praça”, dada a precariedade financeira amplamente anunciada pelo governo do estado. Também o elevado nível de endividamento da população já observado pelo mercado, representa uma ameaça na avaliação empresarial. Outro aspecto de ameaça é o desemprego, que além de tudo, contribui para o aumento do “comércio informal”, prejudicando assim, a atividade formal submetida à uma exorbitante carga fiscal e outros encargos incidentes sobre o funcionamento de empresa organizada.

O estímulo à instalação de empreendimentos comerciais do varejo de grande porte no mercado de Rio Branco é uma ameaça para a maioria dos estabelecimentos em funcionamento, classificados como micro e pequenas empresas – ME. Para 38,3% dos empresários, o grande empreendimento comercial tem a capacidade de atrair mais clientes, deixando assim, os micros e pequenos estabelecimentos em situação desfavorável de mercado.  Outros 18,3% demonstram “ciência” de que o grande empreendimento comercial tem infinita condição de “promoções de vendas” em condições mais vantajosa que o micro e pequeno empreendimento.

Empresários são apresentados a plano de governo de Bolsonaro

Diretores da FIEAC e representantes do setor produtivo recebem equipe de campanha do candidato da oposição à Presidência da República

Em busca de apoio ao presidenciável Jair Bolsonaro, a equipe local da campanha do candidato esteve reunida na Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC), na noite da última segunda-feira, 22 de outubro, com representantes do setor produtivo e diretoria da instituição. Liderado pelo Cel. Ulysses, candidato ao governo do Estado pelo PSL, o grupo apresentou o plano de governo do militar e solicitou adesão do setor nesta reta final do segundo turno das eleições.

“Hoje estamos aqui para pedir apoio das pessoas que querem uma mudança no nosso país. A campanha do segundo turno é ainda mais difícil que a de primeiro turno, e o programa de Bolsonaro defende a ética, a moralidade, a pátria e os bons costumes. Nosso partido abriu mão, inclusive, do fundo partidário de financiamento de campanha, o que mostra uma lisura de pessoas que querem uma política diferente”, defendeu Ulysses.

Representando a classe empresarial, o presidente da Associação Comercial, Industrial, de Serviço e Agrícola do Acre (Acisa/AC), Celestino Bento de Oliveira, afirmou que o grande problema dos candidatos é a falta de visão de que o setor produtivo é a força motriz da economia. “Deixa o empresário trabalhar. O país anda no automático, não precisa de muita coisa. Basta fazer o que é certo. Setor privado forte é sinônimo de setor público forte, e, infelizmente, eles não enxergam isso”, concluiu. “O governo precisa cumprir o seu papel e deixar a iniciativa privada cumprir com o dela, que é o de gerar riquezas e o emprego de que o cidadão precisa”, endossou José Adriano, presidente da FIEAC.

Encerrando o encontro, Ulysses agradeceu a disposição da classe empresarial do Estado para ouvir as propostas e se colocou à disposição para auxiliar no que fosse necessário em relação à segurança. “A nossa vida depende praticamente toda da política. Cada canetada de nossos governantes afeta diretamente a nossa vida e até gerações. Precisamos ter muito cuidado com as nossas escolhas. Por isso, convidamos todos que estão aqui a fazer parte da política”, finalizou.

reuniao equipe bolsonaro1

Empresários acreanos participam do 3º Benchmarking Sindical

Evento é uma ação do Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA) e foi realizado no dia 10 deste mês na capital do Ceará

Os presidentes do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Acre (Sinduscon-AC), Carlos Afonso Cipriano, e do Sindicato das Industrias Madeireiras do Estado (Sindusmad-AC), Adelaide de Fátima Oliveira, participaram, no dia 10 deste mês, do 3º Benchmarking Sindical, realizado em Fortaleza (CE).

O evento é uma ação do Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA), da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), e consiste na realização de visitas técnicas a sindicatos industriais reconhecidos por sua atuação em benefício do setor. Os anfitriões desta edição foram o Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânica e de Material Elétrico no Ceará (Simec) e a Federação das Indústrias do Ceará (FIEC).

A programação do Benchmarking incluiu apresentações sobre a forma de atuação da FIEC junto ao Simec, rede de relacionamentos, parcerias estratégicas e boas práticas, como a certificação de panelas, central de compras, negociação coletiva, entre outras ações.

Para o presidente do Sinduscon-AC, Carlos Afonso Cipriano, foi importante participar do evento. “Ficamos contentes com o que vimos e, ao mesmo tempo, percebemos que temos muito a avançar em comparação com o Ceará. O trabalho integrado que eles realizam é um grande exemplo que devemos seguir”, ressaltou.

Já a presidente do Sindusmad, Adelaide de Fátima, enalteceu a importância de interagir com instituições que estão conseguindo resultados extraordinários em suas ações. “Compartilhar iniciativas de sucesso entre empresários da indústria é algo que a CNI, por meio do PDA, tem incentivado e com certeza todos os segmentos só têm a ganhar com isso”, frisou.

Quem também participou do evento foi a secretária do Condomínio Sindical do Acre, Linda Inês, que avaliou a experiência de forma positiva. “Foi um dia de muito aprendizado. Aprendi ainda mais sobre o PDA, sobe o próprio Condomínio Sindical e trouxe todo esse conhecimento para repassar aos demais colegas”, concluiu.

SENAI LAB é apresentado a empresários do setor industrial do Acre em evento

Um ambiente de aprendizado voltado para alunos, empresários, profissionais e pessoas de diferentes perfis e habilidades e que tem como principal objetivo estimular a criatividade e a inovação. Esta é a proposta do SENAI LAB – Espaço Maker, que foi inaugurado na manhã desta terça-feira, 2, no Instituto SENAI de Tecnologia Madeira e Móveis Carlos Takashi Sasai, em Rio Branco.

Na ocasião, o diretor-regional do SENAI, César Dotto, afirmou que as novidades da instituição representam uma maior aproximação com toda a comunidade e com os clientes do IST, que são alunos, arquitetos, universidades e, sobretudo, os empresários, que passam a dispor de um espaço aonde podem utilizar matéria-prima e toda uma infraestrutura com tecnologia avançada.

“Aqui o empresário pode até mesmo decidir um futuro empreendimento, pois disponibilizamos aqui um ‘mini’ Centro de Usinagem por Comando Numérico (CNC) para Madeira. Ou seja, o empreendedor pode treinar alguém e ver a hora de investir. Nossa instituição fica auxiliando em um processo de decisão, de investimento, então, fortalece essa parceria com o setor empresarial”, acrescentou Dotto.

Mais novidades do Instituto SENAI de Tecnologia

Durante a manhã desta terça, o Instituto SENAI também apresentou aos empresários a Oficina de Afiação de Ferramentas para Marcenaria, que foi modernizada com a aquisição de novas máquinas, mostrou técnicas de aplicação de resina epóxi em peças de madeira com defeitos confeccionando itens como tampos de mesa, aparadores, mesas de centro e outros produtos de decoração e, ainda, foi realizada demonstração de utilização do CNC na usinagem de peças de madeira maciça como produção de petisqueiras e tábuas de carne.

