Como fenômenos climáticos afetam o agronegócio em 2021

Geadas e seca levam a previsão de queda de safras. O ‘Nexo’ mostra quais produtos estão entre os mais impactados e como eles pesam no bolso dos brasileiros

Os alimentos são um dos principais responsáveis pela inflação alta no Brasil em 2021. Em meio à alta do dólar – que estimula a exportação e reduz a oferta interna de produtos – e ao ciclo internacional de commodities, bens da agropecuária estão com o preço elevado.

Outro fator que ajuda a impulsionar os preços são fenômenos climáticos. O Brasil vive um momento de seca histórica. Ao mesmo tempo, o país registrou geadas fortes desde julho, que também prejudicaram a produção agropecuária.

Neste texto, explica como os fenômenos climáticos afetam o agro em 2021 e como isso se traduz em menor oferta de alguns produtos e maior pressão no bolso dos brasileiros.

2021, ano de seca e geadas


O período de chuvas entre 2020 e 2021 (de outubro a abril) foi historicamente seco. Desde o segundo semestre de 2020, o Brasil registra a pior escassez hídrica em 90 anos. A falta de chuvas é pior nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul.

Além de prejudicar a agropecuária pela menor disponibilidade de água, a crise hídrica tem outro impacto indireto. Com o baixo nível de chuvas, reservatórios de usinas hidrelétricas chegaram a níveis historicamente baixos, encarecendo a produção de energia e levando a um aumento da conta de luz. Com isso, os produtores rurais, que – embora não utilizem tanta energia quanto indústrias e comércios – vêem seu custo de produção aumentar.

Outro fenômeno climático registrado em 2021 são as geadas intensas. As três ondas de geadas em julho foram consideradas as mais fortes no país desde ao menos 1994. As geadas podem ocorrer de duas formas: a geada branca, na qual se forma uma camada de gelo sobre as folhas; ou a geada negra, na qual as plantas congelam por dentro e ficam com aspecto parecido ao queimado – por isso o nome.

Independentemente do tipo, as ondas de geada estragaram plantações de diferentes produtos pelo Brasil desde julho. Somadas à crise hídrica, os fenômenos devem levar à primeira queda da safra agrícola – que inclui cereais, grãos e leguminosas – em três anos, segundo projeções do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgadas na quinta-feira (9).

1%

é a queda prevista para a safra brasileira em 2021, na comparação com 2020.

Produtos mais afetados


MILHO

Segundo o IBGE, o milho foi o produto mais afetado pelos eventos climáticos em 2021. Mesmo com aumento de mais de 6% na área plantada em relação a 2020, a safra do grão deve vir 15,5% menor em 2021 na comparação com 2020, sobretudo por causa das geadas. Além da oferta interna menor, o milho também é pressionado pela alta do preço no mercado internacional. Somando esses fatores, o preço do milho vendido no mercado acumulou alta de 13,7% em doze meses até agosto de 2021, com perspectivas de novas altas até o final do ano.

FEIJÃO

O feijão é outro produto que foi bastante afetado pelos fenômenos climáticos. Bastante dependente de água, o plantio do grão ficou prejudicado pela falta de chuvas, em especial no Paraná, principal estado produtor. Segundo o IBGE, a expectativa é de queda de 7,4% na oferta de feijão no mercado brasileiro em 2021, na comparação com o ano anterior. Até agosto de 2021, o feijão fradinho subiu mais de 40% em doze meses no mercado, a maior parte da alta concentrada no final de 2020, já durante a crise hídrica. O feijão preto, por sua vez, subiu quase 18% no mesmo período. A expectativa é de novas altas no final de 2021.

CAFÉ

Os produtores de café foram fortemente atingidos pelas geadas de julho de 2021, que já chegaram em um momento ruim para as plantações, dada a falta de chuvas. A “queima” causada pelas geadas negras levou produtores a reduzirem as plantações ou desistirem de plantar café, migrando para outros produtos. O Brasil é o principal produtor e exportador de café do mundo – e segundo maior consumidor. O impacto da redução da oferta já é sentido nas prateleiras dos mercados pelo país: segundo o IBGE, só nos primeiros oito meses de 2021, o café em pó ficou em média 17,7% mais caro.

AÇÚCAR

A cana-de-açúcar depende de umidade e calor para crescer. Com a seca, as geadas e as temperaturas baixas do inverno, a safra teve queda em 2021 em relação a 2020. Com menor produção da cana, o açúcar também teve oferta reduzida, afetando o valor do saco que é vendido nos mercados. Em média, o açúcar refinado subiu 37,7% de setembro de 2020 a agosto de 2021 no Brasil.

O efeito para a população
Junto com a conta de luz e os combustíveis, os alimentos são um dos motores da inflação alta em 2021. E os produtos citados acima ajudam a puxar para cima o nível de preços do grupo.

