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Cotidiano

Socioeducandas do Mocinha Magalhães participam de curso

“É muito bom quando alguém olha pra gente com carinho, porque a maioria das pessoas só vê que erramos. Vou agarrar essa oportunidade”, enfatizou a socioeducanda S. V. O. sobre o lançamento do curso de artesanato realizado nesta terça-feira, 16, no Centro Socioeducativo Mocinha Magalhães.

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“É muito bom quando alguém olha pra gente com carinho, porque a maioria das pessoas só vê que erramos. Vou agarrar essa oportunidade”, enfatizou a socioeducanda S. V. O. sobre o lançamento do curso de artesanato realizado nesta terça-feira, 16, no Centro Socioeducativo Mocinha Magalhães.

A iniciativa do governo do Estado, por meio da Secretaria de Pequenos Negócios (SEPN), tem o intuito de fortalecer as ações do Instituto Socioeducativo (ISE) para a promoção da ressocialização de adolescentes em conflito com a lei.

A unidade feminina tem no momento 41 internas, das quais dez serão contempladas pela ação em razão de relatórios de comportamento. Durante dois meses, elas vão aprender técnicas de produção de peças artesanais que utilizam como matéria-prima a casca do cupuaçu.

“Muitas adolescentes veem a unidade como um lugar de punição. E são ações como essa que trazem mudança de pensamento, porque o que realmente queremos oferecer são oportunidades de mudança de vida”, frisa a diretora do centro Isabele Silva.

A chefe da Coordenação do Artesanato Acreano vinculada à SEPN, Marilda Brasileiro, falou da importância das parcerias entre as instituições para levar esses investimentos em capacitação a quem precisa: “O artesanato acreano tem recebido atenção especial por parte do governo e de entusiastas como a primeira-dama Marlúcia Cândida. Assim, nos somamos às instituições que enxergam o artesanato como ele precisa ser visto, com amor e sentimento, para despertar aquilo que de melhor as pessoas têm dentro de si”.

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Além do desafio de transformar a matéria-prima em arte, o diretor do ISE frisou a oportunidade de negócios. “Os cursos despertam o talento dos adolescentes e ajudam a destensionar o sistema, além de trazer a oportunidade de negócios para subsidiar necessidades pessoais quando conquistam a liberdade. São garantia de alternativa de renda”, completou.

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