Percentual de brasileiros com acesso a internet subiu 5,6%, revela IBGE

O números de residências que utilizavam a Internet subiu de 69,3% para 74,9%, de 2016 para 2017, o que representa um aumento de 5,6 pontos percentuais. Foi o que apontou uma pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad contínua) TIC 2017, divulgada na quinta-feira, 20, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A pesquisa mostra que no mesmo período, a proporção de domicílios com telefone fixo caiu de 33,6% para 31,5%, enquanto a presença do celular aumentou, passando de 92,6% para 93,2% dos domicílios.

181,1 milhões de pessoas com 10 anos ou mais de idade no país, 69,8% acessaram à Internet pelo menos uma vez nos três meses anteriores à pesquisa. Em números absolutos, esse contingente passou de 116,1 milhões para 126,3 milhões, no período.

Levando em consideração a faixa etária dos internautas, “o maior percentual foi no grupo etário de 20 a 24 anos (88,4%). Já a proporção dos idosos (60 anos ou mais) que acessaram a Internet subiu de 24,7% (2016) para 31,1% (2017) e mostrou o maior aumento proporcional (25,9%) entre os grupos etários analisados pela pesquisa”.

Em um ano, o percentual de pessoas que acessaram à Internet através do celular aumentou de 94,6% para 97,0%. Já quem usou a televisão para esse fim subiu de 11,3% para 16,3%, por outro lado, a taxa dos que utilizaram
microcomputador para acessar à Internet caiu de 63,7% para 56,6%.

O estudo mostra ainda os tipos de finalidades mais comuns entre os brasileiros neste período, quanto ao uso da internet. Além do acesso a TV digital entre outros. Os dados completos da pesquisa completa pode ser acessado na página do IBGE na internet.

Estudo aponta que adolescentes têm amplo acesso ao cigarro

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) e Ministério da Saúde divulgada na terça-feira (27) mostra que adolescentes tem amplo acesso ao cigarro, apesar da legislação proibir a venda do produto.

O estudo intitulado ‘Descumprimento da legislação que proíbe a venda de cigarros para menores de idade no Brasil: uma verdade inconveniente’ foi divulgado durante solenidade em comemorativa ao dia nacional de combate se câncer.

De acordo com o documento “86,1% dos fumantes entre 13 e 17 anos que tentaram comprar cigarros em alguma ocasião nos 30 dias que antecederam à pesquisa não foram impedidos. A proporção de êxito na compra foi de 82,3% entre adolescentes de 13 a 15 anos e de 89,9% entre os de 16 e 17 anos”.

Ainda segundo o estudo, “os adolescentes brasileiros conseguem comprar cigarros com facilidade tanto no comércio varejista formal quanto no informal ambulante, em desrespeito à lei e ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) que proíbem a venda para menores de 18 anos”.

A prática é crime previsto na lei 10.702/2003 além de desrespeitar o Estatuto da criança e do Adolescente. “Os adolescentes não enfrentaram grande resistência para comprar cigarros no comércio legal. Entre os estudantes de 13 a 17 anos que compraram cigarros regularmente nos 30 dias anteriores à pesquisa, 81,1% adquiriram os produtos em lojas ou botequins, e não no comércio ambulante (camelôs). Apontou o estudo.

A recomendação do estudo é para “os poderes federais, estaduais e municipais a adotarem ações educativas e de fiscalização, inclusive por meio de ações conjuntas com organizações representativas do comércio varejista e com os sindicatos que representam o setor jornaleiro e outros estabelecimentos comerciais”.

Além disso o Inca e MS pediu que “órgãos como o Ministério Público a promover um termo de ajuste de conduta junto às companhias de tabaco que abastecem a ampla rede de varejistas em todo o território nacional para que assumam parte da responsabilidade de fazer cumprir a lei que proíbe a venda de cigarros a menores”.