Entre setembro de 2020 e agosto de 2021, os preços de todos os produtos, em média, aumentaram 9,7% no Brasil. Os alimentos subiram mais que isso no mesmo período.

13,9%

foi o aumento dos preços de alimentos de setembro de 2020 a agosto de 2021, segundo o IBGE.

A inflação de alimentos impacta principalmente as famílias de mais baixa renda, que gastam proporcionalmente maior parte de seus rendimentos com comida do que as famílias que ganham mais. Em 2021, isso agrava a situação de vulnerabilidade de pessoas que já são afetadas pelo alto desemprego, pela renda em baixa e até mesmo pela fome, em meio à crise econômica da pandemia do novo coronavírus.

Os impactos indiretos das altas


No caso do milho, há ainda um impacto indireto sobre o preço de outros alimentos. Como o grão serve de base para a ração usada na criação de bovinos, o milho mais caro significa ração mais cara. Isso, por sua vez, leva a maiores custos dos produtores da pecuária.

Com a produção mais cara, a tendência é de aumento ainda maior do preço da carne no Brasil – que já está alto. Ou seja, os fatores climáticos que afetam a produção de milho podem ajudar, indiretamente, a elevar os preços da carne, que subiram 30% entre setembro de 2020 e agosto de 2021.

Há também um efeito cascata no caso do açúcar, mas com outro caminho. A cana-de-açúcar é usada para produzir o etanol, um dos combustíveis mais usados no Brasil. Além disso, a gasolina comum é uma mistura que contém, por lei, 27% de etanol anidro – também produzido a partir da cana-de-açúcar.

Com as safras de cana afetadas por fenômenos climáticos, o etanol fica mais caro. E esse impacto é sentido também no mercado de combustíveis – uma das frentes da inflação em 2021. Portanto, os fenômenos climáticos que prejudicam a produção da cana-de-açúcar também ajudam a alimentar a alta dos combustíveis em um momento de inflação alta.

nexojornal

Sistema Fecomércio/AC entrega potes de sopas em comunidades atingidas pela enchente

Com o objetivo de minimizar os impactos causados pelas enchentes dos rios e igarapés em Rio Branco, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, por meio do programa Mesa Brasil do Sesc, iniciou neste domingo, 21, a entrega de potes de sopas em comunidades em situação de vulnerabilidade social. A ação é realizada em parceria com o Secretaria de Estado de Assistência Social, dos Direitos Humanos e de Políticas Públicas para Mulheres (SEASDHM). 

Segundo informações repassadas pela coordenadora do Programa Mesa Brasil no Acre, Marizete Melo, serão distribuídos diariamente 800 potes de sopas. “Estamos aqui nos bairros com esta ação que busca diminuir um pouco a dor de quem foi atingido com essa situação de calamidade que nosso Estado passa, sem falar a pandemia. Estamos agora atendendo as pessoas que estão alagadas, em bairros atingidos, e que perderam praticamente tudo”, disse. 

O diretor de gestão da SEASDHM, André Crespo, avaliou como positiva a parceria. “Esta é uma agenda extremamente positiva, já que conseguimos, com a parceria com a Fecomércio, alcançar os mais necessitados diante de tantas crises que o estado vem passando. Nosso desejo é estreitar ainda mais os laços, com nosso suporte logístico, e com o suporte do Sesc, com o Mesa Brasil”. 

Robson Thiago foi um dos que receberam as sopas. Morador do Beco do Batata, em Rio Branco, e enfatizou a importância da ação. “É muito importante que nós tenhamos esse apoio, principalmente num momento tão difícil como este. Agradeço muito”, finalizou. 

Em Cruzeiro do Sul, a distribuição de sopa se inicia na quarta-feira, 24; serão entregues aos mais necessitados 300 potes diários. 

Com alta no preço de alimentos, Copom interrompe ciclo de cortes e mantém Selic em 2% ao ano

Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, por unanimidade, manter a Selic, a taxa básica de juros da economia, em 2% ao ano. É a primeira vez, após nove cortes consecutivos, que a Selic não sofre alteração. Ainda assim, a taxa está no piso da série histórica do Copom, iniciada em junho de 1996.

A decisão era largamente aguardada pelo mercado financeiro. De um total de 48 instituições consultadas pelo Projeções Broadcast, todas esperavam pela manutenção da Selic em 2,00% ao ano no encontro do Copom desta quarta-feira, 16. Para 43 das 48 casas que enviaram estimativas, o mais provável é que o ciclo de reduções da taxa tenha se encerrado em agosto, quando a taxa foi reduzida de 2,25% para 2%.  