Presente ao evento, o presidente do Sindicato da Indústria de Móveis do Acre (Sindmóveis), Francisco Augusto Nepomucena, garantiu que os investimentos feitos pelo IST atendem diretamente a uma necessidade do setor moveleiro. “Nos últimos anos temos enfrentado dificuldades, assim como diversos outros segmentos. E todas essas inovações e esse novo espaço significam, para nossa classe, a realização de um sonho. Por isso parabenizo ao SENAI e ao Sistema FIEAC por mais esse avanço em prol das nossas indústrias”, celebrou Nepomucena.

A presidente da FIEAC em exercício, Adelaide de Fátima, enfatizou que o SENAI LAB é mais uma importante conquista e assegurou que o Sistema Indústria continuará buscando, incessantemente, inovações e melhorias para atender aos empresários para que todos estejam cada vez mais preparados para gerar emprego e renda no Acre.

“Agradeço aos presidentes e diretores da FIEAC, aos marceneiros aqui da capital e também aos que vieram de Sena Madureira para nos prestigiar. Um trabalho, quando bem feito, passam os anos e ele vai sendo aprimorado. E é o que temos visto, desde a gestão do presidente Jorge Tomás até José Adriano. É gratificante observar a preocupação do SENAI para atender aos setores industriais com qualidade, assim como nossos jovens que precisam de uma profissão. Temos alegria de entregar essas novas alas, que atenderão não só o setor moveleiro, mas também as indústrias de base florestal, e isso vai ao encontro de solicitações desses setores”, assinalou Fátima.

Empresários e pecuaristas manifestam apoio a mudança proposta por Gladson

Desde o início da campanha para governo do Acre, Gladson Cameli tem dito que uma das principais propostas do seu Plano de Governo é governar da zona rural para a zona urbana em uma clara menção de como será o tratamento destinado ao setor primário. Nesta quarta-feira (19), acompanhado do candidato a vice-governador, Major Rocha, em uma reunião com pecuaristas, mais uma vez ele defendeu que a principal alternativa econômica para o estado retomar o caminho do crescimento e do desenvolvimento está no fomento ao agronegócio.

“Vamos abrir o Acre para o agronegócio e deixar as pessoas trabalharem para aquecer a economia.Com esse modelo econômico que está aí o nosso povo não aguenta mais quatro anos. Só se Deus me provar ao contrário, mas a salvação do estado está no setor primário”, reafirmou o candidato a governador.

Gladson frisou aos pecuaristas que uma das metas de seu governo, caso eleito, é fortalecer o estado e torná-lo competitivo. Segundo ele, isso será possível através de investimentos no setor primário.

“Na transição já quero procurar a Federação da Agricultura do Acre (FAEAC) para indicar uma pessoa para compor a equipe. Quero colocar as pessoas certas nos lugares certos. Temos gente qualificadas aqui pra isso. Vamos ser o governo da parceria”, revelou o candidato a governador aos participantes da reunião.

Segundo o pecuarista Marcelo Bader, o encontro dos representantes do segmento com Gladson e demais candidatos da coligação Mudança e Competência, como foi o caso do candidato a Senador da República, Márcio Bittar (MDB), foi um movimento espontâneo. “Uma grande mobilização está sendo feita no Brasil contra a corrupção, a violência e outras questões. Aqui, nós nos reunimos e decidimos conversar com quem quer conversar conosco”, esclareceu Marcelo Bader ao se dirigir a Cameli.

Já de acordo com o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Acre (FAEAC), Assuero Veronez, o momento é de estrema importância para todos aqueles ligados ao setor. “A nossa atividade é a mais importante do estado e, atualmente, não é reconhecida dessa forma. Temos que tirar a sela do nosso lombo. Acreditamos na candidatura do Gladson. É hora de mudar. O Acre precisa passar por isso. Aqui você não vai conquistar votos porque já tem todos. Estamos juntos para participar dessa mudança”, disse Veronez.

Empresários descobrem como se inserir na indústria 4.0

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) promoverá, hoje, palestras e mesa-redonda sobre a indústria 4.0. O objetivo do evento, realizado simultaneamente em todo o Brasil, é mostrar que empresas de todos os portes podem ser mais produtivas com o uso de tecnologias digitais e como essas novidades podem afetar a vida de pessoas dos diversos perfis.

A indústria 4.0, como é conhecida a integração do mundo físico e virtual por meio de tecnologias digitais, vai mudar a forma de produzir, criar negócios e transformar o mercado de trabalho. O uso de recursos como internet das coisas, big data e inteligência artificial também aumenta a produtividade das empresas. A fim de ajudar pequenos e médios empresários a tirar proveito da Quarta Revolução Industrial, o evento vai desmistificar os conceitos da indústria 4.0 e mostrar que o aumento de competitividade está ao alcance de todas as empresas.

Aberto ao público e com programação totalmente gratuita, o evento terá palestras de especialistas em indústria 4.0, workshops e mesas redondas para discutir o tema. O objetivo é mostrar que as tecnologias digitais são acessíveis a empresas de todos os portes, com baixo investimento e podem trazer ganhos relevantes. “Empresas de todo o mundo estão iniciando esse processo. A indústria 4.0 deve ser vista como uma oportunidade para o Brasil dar um salto em produtividade e gerar mais desenvolvimento”, avalia o diretor-geral do SENAI, Rafael Lucchesi. “O mais importante, neste momento, é que o empresário industrial saiba que é possível adotar as novas tecnologias, conheça a opções disponíveis e como podem ser aplicadas à realidade do seu negócio”.

No Acre, o evento iniciará às 16h com o credenciamento e preenchimento do questionário da maturidade das Empresas para a indústria 4.0. Na sequência, Silvio Meira, pesquisador do Instituto SENAI de Inovação em Tecnologias da Informação e Comunicação e professor emérito de Engenharia de Software do Centro de Informática da UFPE proferirá a palestra sobre «Inovação e Transformação Digital». Constam ainda da programação palestra e mesa redonda com temas que demonstram que empresas de todos os portes podem ser mais produtivas com uso de tecnologias digitais.

“Por um Acre Mais Produtivo” entrega propostas a Gladson

O Movimento “Por um Acre Mais Produtivo” entregou na manhã desta sexta-feira, 10, durante reunião na sede da Fecomércio, um documento com as propostas do segmento para melhorar o ambiente de negócios e a geração de empregos no Estado ao pré-candidato ao governo do Acre pelo Progressistas, senador Gladson Cameli.

As propostas do grupo, que é coordenado pelas federações da Indústria (FIEAC), Comércio (Fecomércio), da Agricultura e Pecuária (FAEAC), Associações Comerciais e Empresariais do Estado (Federacre) e a Associação Comercial, Industrial, de Serviço e Agrícola do Acre (Acisa), foram elaboradas com sugestões de empreendedores das regiões do Baixo Acre, Alto Acre, Vale do Juruá, Tarauacá/Envira e do Purus.