Independência está a um empate do acesso

Independência e Náuas voltam a campo na tarde desta quinta-feira (15) para disputar o título da “encolhida” disputa do Campeonato Acreano de Futebol da 2 ª Divisão – o torneio contava com apenas três participantes, mas com a eliminação do Alto Acre, justificado pela ausência de registro de atletas no Boletim Interno Diário da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), passou a ser disputada apenas pelas equipes da Raposa e do Cacique.

Com mudança na tabela após o anuncio da eliminação do Alto Acre na competição, o jogo decisivo ficou agendado para as 15h30 desta quinta-feira (16), no estádio Florestão. Na matemática dos números, um empate basta ao tricolor do Marinho Monte para o clube erguer o troféu de campeão e garantir o seu retorno à elite do futebol local. O Náuas, por sua vez, terá uma missão um pouco mais complicada. O clube perdeu no jogo de estreia para o próprio Independência, precisando devolver a derrota por dois gols de diferença para ficar com o troféu de campeão e a vaga na primeira divisão do futebol local. Uma vitória simples pelo placar mínimo leva à decisão do título as cobranças de penalidades máximas.

Necessitando de um empate para retorna à elite do futebol acreano, o Independência, do técnico Illimani Suares, não poderá contar com o zagueiro Marinho. O atleta sofreu uma grave lesão no joelho esquerdo e passará por um procedimento cirúrgico. O restante do time será o mesmo do jogo de estreia contra o Náuas: Pará, Balu, Kleyton (substituindo Marinho), Kaisson, Antônio Marcos; Kinho, Joel, Alan e Dentinho; Marcelo Brás e Alemão.

No Cacique do Juruá, o técnico Zacarias Lopes espera fazer apenas uma mudança na equipe derrotada na estreia da competição para o Independência por 1 a 0. O lateral esquerdo Taumaturgo pode ser a novidade na escalação da equipe do Vale do Juruá.

Organização pede urgência para ampliar testes e acesso a tratamento da hepatite

No Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais, lembrado ontem (28), a Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta para a necessidade de ampliar a testagem e o acesso ao tratamento contra a doença. De acordo com os dados mais recentes da entidade, em todo o mundo, menos de 20% das pessoas tinham acesso à testagem e a serviços de saúde específicos para hepatites em 2016.

Os números da OMS mostram que as hepatites B e C afetam 325 milhões de pessoas. Se não forem tratadas, as infecções podem provocar câncer de fígado e cirrose que, juntos, causaram mais de 1,3 milhão de mortes em 2015. “Precisamos acelerar o progresso para alcançar nossa meta de eliminar a hepatite até 2030”, disse em nota o diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Um dos países mais atingidos pela hepatite é a Mongólia, onde mais de 10% dos 3 milhões de habitantes vivem com infecção crônica provocada pelo vírus. Em 2017, o país deu início a um programa que, ao longo do primeiro ano, testou mais de 350 mil pessoas. Mais de 70% delas foram diagnosticadas com a doença e passaram a receber tratamento para a infecção. A meta do governo local é testar 1,8 milhão de pessoas com mais de 15 anos para a doença.

Brasil

Dados do Ministério da Saúde revelam que o Brasil registrou 40,1 mil novos casos de hepatites virais em 2017. Os casos de hepatite A, comumente transmitida por água e alimentos contaminados, mais que dobraram entre homens de 20 a 39 anos. No estado de São Paulo, o número saltou de 155 casos, em 2016, para 1.108 em 2017. O município de São Paulo, em 2017, notificou 786 casos de hepatite A, dos quais 302 foram atribuídos a transmissão sexual.

A vacina para hepatite A está disponível no SUS e é oferecida para crianças a partir de 15 meses a 5 anos de idade incompletos. No estado de São Paulo, a vacinação também está disponível também para homens que fazem sexo com homens.

Em relação à hepatite B, o país registrou 14,7 mil casos em 2016 e 13,4 mil em 2017. A transmissão se dá por sangue contaminado, sexo desprotegido, compartilhamento de objetos perfuro-cortantes e por transmissão vertical (da mãe para o filho, durante a gestação).