Banco Central
O Banco Central já vinha indicando que a taxa Selic deveria ser mantida estável. Foto: Andre Dusek/Estadão – 14/10/2014

O Copom voltou a se reunir em meio à alta no preço dos alimentos, de 8,83% em 12 meses até agosto. Esse reajuste não tem apenas um alimento como responsável – a maioria está com preços recordes no campo. Porém, dois chamaram a atenção nos últimos dias: o arroz, com valorização de 19,2% no ano, e o óleo de soja, que subiu 18,6% no período.

O próprio BC, porém, já vinha indicando que a taxa Selic deveria ser mantida estável nesta quarta-feira antes mesmo da recente disparada dos preços dos alimentos.

Em agosto, informou que o País já estaria próximo do nível a partir do qual reduções adicionais na taxa de juros poderiam gerar instabilidade nos preços de ativos (alta do dólar, por exemplo). Assim, sinalizou cautela sobre a possibilidade de novos cortes.

O Copom fixa a taxa básica de juros com base no sistema de metas de inflação. Para 2021, ano no qual o BC já está mirando – as decisões sobre juros demoram de seis a nove meses para ter impacto pleno na economia -, a meta central de inflação é de 3,75% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2,25% a 5,25%.

Juro real

Com a Selic a 2% ao ano, o Brasil segue com juro real (descontada a inflação) negativo. Cálculos do site MoneYou e da Infinity Asset Management indicam que o juro real brasileiro está em -0,81% ao ano. O País tem o 16.º juro real mais alto do mundo, considerando as 40 economias mais relevantes. No topo do ranking está a Turquia, com taxa real de 3%.

estadao

Qual é o nível dos agrotóxicos em alimentos do dia a dia

Na terça-feira (10), a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) divulgou os resultados mais recentes da análise do Para (Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos). De mais de 4.500 amostras, 23% foram consideradas inadequadas. Mesmo assim, o documento afirma que “não há risco para a população”. A publicação da análise ocorre em um momento em que o governo Bolsonaro bate recordes de liberação de agrotóxicos para uso no Brasil.

O Para foi criado em 2001 pela diretoria colegiada da Anvisa. É uma iniciativa do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, coordenado pelo órgão do Ministério da Saúde em conjunto com órgãos estaduais e municipais de vigilância sanitária e com os laboratórios centrais de saúde pública. Ele serve como parâmetro do governo sobre a eficácia do controle dos agrotóxicos no Brasil.

A PESQUISA E SEUS RESULTADOS


A partir do segundo semestre de 2017, os pesquisadores da Anvisa coletaram 4.616 amostras de 14 alimentos frequentes na dieta do brasileiro: abacaxi, alface, alho, arroz, batata-doce, beterraba, cenoura, chuchu, goiaba, laranja, manga, pimentão, tomate e uva. Segundo a pesquisa, juntos, eles representam 73% do consumo de alimentos de origem vegetal no Brasil.

As amostras foram coletadas em 77 municípios brasileiros, menos o Paraná, que, em 2016, optou por ficar de fora do programa. O estado vem focando no seu próprio Programa Estadual de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos. Em novembro, a Vigilância Sanitária do Paraná determinou a inutilização de um lote de morangos do município de Caxias do Sul, do Rio Grande do Sul, com base em uma análise do programa.

77% das amostras foram consideradas satisfatórias. Em 49% delas, não foram detectados resíduos de agrotóxicos. E em 28% as concentrações eram iguais ou inferiores ao limite máximo de resíduos estabelecido pela Anvisa

23% das amostras foram consideradas insatisfatórias em relação aos parâmetros estabelecidos pela Anvisa. Em 20,4% de todas as 4.616 amostras, o problema era o uso de um agrotóxico não permitido especificamente para o vegetal analisado. Além disso, 0,9% de todas as amostras tinha agrotóxicos completamente proibidos no Brasil. E 5,4% tiveram concentração de resíduos acima do limite permitido. Em diversos casos a mesma amostra apresentou mais do que um problema

Com base no nível de contaminação detectado, os pesquisadores avaliaram qual é o risco de consumir os produtos, em dois tipos de exposição:

-exposição aguda, ou de curto prazo. Nesse caso, avalia-se o risco à saúde de consumir, de uma só vez, certa quantidade de alimento contaminado;
-exposição crônica, ou a longo prazo. Avalia-se o risco não de uma única ingestão de um tipo de alimento, mas da ingestão contínua, ao longo da vida de diferentes alimentos contaminados.


O órgão detectou que em 0,89% das amostras havia risco agudo de contaminação. Ou seja, a quantidade de agrotóxicos nos produtos era alta a ponto de indivíduos poderem ter problemas ao ingerir altas quantidades dentro de 24 horas.