Segundo o presidente em exercício da FIEAC, José Luiz Assis Felício, o documento elaborado em conjunto pelas federações representa uma ferramenta essencial para quem governar o Acre pelos próximos quatro anos. “As propostas do Movimento foram muito bem elaboradas e fornecem informações precisas para que a tomada de decisão seja mais assertiva por parte do futuro governador. Independentemente de quem vença as eleições, o que esperamos é o fortalecimento do setor produtivo, que é quem gera emprego e renda no Estado”, frisou.

Coordenador do Movimento Por um Acre Mais Produtivo, o empresário e presidente licenciado da FIEAC, José Adriano, fez a apresentação de cada um dos eixos do documento elaborado pelo segmento empresarial. “Construímos essa proposta ouvindo diretamente mais de 270 empreendedores e 47 instituições aderiram ao Movimento. Temos obrigação de ajudar o próximo governo e precisamos manter um diálogo permanente, haja vista que a economia é extremamente dinâmica”, salientou Adriano.

Para o presidente da FAEAC, Assuero Veronez, é indispensável apresentar a cada postulante ao cargo de governador o que o setor produtivo almeja. “Entregamos esse documento construído pelo setor empresarial mostrando nosso pensamento sobre desenvolvimento, que caminhos devemos trilhar e que mudanças devem ser feitas. Esperamos que o candidato eleito acolha essas ideias mais liberais e que destrave o Estado para que possamos encontrar um ambiente favorável aos investimentos. Há uma retração muito grande no Acre e precisamos gerar emprego, riqueza e renda para população”, acrescentou.

Já o presidente da Fecomércio, Leandro Domingos, ressaltou que a classe empresarial estará atenta a todas as ações e políticas desenvolvidas pelo próximo governante do Acre e que o setor produtivo irá cobrar prioridade às propostas inseridas no documento elaborado pelas federações e associações comerciais.

Após ouvir as lideranças empresariais, o senador e pré-candidato ao governo, Gladson Cameli, apresentou o que pretende fazer em prol do setor produtivo, caso vença as eleições de outubro. Ele prometeu “abrir” o Estado para o agronegócio e estimular o aumento da competitividade dos empreendimentos locais.

“O agronegócio dá incentivo ao pequeno produtor. Iremos fazer com que os órgãos não se restrinjam a multar, mas que atuem para orientar como deve ser feito. Queremos criar novas oportunidades. Vamos estudar o que podemos baixar de alíquota de ICMS para que consigamos ser mais competitivos”, assinalou Cameli.

Também compareceram ao evento os empresários Adem Araújo, presidente da Federacre, George Pinheiro, presidente Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), Jurilande Aragão, da Acisa, além dos pré-candidatos ao Senado, Sérgio Petecão e Márcio Bittar, e o pré-candidato a vice-governador, deputado federal Major Rocha.

Empresários de Pernambuco conhecem experiências do setor madeireiro no Acre

Com o objetivo de conhecer experiências bem-sucedidas desenvolvidas pelo setor madeireiro local, empresários de Pernambuco estão visitando o Acre desde a última quarta-feira, 1. Vieram ao Estado o presidente do Sindicato das Indústrias de Serrarias, Carpintarias e Tanoarias de Pernambuco (Sindiserra) e diretor-adjunto da Federação das Indústrias de Pernambuco (FIEPE), José Oliveira Borba Pacífico, e o conselheiro-fiscal da FIEPE e diretor do Sindiserra, Samoel José Gomes da Silva.

No primeiro dia de agendas no Acre, eles foram até o Complexo Florestal Industrial de Xapuri para conhecer o trabalho dos empreendimentos ali instalados. Já na quinta-feira, 2, os empresários estiveram no Instituto SENAI de Tecnologia Madeira e Móveis Carlos Takashi Sasai, em Rio Branco. Nesta sexta-feira, 3, José Pacífico e Samoel Gomes seguiram visitando madeireiras da capital acreana. Ainda hoje, às 19h, os empresários comparecerão ao Jantar da Indústria, evento que faz parte das comemorações dos 30 anos da FIEAC. A programação também incluiu também participação na edição 2018 da Expoacre.

Segundo José Pacífico, tem sido extremamente proveitoso conhecer o trabalho do setor madeireiro do Acre. “Lá no nosso Estado o segmento não está tão avançado como aqui. Por isso viemos verificar, de perto, algumas das práticas realizadas no Acre. Tenho notado que as madeiras em si, bem como os materiais utilizados no Estado, são de primeira qualidade”, avalia o presidente do Sindiserra.

Para Samoel Gomes da Silva, a vinda ao Acre representou um acréscimo significativo de novos conhecimentos. “Tem sido uma visita muito enriquecedora. Viemos observar o trabalho do setor madeireiro, verificar o que está sendo apresentado na Expoacre e também conhecer o Instituto SENAI de Tecnologia Madeira e Móveis, uma unidade que desenvolve experiência realmente inovadoras. Inclusive, vamos tentar viabilizar um empreendimento dessa magnitude em Pernambuco, pois nosso Estado é carente nessa área”, ressalta conselheiro-fiscal da FIEPE e diretor do Sindiserra.

{gallery}fotos/2018/08-agosto/03082018/galeria_senai:::0:0{/gallery}

Empresários do comércio relatam aumento das vendas no 1º semestre

Os comerciantes estão mais confiantes na melhoria da economia e, para 70% dos empresários da capital acreana, as vendas no primeiro semestre de 2018 foram melhores que as do mesmo período do ano passado. A constatação é da Federaçao do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Acre (Fecomércio/AC), por meio de estudo realizado pelo Instituto Fecomércio de Pesquisas Empresariais do Acre (Ifepac) entre 14 e 22 de junho junto a 150 pessoas. Ainda segundo o relatório, apenas 17% consideraram as comercializações abaixo do esperado.

A pesquisa enfatizou ainda que, para 61% do empresariado local, o fator de maior destaque para a melhoria no desempenho das vendas seria o preço ofertado pelo comércio. Além disso, as promoções seriam consideradas por 21% dos empresários como destaque, além de descontos concedidos sobre vendas à vista e aumento de prazos clientes.

O relatório salientou também que, no decorrer do primeiro semestre de 2018, 77% do comércio se viu exigido a operar com demissão, estoque reduzido, perda de clientes e baixo nível de vendas. Outros 23%, no entanto, admitiram haver ultrapassado o primeiro semestre de 2018 com vendas normais e mais investimentos em promoções.

Expectativa do comércio para o segundo semestre de 2018

Aproximadamente oito em cada 10 empresários do comércio do mercado de consumo de Rio Branco se mostraram otimistas com relação às possibilidade de melhora do aspecto de compra e venda no decorrer do segundo semestre do ano corrente, aspecto este observado no indicador de 77% dos empresários, que se manifestaram positivamente quanto ao assunto. A pesquisa também destaca 16%, que demonstraram expectativa negativa; e 7%, que declinaram à manifestação.

Para 61% dos empresários com expectativa positiva para o comércio no segundo semestre de 2018, a perspectiva de mais vagas de empregos na economia dará condições para melhora operacional de mercado. Outros 25%, apostaram em um eventual retorno de crescimento da economia logo no período em assimilação.