A vacina para hepatite B está disponível no SUS para todas as pessoas. Em crianças, o esquema é feito em quatro doses, sendo a primeira ao nascer. Nos adultos que não se vacinaram na infância, são três doses. Em 2017, foram distribuídas 18 milhões de vacinas para todo o país e atualmente, 31,1 mil pacientes estão em tratamento para a doença.

A hepatite C acomete, principalmente, adultos acima de 40 anos. Foram notificados, desde o final da década de 90, 331,8 mil pessoas com a doença no país, sendo 24,4 mil casos registrados em 2017. O tratamento com os antivirais de ação direta, disponível na rede pública desde 2015, apresenta taxas de curas superiores a 90%. A doença é transmitida por sangue contaminado, sexo desprotegido e compartilhamento de objetos perfuro-cortantes.

Celular se torna principal forma de acesso à internet no Brasil

A conexão à internet somente pelo celular se tornou a forma mais comum de navegar na web no Brasil. A conclusão é da pesquisa TIC Domicílios 2017, produzida pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (CETIC.Br), vinculado às Nações Unidas e ao Comitê Gestor da Internet no Brasil. O levantamento divulgado hoje (24) é um dos mais importantes do país sobre o tema.

Em 2017, 49% dos lares brasileiros dependiam de um celular para acessar a rede mundial de computadores. O índice foi pela primeira vez superior aos domicílios que usam tanto dispositivos móveis quanto computadores de mesa (os chamados desktops) para se conectarem. Dos lares pesquisados, 19% acessavam a internet mas não possuíam computador.

A exclusividade da conexão móvel está mais presente nas classes de menor renda. Enquanto na classe A o índice de domicílios com acesso à web e computador é de 98%, nas classes D e E esse índice é de apenas 7%. Entre os usuários deste segmento, 80% dependem de um celular pra navegar. Essa prevalência se manifesta também nas áreas rurais (72%) e no recorte de gênero, estando presente mais entre mulheres (53%) do que entre homens (45%).

O fator socioeconômico foi confirmado pelos entrevistados como barreira. A dificuldade de pagar pelo serviço foi apontada como principal obstáculo à conexão, mencionado por 27% dos entrevistados. Os dados revelam desigualdade no acesso à internet em geral com índice na casa dos 30% nas classes D e E e em 99% na classe A.

“Existe uma população de internautas no Brasil que tem relação exclusivamente mediada pelo telefone celular. Isso está ligado ao marcador socioeconômico. Os de A e B combinam atividades mais convenientes pelo celular e outras pelo computador, quando requer teclado ou tela maior. Quem não tem acesso ao computador utiliza apenas o celular e isso acaba sendo um fator de limitação dos serviços que a pessoa acessa e das habilidades que vai desenvolver”, analisa Winston Oyadomari, coordenador da pesquisa.

O coordenador acrescenta que esta exclusividade da conexão móvel muitas vezes não significa que seja por meio de tecnologias 3G ou 4G, ficando limitada, em determinados casos, apenas às transmissões sem fio conhecidas como Wi-Fi.

Limites econômicos

Na avaliação de diretor do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil), Alexander Castro, as restrições econômicas de uma parcela da população fazem com que ela busque a conexão via celular em razão dos planos serem mais acessíveis e terem mais opções. “A banda larga móvel apresenta muito mais opções para a população, em termos de planos e preços, do que a banda larga fixa. Esta última trabalha com o plano ilimitado, com variação por velocidade”, compara.

Segundo Castro, o preço médio do megabit no Brasil caiu de pouco mais de R$ 21,8 para R$ 4,64 entre 2011 e 2017. Contudo, por conta da situação econômica do país ainda há dificuldade nas camadas mais pobres de adquirir o serviço. “Com a crise, o desemprego, a população se manteve sem condições de contratar, mesmo com a queda nos preços”, opina.