Em 91% dos casos em que as amostras haviam apontado potencial de risco agudo à saúde, o agrotóxico detectado foi o carbofurano, proibido no Brasil pela Anvisa em 2017. Na análise mais recente, há uma proporção menor de amostras com potencial de risco agudo à saúde do que na anterior. Mas, como a Anvisa vem alterando a metodologia do Para, a comparação entre uma edição do estudo e outra não é perfeita.

O documento se encerra afirmando que “os resultados de monitoramento e avaliação do risco compilados neste relatório, correspondentes às análises de diversos alimentos que fazem parte da dieta básica do brasileiro, indicam que os alimentos consumidos no Brasil são seguros quanto aos potenciais riscos de intoxicação aguda e crônica advindos da exposição dietética a resíduos de agrotóxicos”.

O relatório relativo a 2013 e 2015 não afirmava que os alimentos eram “seguros”, mas dizia que o potencial de intoxicação aguda estava “dentro do aceitável”. Fazia a ressalva, porém, de que “não se pode descartar a possibilidade de risco crônico à saúde” devido à ingestão de agrotóxicos. Isso porque a maior parte dos estudos sobre exposição crônica que embasam a análise da própria Anvisa focam em apenas um agrotóxico por vez. Na realidade, as pessoas são expostas constantemente a diversos agrotóxicos de uma vez. É possível, portanto, que a intoxicação crônica aconteça por meio da exposição a essas diversas substâncias.

AS MUDANÇAS NA CLASSIFICAÇÃO DO GOVERNO


Em entrevista ao jornal Nexo, a socióloga Marijane Lisboa, professora da PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo especializada em meio ambiente, direitos humanos e na interação entre transgênicos e agrotóxicos, avalia que os relatórios da Anvisa são falhos, porque analisam a presença de apenas 270 princípios ativos de agrotóxicos. No Brasil, mais de 490 estão liberados.

A professora também ressalta que, em julho de 2019, o governo Bolsonaro alterou a metodologia para classificação da periculosidade dos agrotóxicos. Menos produtos passaram a ocupar os graus mais altos de periculosidade.

A agência passou a adotar na classificação apenas estudos sobre intoxicação que avaliam os casos em que a ingestão ou inalação do produto leva a problemas graves, inclusive à morte.

Antes, o resultado de testes sobre irritação dos olhos e da pele resultantes da intoxicação já era suficiente para que os produtos recebessem classificação condizente com os mais altos graus de periculosidade.

Com o novo modelo, apenas produtos que levam à morte recebem os graus mais altos, e os testes relativos à irritação de olhos e pele servem apenas para a inclusão de alertas em rótulos e bulas sobre os riscos à saúde.

Segundo a professora, a mudança “flexibilizou aquilo que se considera agudamente tóxico. Por isso, é possível que o risco [de intoxicação aguda] seja maior do que indicado na pesquisa”.

Lisboa também critica a avaliação da Anvisa de que os alimentos são seguros. “Se a Anvisa encontrou 23% dos produtos fora do que ela mesmo estabeleceu como limite de segurança, claro que há razões para se preocupar. E ela deveria ser a primeira a dizer isso”, disse.

A pesquisadora destaca que “há um coquetel de agrotóxicos em cada alimento. Então toda a comunicação dizendo que não há risco é altamente preocupante”. “Parece que a Anvisa faz o que queria o Ministério da Agricultura, e não o que necessitamos como cidadãos”, segundo ela.

A LIBERAÇÃO DE AGROTÓXICOS SOB O GOVERNO BOLSONARO


De acordo com um levantamento do Greenpeace relativo ao período entre 1º de janeiro e 27 de novembro, o ano de 2019 é aquele com o maior número de agrotóxicos liberados no Brasil pelo menos na última década.

Foram 439 agrotóxicos liberados nestes 11 meses — grande parte deles feita, no entanto, com princípios ativos que já estavam disponíveis no Brasil. O Ministério da Agricultura disponibiliza dados apenas a partir de 2010, quando foram aprovados 104 produtos. Por isso é possível que o recorde corresponda a um período ainda maior.

Para Marijane Lisboa, a política do governo se relaciona com o aumento dos casos de intoxicação registrados pelo Ministério da Saúde.

nexojornal

Feira que troca livros por alimentos e material de limpeza acontece hoje

A feira do livro idealizada pelo grupo social pela vida, acontece nesta quinta-feira, 31, das 14h às 21h na Casa Nova Snoock Bar, em Rio Branco. O evento visa arrecadar alimentos e produtos de limpeza que serão distribuídos a famílias carentes da capital.

O evento funciona da seguinte maneira; ao invés de comprar os livros que foram arrecadados através de campanha de doação nas redes sociais, os participantes irão trocar cada livro por um quilo de e alimento não perecível ou um produto de limpeza.