Dentre os empresários que não têm melhores expectativas para o segundo semestre, 56% debitam a posição à crise política implantada no país e 21%, ao verdadeiro desgoverno à disposição da população. Ainda conforme 55% dos empresários do comércio local, as vendas no segundo semestre de 2018 devem ser bem melhores que as vendas do primeiro semestre.

Para outros 20%, no segundo semestre, as vendas devem permanecer aos níveis do primeiro semestre, enquanto 9% admitiram inclinação para piora no período. Apenas 17% não se manifestaram quanto a essa previsão.

Empresários aguardam Refis do Supersimples para não fechar portas

Deve ser sancionado até o dia 6 de agosto, pelo presidente da República, Michel Temer, o projeto de lei complementar que vai permitir o retorno ao Simples Nacional dos microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte que foram excluídos do regime especial em 1º de janeiro por dívidas tributárias.

O chamado Refis do Supersimples será possível a 386.108 empresas. O número corresponde a 73% das excluídas que aderiram ao Refis (Programa de Regularização de Dívidas Tributárias) até o dia 9 de julho de 2018. Além da possibilidade de retornar ao regime, as empresas poderão ser beneficiadas com até 90% de desconto e renegociação das inadimplências. Cada categoria terá um tipo de parcelamento. O MEI, por exemplo, poderá contar com a parcela mínima de R$ 50. Já as micro e pequenas empresas poderão realizar o parcelamento com um valor mínimo de R$ 300.

“A expectativa é que a lei dê fôlego para que essas empresas não fechem. Hoje a gente está no momento pós-crise na economia e essa situação impactou diversas empresas. O último levantamento feito pelo Sebrae, com dados do [Cadastro Geral de Empregados e Desempregados] Caged, do Ministério do Trabalho, indicou que os pequenos negócios responderam por mais de 70% dos novos postos de trabalho surgidos em maio. Isso reforça esse papel de grande gerador de emprego que a micro e pequena empresa tem e, ainda no cenário de crise, ela é muito mais resiliente na criação de emprego e na manutenção de vagas que as médias e grandes”, avaliou o analista de políticas públicas do Sebrae, Gabriel Rizza.

Segundo dados do Ministério do Trabalho, de janeiro a maio de 2018 as MPEs foram responsáveis pela geração de 328 mil novos empregos, enquanto as médias e grandes empresas criaram apenas 39 mil novas vagas.

Para Zenaide Alves, 50 anos, dona de uma microempresa que fornece alimentação a uma empresa em Recife (PE), o Refis foi fundamental para que ela continuasse no ramo em que trabalha há 25 anos. Ela disse à Agência Brasil que a crise econômica, aliada a problemas de saúde do marido, que precisou amputar uma das pernas, fez com que ela se endividasse. Hoje, com apenas um cliente, ela tenta se recuperar. A dívida foi parcelada em 46 meses e agora ela pode voltar a emitir nota fiscal. “Seria impossível fornecer almoço e jantar para esse cliente sem nota fiscal. Esse parcelamento foi muito importante para mim”, ressaltou.

Queda de braço

Esta é a primeira vez que esse tipo de empresa participa de um Refis, mas o caminho foi longo. Antes da aprovação da proposta, no final de 2017, o Congresso Nacional já havia aprovado o refinanciamento dos débitos, mas o projeto foi vetado pela Presidência da República. Em abril passado, no entanto, o Senado e a Câmara dos Deputados derrubaram o veto, por unanimidade, depois de negociações entre o Sebrae, Legislativo e Executivo.

O principal argumento do governo Temer à época, para vetar a proposta, foi a perda de arrecadação e o impacto negativo nas contas públicas. Mas, segundo o relator da proposta, senador José Pimentel (PT-CE), o projeto de lei não tem nenhum impacto orçamentário. “No Orçamento de 2018, quando o aprovamos em 2017, já havia a previsão do Simples para essas empresas”, afirmou.

Outros projetos

Além do Refis do Supersimples, os micro e pequenos empresários ainda aguardam outras medidas que consideram importantes para o setor. Um exemplo é a votação do PLP 420, que foi aprovado em uma comissão especial na Câmara. O texto aperfeiçoa os benefícios concedidos às micro e pequenas empresas, atualiza os limites para enquadramento no Simples Nacional, facilita o financiamento das microempresas, regulamenta a devolução de tributos pagos e incentiva a criação de startups – companhias inovadoras na área de tecnologia.

Os empresários do setor também querem a votação do projeto que cria o Cadastro Positivo, relação de bons pagadores que orienta empresas sobre a concessão de crédito. O texto base foi votado na Câmara há dois meses, mas a votação dos destaques não foi concluída. O texto também precisa ser votado no Senado.

Setor produtivo visa gerar mais emprego

Depois de percorrer as cinco regionais do estado ouvindo os anseios de suas lideranças empresariais, o “Movimento Por Um Acre Mais Produtivo” retornou à capital, Rio Branco, com o documento de propostas consolidadas para melhoria do ambiente de negócios e geração de empregos a ser entregue nas mãos dos pré-candidatos ao governo. A versão final foi apresentada na manhã da última terça-feira, 17 de julho, na Federação do Comércio, de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Acre (Fecomércio), com a presença de representantes dos diversos segmentos que formam o setor produtivo local.

Apesar de diversas vezes ressaltado que o documento está permanentemente aberto a alterações, as sugestões e gargalos de todos os empresários são praticamente os mesmos e imutáveis: complexidade do ICMS, informalidade, burocracia, impostos, produção, comércio exterior, infraestrutura, licenciamento e exigências excessivas nas questões ambientais.

“Passamos por todo o estado ouvindo os empreendedores e anotando suas sugestões. O movimento visa à contribuição do setor privado para o desenvolvimento do estado e é muito gratificante saber que estamos fazendo isso com a validação dos empresários, sendo bem recebidos por eles e provocando a união de todos”, comemora José Adriano, presidente licenciado da Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC).

Para Assuero Veronez, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Faeac), o Movimento Acre Mais Produtivo surgiu da união das entidades e lideranças empresariais que enxergam a necessidade de o estado passar por um “choque de desenvolvimento e produtividade”. “É um movimento político-empresarial que visa destravar uma teia em que nós nos enveredamos, de burocracia e de improdutividade, que precisa de solução. Quisemos extrair as melhores ideias e juntá-las em um modelo de desenvolvimento para apresentar para o próximo governo, seja ele quem for”, frisou.

As propostas foram organizadas em dois grupos, denominados “Propostas Estruturantes” e “Demais Propostas”, sendo que o sucesso deste último grupo depende do primeiro. Após todo o ciclo de apresentações e debates, o Movimento Acre Mais Produtivo obteve adesão de aproximadamente 50 entidades, entre elas o Sindicato das Empresas de Logística e Transporte de Cargas do Acre, cuja presidente, Nazaré Cunha, esteve presente em diversos encontros e afirmou estar esperançosa com o projeto.

