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Cotidiano

Quadrilha Junina faz “vakinha virtual” para temporada 2017

Visando a arrecadar dinheiro para arcar com as despesas da temporada 2017 a quadrilha junina Matutos na Roça resolveu fazer uma ‘vakinha virtual’. A ideia surgiu da coordenadora Ingrid Braga, mais conhecida como Flor Paparazzo, em uma reunião do grupo.

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Visando a arrecadar dinheiro para arcar com as despesas da temporada 2017 a quadrilha junina Matutos na Roça resolveu fazer uma ‘vakinha virtual’. A ideia surgiu da coordenadora Ingrid Braga, mais conhecida como Flor Paparazzo, em uma reunião do grupo.

“Tive a ideia de criar uma ‘vakinha’ para arrecadar dinheiro para o nosso projeto da temporada de 2017, que envolve jovens e adultos da comunidade do bairro Aeroporto velho e demais bairros, pois temos brincantes de diversos bairros de Rio Branco. O objetivo é arrecadar o máximo possível para a execução de nosso projeto, criação e confecção do nosso figurino tanto para a dança quanto para o nosso teatro de rua tradicionalmente conhecido como o casamento caipira, que conta como quesito para julgamento nos festivais de quadrilha juninas”, explica a coordenadora geral.

Segundo Flor, além de buscar arcar com gastos de adereços, sapatos, botinhas, bingos beneficentes para a comunidade e apresentações fora a parte em arraiais de diversas comunidades de todo o estado, a arrecadação objetiva beneficiar, também, a banda composta por componentes da quadrilha e instrumentos musicais próprios.

O site para quem tiver interesse de realizar a doação é https://www.vakinha.com.br/vaquinha/ajude-nos-com-o-nosso-projeto-para-2017-quadrilha-junina.

O grupo que é vice-campeão do Festival Estadual de Quadrilhas de 2016, foi fundado em 25 de abril de 2005, por amigos do bairro Aeroporto Velho, após o término da quadrilha “Tchaca Tchaca na Butchaca”, também do bairro.

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Atualmente, é formado por 80 pessoas e desenvolve trabalho social naquela comunidade.

“Bom, a nossa quadrilha junina também realiza um trabalho de inclusão social, que reflete no dia a dia dos moradores, diretamente nos jovens e adolescentes que integram o nosso movimento junino”, finaliza Flor Paparazzo.

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