“Temos mais de três mil livros de todos os seguimentos, infantis, história do Acre, romance, comédia, ficção, ateísmo, eróticos, área da saúde, direito, contabilidade, livros pedagógicos, apostilas para concursos, auto ajuda entre outros”, conta uma das organizadoras do evento, Mel Silva.

Segundo a organização do evento “ainda teremos uma caixa onde estaremos doando livros didáticos e alguns que não estão em bons estados para trocas, principalmente para alunos que irão começar a estudar para o Enem ou vestibulares”, explica.

As pessoas que doaram os livros, além de fazerem uma boa ação poderão concorrer a diversos prêmios. Os doadores podem concorrer ao sorteio de uma pizza (G), uma diária para casal no resort hotel, um almoço, vale compra no valores R$ 150, um vale salão e um óculos de sol. O sorteio dos prêmios será realizado no dia do evento.

“As pessoas que doaram podem concorrer a alguns prêmios, basta quando fossem entregar anotar o nome, telefone e a quantidade de livros, e cada livro é uma chance de ganhar um desses prêmios”, afirma.

Projeto social arrecada livros para trocar por alimentos

Com mais de mil livros arrecadados, o grupo social Pela Vida, irá realizar no dia 31 de janeiro na Casa Nova Snock Bar, a feira livro. O evento funciona da seguinte forma: Ao invés de comprar os livros, os participantes irão trocar por alimentos não perecíveis, cada exemplar vale um quilo de alimento que será doado para famílias carentes da capital.

São diversos exemplares, entre livros didáticos, romance e literatura em geral, além de apostilas para concurso, entre outros. As doações ainda podem ser feitas até o dia 25 de janeiro.

“Já temos mais de mil livros de todos os segmentos, infantis, história do Acre, romance, comédia, ficção, ateísmo, eróticos, área da saúde, Direito, Contabilidade, livros pedagógicos, apostilas para concursos, auto ajuda entre outros”, contou uma das organizadoras do evento, Mel Silva.

Segundo a organização do evento “ainda teremos uma caixa onde estaremos doando livros didáticos e alguns que não estão em bons estados para trocas, principalmente para alunos que irão começar a estudar para o Enem ou vestibulares”, explica.

Interessados em participar da campanha podem fazer a adoção nos seguintes pontos de coleta; Escritório de Advocacia do Gabriel Santos, localizado no Imperador Galvez no bairro Aviário, Ortobom do Bosque, Livraria Paim, Óticas Moderna, Fisk e Óticas Diniz do Centro e da Estação Experimental.

As pessoas que doarem, além de fazerem uma boa ação poderão concorrer a diversos prêmios. Os doadores podem concorrer ao sorteio de uma pizza (G), uma diária para casal no resort hotel, um almoço, vale compra no valores R$ 150, um vale salão e um óculos de sol. O sorteio dos prêmios será realizado no dia do evento.

“Nós temos esses pontos de coleta que as pessoas podem deixar os livros, e além de doarem elas podem concorrer a alguns prêmios, basta quando for entregar anotar o nome, telefone e a quantidade de livros, e cada livro é uma chance de ganhar um desses prêmios”, afirma.

Rocha apresenta projeto que cobra alimentos mais saudáveis

O deputado federal major Rocha (PSDB) apresentou projeto de lei (11.055/18) nesta semana que visa determinar a rotulagem frontal de alimentos com altos índices desses componentes.

O aumento de casos de hipertensão, diabetes, câncer e doenças cardiovasculares ligadas ao sobrepeso é preocupante, afirma Rocha.

O Ministério da Saúde indica que, até 2024, surgirão mais de 29 mil casos de câncer relacionados ao sobrepeso. Em 2016, a obesidade já afetava 18,9% dos brasileiros.

O Brasil assinou acordo para a redução de 144 mil toneladas de açúcar de alimentos industrializados no país até 2022. Mais de 1 mil produtos terão que ser alterados com a medida. Apesar de a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendar o consumo de até 50g de açúcar por dia, o brasileiro já chega a 80g.

O projeto apresentado por Rocha determina que as embalagens dos alimentos exibam rotulagem na área frontal sempre que se tenha agregado sódio, açúcares, gorduras ou gorduras saturadas em valores acima dos estabelecidos pelo órgão regulador do Ministério da Saúde. A medida inclui as bebidas, aditivos alimentares e ingredientes destinados aos serviços de alimentação.

O deputado participou de debate no Parlamento do Mercosul (Parlasul) com especialistas de diversos órgãos da ONU que falaram sobre a importância de inserir informações claras nas embalagens dos alimentos. O padrão proposto é similar ao já usado por países como Chile e Uruguai.

“A rotulagem vai colaborar no combate às consequências do consumo excessivo, levando informação ao consumidor na gôndola do supermercado”, explicou Rocha.