“Espero que nós lutemos para ter sucesso com essa iniciativa, pois não há como o nosso estado crescer se não temos uma ponte, não temos estrada, não temos energia suficiente, a nossa gasolina é a mais cara. Quem serão os nossos empresários do futuro? Nem nossos filhos querem ser, pois eles veem a carga que carregamos. Na visão de nossos governantes, nós somos ladrões e sonegadores”, desabafou.

“Por Um Acre Mais Produtivo” consolida propostas

“União de empreendedores do Acre que visam garantir que políticas públicas sejam verdadeiramente voltadas para o desenvolvimento, com foco primordial para o estimulo à geração de empregos”. Esta é a proposta apresentada pelo movimento “Por Um Acre Mais Produtivos”, composto pelas federações da Indústria (FIEAC), Comércio (Fecomércio), da Agricultura e Pecuária (FAEAC), Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Acre (Federacre) e a Associação Comercial do Alto Juruá, Industrial, de Serviço e Agrícola do Acre (Acisa), na manhã desta terça-feira, 17, na sede da Fecomércio/AC. O evento contou com a participação de empresários locais.

Para a composição das pautas, que serão dadas ao próximo governante estadual, houve reuniões com 270 empreendedores, além de 46 proposições virtuais e apoio de 46 instituições. Ainda segundo o movimento, entre os últimos dias 25 de junho e 15 de julho, houve discussões da proposta no Baixo Acre, Alto Acre, Purús, Envira e Juruá. A partir de agora, a ideia é consolidar as propostas e firmar compromissos com os candidatos ao Governo.

Segundo o primeiro-secretário da Fecomércio/AC, Valdemir Nascimento, esta é a primeira vez em que se vê, de fato, os setores empresariais do comércio, industriais e da agricultura unidos. “Para montar propostas que visem a melhoria da nossa economia e tragam uma melhor situação a nossa sociedade”, reiterou.

Dentre as pautas apontadas, são abordadas principalmente a informalidade, à burocracia, os impostos, produção, comércio exterior, infraestrutura, licenciamento e exigências excessivas nas questões ambientas. “Além da proposta de enxugar o estado. Hoje, vemos os cargos públicos sobrecarregados, queremos que as pessoas tenham maior intenção em investir no empreendedorismo, na iniciativa privada”, reiterou o presidente da Faeac, Assuero Veronez.

O documento encontra-se disponível para consulta pública nos sites das instituições que coordenam o movimento.

“É a primeira vez que recebemos empresários para cobrar fiscalização”

Afirmação é do presidente substituto do Ibama, Luciano Evaristo ao comentar visita de empresários do Acre

A presidente da FIEAC em exercício, Adelaide de Fátima, liderou o grupo que participou, na tarde da última quinta-feira, 05, no Ibama, em Brasília, de reunião para manifestar apoio às ações de fiscalização desta instituição no combate à exploração madeireira ilegal.

Participaram da reunião o presidente substituto do Ibama Luciano Evaristo; o coordenador de fiscalização do órgão, Rene Oliveira; o deputado federal Flaviano Melo; Carlos Gadelha – Superintendente do Ibama no Acre; Mário Augusto Cardoso, especialista em políticas e indústria da Confederação Nacional da Indústria (CNI); Carlos Alberto Paraguassu, Superintendente do Ibama/RO; Paulo Jair Kreuz – Presidente do Sindicato da Indústria Madeireira de Ariquemes e Valdinei Bento – Representante do Fórum Florestal e do Sipem/MT.

“Hoje é um dia histórico, é a primeira vez que recebemos empresários para cobrar fiscalização. Estaremos sempre dispostos para implantarmos melhoria para o setor florestal e acabar com a informalidade”, disse o presidente substituto do Ibama, Luciano Evaristo, fazendo referência as ações do órgão em Rondônia.

Segundo o deputado federal Flaviano Melo, o Acre está unido em prol das ações de fiscalização do Ibama, em especial às que impactam o setor de base florestal acreano. “Obviamente somos contra quem trabalha de forma ilegal. Como parlamentar, vou pressionar todas as instâncias para que esse trabalho do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente não pare”, posicionou-se.

As ações de fiscalização são fundamentais na garantia de uma competição justa no mercado de madeira tropical. As atividades madeireiras ilegais possuem custos inferiores à exploração proveniente de manejo florestal sustentável, inviabilizando-o como atividade econômica.

Na visão de Paulo Jair Kreuz – presidente do sindicato da indústria madeireira de Ariquemes, a extração ilegal de madeira também fomenta a violência e a grilagem na região amazônica. “As ações do Ibama não podem parar. Temos que nos unir cada vez mais para acabarmos com a informalidade”, garantiu.

Este posicionamento também foi corroborado por Valdinei Valdinei Bento – representante do Fórum Nacional das Atividades de Base Florestal e do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso. “Esta reunião vai ao encontro do que buscamos, que é criar mecanismos para que o setor de base florestal continue gerando emprego e renda para o país. Contamos com as importantes ações do Ibama para que nosso segmento cresça cada vez mais”, comentou.

Durante a reunião, foi entregue ao presidente substituto do Ibama, carta da Confederação Nacional da Indústria (CNI) que manifesta apoio às ações de fiscalização do Ibama no combate à exploração madeireira ilegal.

“Nesse sentido, cabe destacar a importância do papel do Ibama como agente fiscalizador no combate à exploração madeireira na região amazônica, de maneira compartilhada com os demais entes da federação. Entretanto, somente pela ação integrada dos diferentes órgãos competentes, pelo uso da tecnologia no monitoramento e pelas atividades de inteligência aplicadas às operações, é que alcançaremos maior efetividade nos resultados a um menor custo para a sociedade.”, afirmou Mário Augusto Cardoso – especialista em políticas e indústria da CNI.

“Nós apoiamos essas ações do Ibama em várias regiões de Rondônia e elas não podem parar, pois isso impacta diretamente no setor de base florestal acreano. Somos a favor de quem trabalha de forma legal”, avaliou Adelaide de Fátima – presidente da FIEAC em exercício.

fieac1

Em Brasília, empresários acreanos participam do Encontro Nacional da Indústria

Agenda contemplou debates estratégicos para o desenvolvimento do Brasil e diálogo com os pré-candidatos à presidência da república

Nos dias 3 e 4 de julho, empresários acreanos participaram, em Brasília, do Encontro Nacional da Indústria (Enai) – que reuniu 2 mil líderes de todo o país para debater questões estratégicas para o desenvolvimento do Brasil – e do Diálogo da Indústria com os candidatos à Presidência da República.

A comitiva acreana foi liderada pela presidente da FIEAC em exercício, Adelaide de Fátima, e contou com a participação dos presidentes de sindicatos das indústrias de Extração Mineral, João Paulo Pereira; Construção Civil, Carlos Afonso; Confecção, Raimunda Holanda; Gráfico, Afonso Boaventura; de Panificação, Abrahão Felício; e Pavimentação, Nailton Feitosa. Integraram também este grupo o superintendente de operações da FIEAC e do IEL, Jorge Luiz Vila Nova; e o Diretor do SENAI e superintendente do SESI, César Dotto.