Qualidade

Na avaliação da advogada que ocupa uma das representações da sociedade civil no Comitê Gestor da Internet Flávia Lefévre, o aumento da dependência do celular é uma tendência preocupante, já que evidencia a desigualdade entre ricos e pobres no acesso à Internet. Além disso, as limitações destes aparelhos e das conexões móveis, como planos com limites de dados, fazem com que a qualidade do acesso seja consideravelmente pior. São restrições que dificultam tarefas como assistir a filmes, baixar documentos pesados, usar chamadas de voz, acessar serviços de governo eletrônico, entre outros.

Par Lefévre, que também integra a campanha Internet Direito Seu, os brasileiros que dependem do celular vão ficar a mercê de pacotes limitados e dos serviços patrocinados, que não consomem dados da franquia. “Essas pessoas vão ficar sujeitas aos aplicativos ‘gratuitos’, à seleção editorial do Facebook. A internet vai virar o Facebook, o Whatsapp ou os apps definidos pela operadora. A gente não pode considerar que alguém com essa qualidade de acesso esteja sendo incluído digitalmente”, comenta.

Operação Gota leva vacina para comunidades de difícil acesso

Uma verdadeira força-tarefa se prepara para iniciar no Acre a Operação Gota, campanha de vacinação que oferece todas as imunizações disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O Acre faz parte dos estados da Região Norte que receberão reforços da Força Aérea Brasileira (FAB) para a atualização do calendário vacinal.

A missão, uma operação conjunta entre o Ministério da Saúde, Ministério da Defesa, Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) e municípios, é chegar às áreas de difícil acesso com o auxílio de helicópteros da FAB. A Operação Gota se inicia nesta quarta-feira, 25, e segue até 6 de agosto.

Com o apoio dos ministérios, a meta é alcançar as populações ribeirinhas, rurais e comunidades indígenas, imunizando cerca de quatro mil pessoas em 46 localidades de Sena Madureira, Xapuri, Feijó, Tarauacá, Jordão, Cruzeiro do Sul, Porto Walter e Marechal Thaumaturgo.

No planejamento da operação, de acordo com a gerente de Imunização e Rede de Frio da Sesacre, Dora Holanda, foram estabelecidas três bases no estado para atender as localidades dos municípios prioritários, iniciando as ações em Cruzeiro do Sul, depois na base de Tarauacá, finalizando em Rio Branco.

“Uma ação que busca garantir a consolidação do direito à saúde. O apoio da FAB é de fundamental importância no programa de vacinação no Acre, pois sem esse auxílio aéreo de helicópteros não conseguiríamos chegar a muitas localidades que, dependendo da época do ano, não têm acesso nem por meio fluvial ou terrestre”, destaca Dora.

As populações serão vacinadas contra sarampo, febre amarela e meningite, além de outras doenças que podem ser prevenidas, cujas vacinas fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação e no Calendário Básico de Vacinação Indígena.

A ação envolve enfermeiros, técnicos de enfermagem, funcionários das secretarias estadual e municipal de Saúde, militares do Ministério da Defesa e da Aeronáutica, entre outros profissionais.

Usuários aprovam acesso da Ponta Porã e Via Parque

Ainda faltando detalhes técnicos para sua conclusão, o acesso da Travessa Ponta Porã e Rua Riachuelo à Via Parque já tem aprovação dos usuários. Atendendo determinação da prefeita Socorro Neri para melhorar a condição viária de pontos conflitantes da cidade, o acesso foi implantado pela Empresa Municipal de Urbanização de Rio Branco (EMURB) em parceria com a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito de Rio Branco (RBTRANS).

O acesso facilita e reduz substancialmente o trajeto dos motoristas que saem dos bairros Aviário, Bosque e José Augusto com destino ao Parque da Maternidade –e vice-versa. “Eu sempre faço viagens para esta região e este acesso melhorou muito para o transporte de passageiro, inclusive reduzindo o preço da corrida”, disse o mototaxista Elias da Silva Pereira, que apontou o trajeto entre o Terminal Urbano e a Escola Humberto Soares como exemplo de trecho cujo valor da corrida diminuiu com o acesso ao bairro José Augusto pela Via Parque.