O Poder Executivo ficará encarregado de definir as características do rótulo frontal para garantir que o consumidor tenha acesso à informação. As embalagens com rótulo frontal não poderão incluir elementos que induzam ao engano ou compra do produto, como brindes e concursos.

A proposta não se aplica a alimentos de uso medicinal, produtos destinados à dieta de controle de peso, suplementos, adoçantes de mesa e fórmulas para lactantes e crianças até 3 anos.

Grupo Social Pela Vida pede doações de livros para trocar por alimentos em feira

O grupo social Pela Vida está recebendo doações de livros usados em bom de estado de conservação para realizar uma feira. As doações podem ser feitas até final do mês de dezembro.

objetivo é arrecadar a maior quantidade possível livros para que sejam trocados por alimentos não perecíveis que serão doados para famílias carentes de Rio Branco.

Serão aceitos os seguintes materiais; Livros diversos, material didáticos, apostilas de estudo, contos infantis entre outros.

Interessados em participar da campanha podem fazer a adoção nos seguintes pontos de coleta; Escritório de advocacia do Gabriel Santos, localizado no Imperador Galvez bairro aviário, Ortobom do bosque, livraria Paim, óticas moderna, fisk e óticas Diniz do centro e da estação experimental.

“Essa feira será dividida em duas fases, essa é a fase da arrecadação onde estamos buscando doações, e quando realizarmos a feira nós vamos trocar os livros por alimentos para fazermos sacolões e distribuímos para as famílias carente”. Explica Mel Silva, uma das organizadoras do evento.

As pessoas que doarem, além de fazerem uma boa ação poderão concorrer a diversos prêmios. Os doadores podem concorrer ao sorteio de uma pizza (G), uma diária para casal no resort hotel, um almoço, vale compra no valores R$ 150,00, um vale salão e um óculos de sol.

“Nós temos esses pontos de coleta que as pessoas podem deixar os livros, e além de doarem elas podem concorrer a alguns prêmios, basta quando for entregar anotar o nome, telefone e a quantidade de livros, e cada livro é uma chance de ganhar um desses prêmios” afirma.

De acordo a organização do evento, a feira ainda não tem data definida, mas deverá acontecer em janeiro do próximo ano.

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Acre supera meta com o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA)

Selando o compromisso com a produção rural, o governo Tião Viana celebra mais um ciclo de sucesso no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), cuja meta para 2018 foi superada em um investimento de R$ 3.499.998,08 em produtos adquiridos dos produtores familiares nos 22 municípios acreanos.

Segundo dados da Secretaria de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar (Seaprof), mais de um milhão de tonelada de produtos foram adquiridos dos produtores da agricultura familiar, beneficiando 417 entidades e 1.756 produtores em todo o estado. Os principais produtos adquiridos são banana, laranja, melancia, mandioca, farinha de mandioca, goma de mandioca e mamão.

Entusiasta da produção no Acre, o governador Tião Viana destaca que o PAA é um espelho da realidade agrícola do estado, onde, com apoio do governo, as famílias elevam sua produção. “Nosso governo investiu mais de R$ 500 milhões na produção familiar e hoje vemos o resultado com inclusão social e as famílias na zona rural gerando renda. Este é modelo de desenvolvimento que estamos garantindo para o futuro”, disse.

Para o gestor da Seaprof, João Thaumaturgo Neto, o sucesso do PAA no Acre é resultado desse investimento do governo do Estado no incentivo aos produtores.

“Ele [produtor] planta, o governo adquire e, com isso, fortalecemos cada vez mais a agricultura familiar. A Seaprof é responsável por operacionalizar esse processo e, embora esse seja um programa nacional, graças ao esforço do governador Tião Viana, temos conseguido continuar investindo nos produtores familiares, apesar da crise que vive o país com grandes cortes de recurso”, pontua Thaumaturgo.

O sucesso do PAA se deve especialmente aos incentivos do governo na produção rural, por meio da entrega de kits e equipamentos para facilitar o escoamento da produção e possibilitar a abertura de novos mercados.

O programa complementa uma complexidade de ações que promovem a agricultura familiar. Por exemplo, o governo de Tião Viana garantiu, por meio do modelo de parceria público-privado-comunitário, a criação e evolução de duas importantes agroindústrias: a de suínos (Dom Porquito), em Brasileia, e a Peixes da Amazônia, em Senador Guiomard. Os dois empreendimentos fizeram surgir duas cadeias produtivas no estado, beneficiando famílias que realizam a criação dos animais e vendem para as indústrias processarem.