Durante a abertura do 11º Enai, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, falou dos desafios a serem enfrentados pelos governantes que serão eleitos em outubro para a consolidação de um ambiente de negócios que contribua para aproximar o Brasil do grupo de países desenvolvidos.

“Se fizermos as escolhas corretas, poderemos colocar o Brasil na rota do crescimento e do bem-estar. Se repetirmos erros do passado, o país continuará na rota da incerteza e do baixo crescimento”, disse, ao destacar que esta edição do ENAI ocorre às vésperas das eleições de 2018, momento em que as escolhas dos brasileiros serão decisivas para o futuro do país”, garantiu o presidente da CNI.

Presente na abertura, o presidente Michel Temer reforçou a importância de o Enai ocorrer às vésperas do período eleitoral, ao trazer a público e para os concorrentes ao Palácio do Planalto o conjunto de propostas do setor produtivo como contribuição ao crescimento e à competitividade da economia. “É preciso ousadia para realizar as reformas que contribuem para o desenvolvimento do país. Fizemos reformas e colocamos a reforma da Previdência na pauta política do país. Não haverá candidato à Presidência que deixará de se manifestar sobre isso no período eleitoral”, destacou.

FHC

Sistema político atual compromete a governança, afirma FHC

Presente ao Encontro Nacional da Indústria,m o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse que o Brasil vive um momento de ruptura e, para superar essa situação, há necessidade de líderes capazes de enxergar o que pode unir a sociedade.

“O Brasil clama por algo “novo”, mas o que , realmente, é isso? Nada mais é do que pensar no coletivo”, disse o ex-presidente durante o painel “A Governança do Brasil: os problemas, a agenda, as saídas”.

Na avaliação de Fernando Henrique, a eleição é um momento oportuno para a discussão desses temas. Para ele, a saída está no diálogo e nas pessoas. O ex-presidente destacou que o sistema político brasileiro “precisa de reformas profundas”, sendo um dos fatores responsáveis pelos problemas de governança enfrentados pelo país.

Segundo ele, os partidos políticos hoje são corporações que têm acesso a recursos públicos e a tempo de televisão para defender interesses de grupos. Esses partidos não acompanharam as mudanças da sociedade e hoje há uma dispersão de forças cujas consequências são difíceis de prever.

“O setor produtivo necessita de sinais claros e firmes de que a política econômica se movimentará na direção de maior estabilidade, de melhoras institucionais e de criação de condições para que o Brasil fortaleça, de fato, a sua indústria”, comentou a presidente da FIEAC, em exercício, Adelaide de Fátima.

A programação do Encontro Nacional da Indústria contemplou, também, debates sobre os cenários econômicos, políticos, sindicais e sobre a revolução tecnológica no Brasil e no mundo.

Robson Abertura

Diálogo da indústria com os candidatos à presidência do Brasil

Há duas décadas, a CNI apresenta à sociedade e aos candidatos à Presidência da República um conjunto de propostas para o crescimento econômico e social do Brasil. Neste ano, o setor industrial sabatina seis pré-candidatos ao Palácio do Planalto. Participaram do encontro: Geraldo Alckmin (PSDB), Marina Silva (Rede), Jair Bolsonaro (PSL), Henrique Meirelles (MDB), Ciro Gomes (PDT) e Álvaro Dias (Podemos).

Geraldo Alckmin 2

Geraldo Alckmin – O pré-candidato afirmou que pretende reduzir o imposto de renda de empresas como incentivo à retomada e atração de investimentos, o que, segundo o candidato, é o que garantirá a geração de empregos e renda no país. Seu governo, afirmou, dobrará a renda do trabalhador brasileiro. Alckmin destacou que sua equipe buscará melhorar a educação básica no Brasil e relacionou a qualidade da educação à baixa produtividade. Ele destacou ainda que ampliará a agenda de acordos comerciais e que seu governo defenderá os interesses do produto brasileiro no exterior.

Marina SILVA

Marina Silva – A acreana defendeu uma reforma política que contemple o fim da reeleição, a quebra de monopólio de partidos com a possibilidade de candidaturas independentes, a aprovação do voto distrital misto e a composição de governo com base em meritocracia. A pré-candidata elogiou as propostas da CNI que, segundo ela, têm um olhar sistêmico sobre os problemas. Ela também destacou que é importante construir um ambiente saudável para os negócios, com ajuste nas contas públicas, reforma tributária, eliminação de gargalos para o desenvolvimento do setor industrial e respeito ao tripé macroeconômico, baseado em câmbio flutuante, superávit primário e meta de inflação.

Bolsonaro

Jair Bolsonaro – O pré-candidato pelo PSL criticou a atual cultura de barganha em troca de apoio político para assegurar a governabilidade e afirmou que não há uma busca por coligações para a composição de um eventual governo. Ele defendeu a redução da burocracia e a desregulamentação de aspectos da economia serão as medidas, caso eleito, para contribuir com a recuperação da atividade produtiva e da confiança do empresário. Em relação às reformas recentemente aprovadas pelo Congresso Nacional, o parlamentar defendeu a modernização das leis do trabalho – para a qual deu voto favorável.

Henrique Meireles

Henrique Meirelles – A reforma tributária será uma das principais agendas, caso seja eleito nas eleições de 2018.  Meirelles adiantou que o foco será simplificar a tributação brasileira. Por isso, a ideia é unificar os impostos de valor adicionado, como PIS/Cofins, ICMS e ISS, em uma única cobrança chamada Imposto de Valor Agregado (IVA). Após o recolhimento, o valor seria redistribuído a estados e municípios. Para ele, a medida deixa a cobrança de impostos mais transparente e vai permitir aumento de arrecadação.

Ciro GOmes

Ciro Gomes – Ex-governador do Ceará e ex-deputado federal, defendeu enfrentar dois temas que, para ele, são os maiores adversários do crescimento do país: a taxa de juros e o câmbio. Ele reiterou que, se eleito, reabrirá a discussão sobre a modernização das leis trabalhistas. Quanto às reformas, o pedetista afirmou que os seis primeiros meses de governo são estratégicos para discutir temas de alta relevância nacional, como as reformas tributária e previdenciária.

Alvaro Dias

Álvaro Dias – O paranaense sugeriu a redução brusca dos gastos com privilégios às autoridades e com folha salarial como medida para reequilibrar as contas. Apresentando-se como uma via de mudança em meio a tradicionais políticos, ele enfatizou que o país só voltará a ser sério quando o presidente da República resolver combater efetivamente a corrupção. Como caminho para reverter a crise fiscal, o pré-candidato sugeriu a redução brusca dos gastos com privilégios às autoridades e com folha salarial.

O presidente do Sindicato de Extração Mineral do Acre (Sindmineral), João Paulo Pereira, garantiu que foi uma grande oportunidade de analisar as propostas de cada candidato e se o setor industrial será prioridade. “Pudemos conhecer um pouco do plano de governo de cada um deles e, agora, com serenidade, poderemos escolher o melhor candidato que valorize os empresários, pois só teremos um Brasil desenvolvido, com o setor produtivo forte”, disse.