O projeto faz parte do Programa de Readequação da Malha Viária de Rio Branco, (Revi) que, no âmbito do Plano Diretor de Trânsito, visa garantir o direito à mobilidade, propondo modificações no trânsito de regiões afetadas pelo crescimento acelerado da frota de veículos, de forma a promover a fluidez do trânsito. O Revi foi implantado em 2011 pelo então prefeito Raimundo Angelim, avançou na gestão de Marcus Alexandre e recebe forte impulso com Socorro Neri. “Eu passo sempre aqui e vejo que os motoristas não precisam mais dar a volta lá longe. Esse acesso trouxe mais movimento para cá, o que ajuda na segurança também”, observou a funcionária pública Ana Albuquerque. “É a primeira vez que passo aqui e avalio que está muito melhor. Não preciso dar a volta por outras partir do mês de agosto, quando chegam a Rio Branco os materiais que estão faltando, como a tinta para demarcação viária. Para a Prefeitura de Rio Branco esse complemento de rua é muito importante e a Emurb utilizou uma boa estrutura para fazer a acesso e aterramento com sub base de 20 centímetros e base de 15 centímetros de solo.

O acesso mede 37 metros desde a Via Parque até a Rua Riachuelo. Apesar da pequena distância separando as duas vias não existia acesso entre elas e os motoristas tinham de percorrer um trecho bem maior para fazer a manobra. Uma faixa de pedestre facilitará a caminhada pela região. “O trabalho é feito em parceria com a Emurb e o Detran em pontos de conflito no trânsito de Rio Branco. A avaliação positiva dos usuários ajuda a melhorar os próximos trabalhos”, disse Dannya Coutinho, diretora de Trânsito da RBTRANS.

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Workshop de Competitividade e Acesso ao Crédito é realizado na FIEAC

“Uma empresa só será competitiva se tiver recursos para investir. E sem planejamento, orçamento e gestão de custos, não há como ela prosperar”. Essa foi uma das afirmações feitas pelo administrador Alex Barros, durante o Workshop de Competitividade e Acesso ao Crédito, evento realizado na manhã da última segunda-feira, 25, pela Federação das Indústrias do Estado do Acre, no âmbito do Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias (Procompi).

Ainda durante sua palestra, que ocorreu na sede da FIEAC e teve como público alvo empreendedores do Estado, Barros falou sobre o cenário econômico acreano e no país. Segundo ele, o Acre possui atualmente 149 mil empregos formais, sendo que, somente o setor privado é responsável por gerar 87 mil empregos.

“Por isso é essencial que se invista mais na iniciativa privada. Os empresários precisam de investimentos, de recursos, e muitas vezes os bancos não conseguem atender essa necessidade. O grande problema hoje não é nem a taxa de juros, que está baixa, mas é que o índice de confiança do empresário está reduzido. Ele não quer investir, pois o consumo está retraído”, frisou Barros.

Após a palestra do administrador Alex Barros, representantes do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco da Amazônia apresentaram aos presentes linhas de crédito e todos os serviços que as instituições financeiras podem disponibilizar aos empresários acreanos para apoiar o crescimento de seus negócios.

Presente ao evento, a presidente em exercício da FIEAC, Adelaide de Fátima, destacou a alegria de receber os empresários na Casa da Indústria e enalteceu o papel do Procompi no apoio às micro e pequenas empresas.

Saiba mais sobre o Procompi

O Procompi é um programa de apoio à competitividade das micro e pequenas indústrias, resultante de uma parceria entre a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional, que está operando desde 1998.

O programa objetiva elevar a competitividade das empresas industriais de menor porte, por meio do estímulo à cooperação entre as empresas, à organização do setor e ao desenvolvimento empresarial e territorial.