Outro apoio importante, com mecanização e assistência técnica, foi com a cadeia produtiva da mandioca, um dos principais produtos do PAA. A produção dessa raiz saiu de de 10,4 milhões de toneladas em 2011 para 12,3 em 2017, uma evolução de 18,27%. Com isso, o Acre é o segundo maior produtor dessa cultura da Região Norte, ficando atrás apenas do Pará. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Sobre o PAA

Criado em âmbito nacional, o PAA tem como principais diretrizes o combate à fome e o incentivo à produção familiar. O programa é executado em parceira com Estado, no qual parte dos alimentos é adquirida pelo governo diretamente dos agricultores familiares.

Os produtos são destinados a doação para entidades da rede socioassistencial, restaurantes populares, bancos de alimentos e cozinhas comunitárias.

Agricultores recebem fiscais para cumprimento do PAA

Fornecedores de produtos para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) dos estados do Amazonas, Acre, Amapá, Pará, Roraima, Rondônia, Ceará e Paraíba estão recebendo a visita de fiscais da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) desde a última segunda-feira (20) para verificar o cumprimento de projetos.

A operação foi iniciada nesta semana e os técnicos da estatal devem encerrar a fiscalização até o fim deste mês. A modalidade em execução pelos beneficiários do programa, como agricultores, pescadores e quilombolas, é a de Compra com Doação Simultânea (CDS). Por este mecanismo, o agricultor inscrito recebe um valor de acordo com o projeto aprovado para cultivar determinados produtos e entregar em instituições socioassistenciais previamente cadastradas.

As unidades recebedoras, como escolas, creches e instituições que acolhem pessoas em situação de insegurança alimentar devem receber periodicamente este produto que pode ser convencional ou orgânico. A fiscalização também verifica a entrega regular destes alimentos, envolvendo a participação de associações e cooperativas agrícolas.

Caso ocorra alguma irregularidade, a associação ou cooperativa é informada das penalidades, que podem incluir a restituição ou o cancelamento do projeto. As últimas inspeções do PAA foram feitas nos meses de abril, maio e junho e as próximas ainda estão sendo programadas.

Governo do Estado e MMC realizam curso de reaproveitamento de alimentos

A alimentação é a base da vida e dela depende o estado de saúde do ser humano. O desconhecimento dos princípios nutritivos do alimento, bem como o seu não aproveitamento, ocasiona o desperdício de toneladas de recursos alimentares.

Com isso, o governo do estado, atendendo um pedido do Movimento de Mulheres Camponesas – MMC – realizaram um curso de reaproveitamento de alimentos, dentro de um projeto conhecido como “Quintais Produtivos”.

Em todo o território acreano, o governo segue com sua política de fortalecer a agricultura familiar e dar mais oportunidades para as comunidades diversificarem sua produção, gerando e distribuindo renda.

O desperdício é um sério problema a ser resolvido na produção e distribuição de alimentos. O crescimento da população mundial, mesmo que amparado pelos rápidos avanços da tecnologia, nos faz crer que o desperdício de alimentos é uma atitude injustificável. A Extensionista Social da SEAPROF, Francisca Torres, explica a importância do curso de reaproveitamento de alimentos para as mulheres camponesas. “O principal objetivo é socializar com as mulheres em grupo, estamos trazendo algumas dicas importantes de alimentação, aqui nós trabalhamos o reaproveitamento das cascas dos produtos, trabalhando como foco principal a segurança alimentar e nutricional das famílias, e se a partir desse, tiver alguém com um olhar empreendedor, já pode partir para a comercialização dos produtos”. Disse Francisca.

A Presidente do MMC, Giovana Castelo Branco, que é também a atual Presidenta do Conselho Estadual dos Direitos das Mulheres CEDIM, falou o que é o curso de reaproveitamento de alimentos e o que trará de novo para as mulheres do campo. “Esse curso de reaproveitamento de alimentos é uma campanha que a gente faz em nível nacional, de reaproveitamento dos quintais produtivos, que é tudo que as mulheres produzem ao redor do seu quintal. Esse curso é uma forma das mulheres verem a grande riqueza que elas têm em volta e aproveitar os alimentos em sua totalidade, as verduras, as frutas, desde a polpa até as cascas e assim enriquecer a alimentação da sua família”. Explicou Giovana

Governo lança PAA em Rio Branco beneficiando 660 famílias

Escolas da rede pública da capital e entidades receberam nesta terça-feira, 19, do governo do Estado, por meio da Secretaria de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar (Seaprof), a entrega de produtos do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), com investimentos que ultrapassam o R$ 1,3 milhão.

“São 660 famílias beneficiadas e 93 entidades, dando continuidade ao Plano Agrícola de Rio Branco, fazendo com que esse investimento chegue ao produtor. O PAA garante a compra da produção dos agricultores familiares e, destina esses produtos às entidades que necessitam de alimentação de qualidade a custo zero. É um programa muito importante que o governador Tião Viana prioriza”, destaca Mariana Carvalho, secretária adjunta de Produção.