Deputado Alan Rick faz reunião com produtores rurais e empresários

O deputado federal Alan Rick (DEM), visitou na sexta-feira, (25), a zona rural e urbana do município de Acrelândia, onde participou de diversas reuniões com produtores rurais e empresários da região e tratou, com posseiros do Projeto de Assentamento Triunfo, da agenda do presidente Nacional do Incra, Leonardo Góes e seu Chefe de Gabinete, Francisco José Nascimento,  a Rio Branco nos dias 19 e 20 de julho, para buscar soluções para o conflito agrário na região do seringal São Domingos e realizar a entrega dos títulos definitivos às famílias que vivem no PA Triunfo.

A agenda do parlamentar começou cedo, no km 6 do ramal dos posseiros, com reunião na casa do presidente da Associação de produtores do Grupo Progresso, Antônio Carlos Gomes, que contou ainda com a presença do presidente do Grupo de trabalho do PA Triunfo, Jose Botelho.

“Foi uma oportunidade de apresentarmos nosso trabalho em Brasília, junto ao presidente nacional do Incra, Leonardo Góes e seu Chefe de Gabinete, o amigo Francisco José Nascimento, em defesa dos produtores rurais da região. Um trabalho que assegurou a vinda ao Acre nos dias 19 e 20 de julho, da equipe do Incra, incluindo o próprio presidente, para buscar soluções para o conflito agrário na região do seringal São Domingos e realizar a entrega dos títulos definitivos às famílias que vivem no PA Triunfo”, disse Alan Rick.

A agenda  de Alan Rick prosseguiu na sede da Associação Apruracan, onde ele esteve reunido com produtores rurais das Linhas 01, 02, 03, 04 e 05, do Campo Novo, além de produtores do Assentamento Paraíso, do P.A Porto Luiz, representado pelo seu presidente Neridan Silva Soares e a vice-presidente da Associação dos moradores do Ramal Veneza, Antônia, conhecida como Toinha do povo e o João Nunes da Pastoral da Terra.

“Ali pudemos ter uma boa conversa sobre a situação dos ramais e as dificuldades de escoamento da produção desta que é uma das regiões de maior produção da agricultura familiar do nosso Estado, além de tratarmos de melhorias de ramais, programa de energia para todos e legalização das terras do Porto Luiz”, destaca Alan Rick.

Em Acrelândia, Alan Rick fez visitas aos pioneiros do município, entre os quais o senhor Orlando Batista o presidente da Associação dos Pecuaristas de Acrelândia, Cleuso de Oliveira, além de manter reuniões com dirigentes do DEM, entrevistas na rádio local e contato com colonos do Seringal São Domingos, que lutam pela posse da terra em Lábrea, entre os quais Renildo Vieira e Luís Poklen Delegado do STR em Lábrea.

“Poucas coisas me animam tanto como o contato direto com o nosso povo. Nesta visita tive a oportunidade de ouvir e conversar com muitos produtores e moradores de projetos de Assentamento de Acrelândia, além de moradores da cidade, uma agenda feita em parceria com o amigo Nésio Mendes de Carvalho. Vou continuar trabalhando e defendendo o desenvolvimento da agricultura como uma das mais importantes ações para o crescimento da economia do nosso estado”, disse o deputado.

1 ACRELANDIA 01
Foto/Assessoria

PF abre 37 inquéritos em 25 estados para investigar empresários

Raul Jungmann diz que patrões “irão pagar por isso”

A Polícia Federal (PF) abriu 37 inquéritos em 25 estados para investigar se houve apoio de empresas de transporte à paralisação dos caminhoneiros, o chamado locaute, o que é ilegal e punível com prisão e multa.

Em entrevista no Palácio do Planalto, o ministro extraordinário da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse que já podem ter ocorrido prisões, mas não deu detalhes.

“Temos comprovado seguramente que essa paralisação, em parte teve desde o início, a promoção e o apoio criminoso de proprietários, patrões de empresas transportadoras que podem ter certeza, irão pagar por isso”, disse.

As situações que, caso comprovadas, podem se enquadrar na prática de locaute, de acordo com Jungmann, são: empresas que não permitem ou não mobilizam os motoristas para entrega de cargas e que dão suporte seja financeiro, seja com fornecimento de alimento ou ordem para que os motoristas permaneçam paralisados.

Segundo ele, o setor de transporte de cargas é concentrado em poucas empresas de grande porte. “A Polícia Federal está intimando todas essas empresas, não apenas as que são suspeitas, mas todas para apresentar as consequências e as decisões tanto do governo quanto do Supremo Tribunal Federal”, acrescentou o ministro.

Desbloqueios

De acordo com o governo, cerca da metade das vias obstruídas pelos caminhoneiros foi desbloqueada. De acordo com o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen, a prioridade é desbloquear rodovias que dão acesso a aeroportos estratégicos e termelétricas, o que “basicamente já aconteceu”.

A Polícia Rodoviária Federal informou, que até 19h, foram registrados 586 pontos de bloqueios por manifestações de caminhoneiros e 577 desbloqueios. Segundo a PRF, a maioria dos bloqueios é parcial e sem prejuízo à livre circulação. No final da manhã, o balanço da PRF era de 596 pontos bloqueados e 544 liberados. O número total de bloqueios variou durante o dia.

Nesta tarde, o governo editou um decreto que permite a motoristas e servidores de órgãos e entidades da administração pública, bem como as Forças Armadas, de conduzirem os caminhões com cargas consideradas essenciais, como itens de abastecimento hospitalar.

“Motoristas já estão disponibilizados e já estão conduzindo veículos de transporte de carga e combustível para suprir nesse esforço do abastecimento”, disse. “O aeroporto de Brasília e o Porto de Suape são exemplos disso”.

Perguntados pelos jornalistas quando o governo prevê o fim do movimento, os ministros disseram que não há uma data certa. “Não é de uma hora para outra, mas estamos caminhando para normalizar a situação”, disse Etchegoyen.

Multas

Jungmann informou que desde o início da paralisação de caminhoneiros, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) emitiu 400 autos de infração, com multas que somam R$ 2,03 milhões, correspondente a infrações de trânsito.

Conforme ele, tem sido aplicadas as multas de R$ 100 mil por hora contra entidades ou empresas que estejam promovendo interdições de estradas pelo país, conforme estipulado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Jungmann e Etchegoyen concederam entrevista a jornalistas após a segunda reunião de hoje do gabinete de monitoramento no Palácio do Planalto. Amanhã (27), o grupo reúne-se novamente pela manhã e à tarde.

Treinamento prepara empresários com método de “O Monge e o Executivo”

O s números do workshop O Monge e o Executivo já impressionam: 3500 pessoas treinadas, 500 empresas atendidas apenas no Brasil, palestras nos 26 estados brasileiros. Faltava apenas o Acre e a atualização dos dados foi realizada com sucesso nesta sexta-feira, 18, em Rio Branco, durante treinamento ocorrido no Resort Hotel.

Sob a coordenação da coach Simone Casas e realização da Fórmula Treinamentos, o Workshop contou com a presença de 170 pessoas que buscavam além de resultados, mas o desenvolvimento da inteligência social.