O ato ocorreu na Central de Comercialização e Abastecimento da Capital (Ceasa), localizada na Baixada do Sol, que foi tomada por caixotes com muitas frutas e verduras dos mais variados tipos.

Cadeia fortalecida

Como destacou a secretária adjunta de Produção, dois elementos são os principais beneficiados pelo programa: produtores agrícolas que vendem sua produção ao governo do Estado e entidades dos mais variados segmentos. Entre produtores e receptores dos produtos estão Elza Rodrigues da Silva e Janete Bezerra de Araújo.

Elza da Silva é produtora rural, membro da Cooperativa de Agricultores Familiares Polo Geraldo Fleming. Enquanto Janete de Araújo é responsável pela gestão da Escola João Paulo II, localizada na região da Baixada do Sol.

A gestora escolar ressalta que o Programa de Aquisição de Alimentos é fundamental para complementação alimentar dos alunos da unidade de ensino. “Não temos o acesso a muitos desses produtos ou, quando temos, é por um determinado período. Quando vem, vocês não imaginam a felicidade das crianças em chupar uma laranja, comer melancia. Fazemos purê de jerimum, de macaxeira, macaxeira frita, bolo. Essa diversidade na alimentação dá uma nova vida na escola”, completa Janete Araújo.

A produtora rural revelou que se não fosse o programa, a produção de laranja do polo teria sido perdida. Mas ela alerta que os produtores estão receosos com a redução de repasses federais para o PAA.

“Esse programa é importante demais. Nossa laranja estava se perdendo, sem falar na crise [financeira] que estamos passando. O programa chegou na hora certa esse ano. Gostaríamos que o governo [federal] e o presidente se empenhassem mais e liberasse mais verba para o PAA que ajuda o produtor, ajuda também as entidades que precisam. Esse programa não pode nem pensar em acabar”, conclui Elza da Silva.

Tião Viana lança PAA e entrega caminhão para apoiar produtores

O mercado municipal de Brasileia ficou tomado de produtores na manhã desta segunda-feira, 18, que acompanharam a visita do governador Tião Viana para lançar o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Na solenidade, também foram entregues kits de apoio e um caminhão para escoamento da agricultura familiar da região, num investimento de R$ 375 mil.

O PAA, realizado em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), é um programa onde o governo do Estado compra a produção de famílias cadastradas e a transfere para entidades sociais, como casas de passagem e de assistência à saúde. Tudo isso sem a figura do atravessador. Em Brasileia, o programa este ano vai beneficiar 85 famílias produtoras e 21 entidades cadastradas.

“Estamos fechando um marco de investimento na produção, durante esse governo, em Brasileia. Acreditamos na agroindústria, no emprego de qualidade e que a área rural gera um produto que é transformado, vira alimento, economia e futuro. No PAA colocamos famílias pequenas, dando uma renda garantida para que honrem seus compromissos. Mas já passamos de R$ 500 milhões investidos em todo o setor produtivo do Acre”, declarou Tião Viana.

Ainda para Brasileia e também Epitaciolândia, o governador anunciou o investimento este ano de R$ 5 milhões na área de frutíferas, com mudas e mecanização para cerca de 250 famílias que serão beneficiadas.

A prefeita de Brasileia, Fernanda Hassem, comemora: “Essa parceria que temos com o governo é de fundamental importância para que possamos atender as famílias produtoras do município, principalmente as pequenas”.

Reconhecimento pelos esforços

Entre os produtores rurais presentes estava a senhora Ana Maria Cardoso. Saindo do Mato Grosso do Sul pela falta de incentivos dados pelo governo ao pequeno produtor, ela se mudou para o Acre há quase 10 anos, onde disse se surpreender até hoje em como o Estado procura maneiras de beneficiar aqueles que vivem da agricultura familiar.

“O motivo da minha vinda pra cá é que lá não tem incentivo. A gente produzia e não tinha pra quem vender, sem apoio do governo ou de entidade nenhuma. E chegando aqui eu vi um novo horizonte, um governo comprometido com os pequenos produtores. Eu sempre falo pros meus amigos de lá que o governo daqui tá de parabéns”, revela Ana Maria.

Os deputados estaduais Lourival Marques e Leila Galvão, grandes apoiadores das questões rurais do estado, também estiveram presentes no evento de lançamento do PAA.

Para Leila Galvão: “É mais uma visita produtiva, onde o governo apresenta mais investimentos pra fortalecer a agricultura familiar. Isso fortalece a economia e fortalece a própria equipe da Seaprof [Secretaria de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar], com a população do Alto Acre sendo muito bem beneficiada”.