“A proposta deste treinamento é que ele fuja do convencional e de metodologias que estão saturadas no mercado. Os participantes não receberam apenas técnicas de liderança, mas foram orientados para serem melhores e para se relacionarem com mais naturalidade e eficiência”, destacou Simone.

Os princípios de liderança apresentados no livro “O Monge e o Executivo”, de James Hunter, já foram apresentados a muitas empresas, e isso inclui American Express, Johnson & Johnson, McDonalds, Nestlé, Procter & Gamble, dentre outras.

“A Fórmula Treinamentos é a responsável por este treinamento no Brasil. Utilizamos os métodos apresentados no livro em versões in company, outdoor e numa imersão real em um mosteiro”, informou Xando Natsume, palestrante.

“Recomendo este treinamento com toda certeza” destacou Stanley Bittar, cirurgião estético.

E a distância não foi obstáculo para o aprendizado. Que o diga a empresária Karen Silva, de Cruzeiro do Sul. “A gente fica empolgado e cheio de ansiedade em colocar em execução o que aprendemos aqui”, disse Karen.

A empresária Zayra Ayache era uma das mais entusiasmadas no evento e fez questão de destacar a importância do mesmo para os empresários. “Primeiro que minha nota é um milhão para o todo, treinamento, palestrantes, equipe e, principalmente, para a Simone, por ter trazido ao Acre este seminário. Ele desperta em nós empresários o monge que estava adormecido”.

A coach Simone Casas será a representante deste workshop para eventos in company, no Acre.

O Monge e o Executivo, o livro

No livro, o empresário John Daily, mesmo bem-sucedido profissionalmente, está perdendo o respeito e a confiança de seus funcionários e até mesmo em sua vida pessoal.

O Executivo e personagem principal do livro resolve buscar as respostas que faltavam em sua vida. Em meio a pessoas comuns como ele e meditando com verdadeiros monges em concentração absoluta, John Daily recomeça sua vida.

O guia de John, conhecido como monge Simeão, leva os integrantes do grupo a refletirem sobre a própria postura diante de situações de decisão seja em sua carreira ou na vida pessoal.

Marcus Alexandre reúne com empresários do município de Plácido de Castro

O pré-candidato ao governo do Acre pela Frente Popular, Marcus Alexandre, reuniu na noite da última segunda-feira, 14 de maio, com empresários do município de Plácido de Castro.

Entre os temas debatidos está a desburocratização de processos para a emissão de alvarás sanitário, de localização e funcionamento, abertura de linhas de crédito para o empresariado, a questão do ICMS, implantação da Nota Fiscal Eletrônica, manutenção da estrada, entre outros.

A situação fronteiriça e a relação comercial entre o Brasil e Bolívia, também foram tratadas na reunião, bem como a necessidade de melhorar o intercâmbio comercial e cultural entre os países vizinhos.

Marcus Alexandre apresentou soluções que foram implementadas na Prefeitura de Rio Branco nos quase seis anos de trabalho de suas duas gestões, destacando a reforma tributária, a modernização e digitalização do cadastro imobiliário, o que permitiu melhorar a arrecadação, a implantação da Nota Fiscal Eletrônica, entre outras.

O pré-candidato falou ainda da necessidade de buscar soluções para aquecer a economia no município, assim como colocou o seu compromisso de buscar melhorar o acesso e a ponte que liga o Brasil a Bolívia via Plácido de Castro.

Participaram da reunião o deputado federal Léo de Brito, Paulinho Almeida, ex-prefeito de Plácido de Castro, e Aldenor Nunes, membro da direção do Sindicato dos Lojistas de Plácido de Castro.

Empresários peruanos firmam acordo para compra de ração com a Peixes da Amazônia

O governador Tião Viana se reuniu na manhã desta terça-feira, 15, com diretores do complexo de piscicultura Peixes da Amazônia e empresários peruanos que fecham no estado um acordo para comprar a ração produzida no Acre.

Os empresários Ivan Sanchey e Yovani Sanchey já estão em negociação com a Peixes da Amazônia há sete meses na busca por um acordo para compra de ração para tilápia, peixe que produzem em larga escala na região de San Martín. Agora, eles estão conhecendo a estrutura da Peixes da Amazônia e em cerca de 60 dias será enviada a primeira remessa para o país vizinho.

“Estamos tratando de encontrar um produto de alta qualidade, pois no mercado peruano não há produto adequado. Por isso viemos junto a Peixes da Amazônia, ver suas instalações para fazer essa introdução da ração no Peru”, ressalta Yovani Sanchey.

O diretor-presidente da Peixes da Amazônia, Inácio Moreira, destaca que a empresa já possui um bom acordo comercial com o Peru, enviando 17 toneladas de pescado semanalmente para a região de Porto Maldonado, além de também vender ração na região. Ele comemora o negócio com os empresários de San Martín como uma forma de expansão dos negócios da empresa.

“A nossa meta é subir os Andes. Tanto Cusco, quanto Lima são cidades turísticas com uma diversidade muito grande de um público do mundo inteiro. São pessoas que apreciam a culinária peruana e nosso pirarucu é estratégico para que a gente possa valorizar esse peixe exótico na região amazônica”, destaca Inácio.

fabrica
Fábrica de ração exporta grande parte de sua produção para Rondônia e agora ampliará para o Peru – Foto/Angela Peres/Secom

Peixes da Amazônia

Um dos maiores complexos de piscicultura do país foi criado durante a gestão do governador Tião Viana, num investimento público-privado-comunitário de mais de R$ 50 milhões. O espaço reúne laboratório de alevinos, fábrica de ração e frigorífico de pescado, fazendo parte do programa de fomento da piscicultura no Acre promovida pelo governo do Estado, que construiu mais de quatro mil tanques comunitários para pequenos produtores.

Carnaval começa mais cedo esse ano na Gameleira

O grupo de empresários que é responsável pela realização do carnaval popular nos últimos anos começa a partir de domingo dia (5) o esquenta do carnaval 2017, a novidade que tem início às 17h e tem como atração o ensaio dos blocos 6 é D+, Vila do Fuxico, Sem Limite é Sambase.

Segundo Leôncio Castro, um dos empresários do consórcio que administra o Carnaval da Gameleira, “o objetivo de começar o carnaval mais cedo esse ano é revitalizar a gameleira, trazer as famílias de volta ao calçadão e fazer uma festa familiar, proporcionando entretenimento a sociedade como o todo”.

Castro garante que aos domingos até o início do carnaval haverá atividades no Calçadão da Gameleira. A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros estarão presentes garantindo a segurança dos foliões.

“Esse evento só é possível graças ao apoio institucional da prefeitura de Rio Branco, através da Fundação Garibaldi Brasil e do Governo do Acre, através da Fundação Elias Mansour. Essa parceria poder público e iniciativa privada é fundamental para grandes eventos”, diz Leôncio.

No espaço também acontecerá a seletiva para a escolha da realeza do carnaval 2017 já confirmada para o dia 19 de fevereiro. As inscrições podem ser feitas na fundação Garibaldi Brasil, localizada no conjunto Manoel Julião.