Pronto-Socorro de Rio Branco, onde a prioridade é ofertar saúde de qualidade para a população

O compromisso com as pessoas, o acolhimento dos pacientes que buscam o hospital está visível nos quatro cantos da unidade.

No Hospital de Urgência e de Emergência, onde funciona o Pronto-Socorro (PS) de Rio Branco, a rotina dos profissionais que atuam na unidade segue um ritmo acelerado. O compromisso com as pessoas, o acolhimento dos pacientes que buscam o hospital está visível nos quatro cantos da unidade.

A saúde é um dos maiores compromissos do governador Gladson Cameli, que ao assumir o governo do Estado, fez chegar ao fim quase uma década em obras, quando em 2019, entregou à população o novo Pronto-Socorro de Rio Branco. Fruto de seu empenho e determinação, o moderno e imponente prédio de cinco pavimentos é um grande símbolo do avanço que a saúde deu em apenas sete meses de mandato.

A missão de comandar a maior porta de entrada de casos de urgência e emergência, hoje referência para toda a região, incluindo cidades amazonenses e as bolivianas e peruanas nas fronteiras, tem movido a gestão atual investir alto em equipamentos e otimização dos serviços.

Sob a gerência do enfermeiro Areski Peniche, o Pronto-Socorro vem cumprindo sua principal função que é salvar vidas. “Desafios são impostos quanto é possível alcançar resultados. Resultados que exigem empenho e dedicação em todas as esferas para que seja possível ofertar um serviço de qualidade, marca da atual gestão. Nossa missão é fazer com que o servidor sinta prazer ao trabalhar e que a sociedade sinta confiança e nos dê a credibilidade no que tange aos serviços de saúde na área da urgência e emergência”, pontua.

Com a entrega da verticalização do hospital, mais leitos foram disponibilizados em relação à antiga estrutura, que hoje conta com três unidades de terapias intensivas, com um total de 40 leitos intensivos. Destes, 30 são destinados exclusivamente a pacientes em tratamento contra a Covid-19.

“Mesmo após a inauguração, o prédio novo passa por uma revisitação das obras, além de algumas mudanças que estão sendo implementadas na unidade de urgência e emergência para melhorar o fluxo e os atendimentos aos pacientes com prioridade”, reforça Peniche.

Com a continuação das obras de ampliação do PS, o governo do Estado reafirma seu comprometimento em avançar cada vez mais para proporcionar ao povo acreano uma saúde de qualidade. Mais 116 leitos estão sendo construídos e a expectativa é que esta ala seja inaugurada em breve pelo governador Gladson Cameli.

Atendimento humanizado

Um dos grandes desafios da saúde pública é dar dignidade durante todo o processo de internação do paciente na unidade hospitalar. Mais estruturado e sem a conhecida superlotação, o Pronto-Socorro segue sendo o mais completo e o mais movimentado do setor de emergências e urgências do Acre.

Mesmo na pandemia da Covid-19, a busca de melhor humanização encontrou guarida no PS da capital, onde todo o esforço vem sendo concentrado para que o cidadão não aguarde ou se recupere nos corredores da unidade. Dentro do maior complexo de urgência e emergência do Estado, encontra-se uma equipe multidisciplinar com profissionais das mais diferentes áreas da saúde, trabalhando juntos para objetivo comum: salvar vidas. São cerca de 1.300 funcionários, entre terceirizados e efetivos da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre).

Para o secretário de Saúde, Alysson Bestene, a entrega do novo prédio possibilitou de vez o desafogamento no PS. “Por muitos anos a saúde teve uma oferta limitada de leitos intensivos, o que resultava numa alta demanda de pacientes e, consequentemente, uma situação de difícil controle no hospital”, observa.

Lean nas Emergências

Referência no tratamento de alta complexidade, uma das grandes prioridades do Pronto-Socorro de Rio Branco é a humanização e o cuidado com os pacientes. Esta é uma das conquistas alcançadas com o projeto Lean nas Emergências, metodologia responsável por otimizar fluxos e melhorar o atendimento à população.

“Com gestão, parcerias, ações conjuntas e com o fortalecimento do trabalho e o comprometimento das equipes com esse olhar diferenciado, conseguimos melhorar o cuidado dos pacientes e proporcionar um atendimento mais humanizado, focado no cidadão”, ressalta o diretor-geral do Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb), Areski Peniche.

O Pronto-Socorro de Rio Branco está entre as instituições de saúde de todo o Brasil selecionadas pelo Ministério da Saúde, em parceria com o Hospital Sírio-Libanês, para participar do projeto “Lean nas Emergências”. A iniciativa busca, entre outras ações, promover melhorias no atendimento hospitalar de urgências e emergências da população que utiliza o sistema público de saúde.

Heróis nada anônimos

Dentre tantas funções essenciais, em especial nas unidades de terapia intensiva, o papel do fisioterapeuta salta aos olhos entre os também heróis modernos que ganharam protagonismo pelo esforço e dedicação em tempos de pandemia.

Com técnicas cientificamente comprovadas que auxiliam na reabilitação, prevenção e também na cura de algumas doenças, ficou evidente a pluralidade de serviços essenciais de saúde que a Fisioterapia pode prestar, especialmente no enfrentamento à Covid-19, como destaca a fisioterapeuta e coordenadora do serviço de fisioterapia dentro da UTI do Pronto-Socorro de Rio Branco, Maurien Mendonça.

“A fisioterapia vem ao longo de muito tempo se consolidando dentro da terapia intensiva, e com a pandemia as pessoas passaram a conhecer melhor nossa atuação na linha de frente. O papel do fisioterapeuta é trazer esse paciente para dentro do contexto de vida social e de vida diária, o que torna hoje o serviço fundamental e essencial do momento da internação no hospital até a alta da unidade”, destaca a fisioterapeuta.

Dentro da maior unidade de urgência e emergência do Estado, existe toda uma equipe na linha de frente e na retaguarda para atender esse paciente, além dos médicos. Um desses profissionais é o fonoaudiólogo, cujo trabalho na área intensiva é de extrema importância na equipe multiprofissional, um avanço em termos de tratamento.

“O trabalho associado melhora os prognósticos e acelera a alta dos pacientes internados, sobretudo em casos de disfagia. Nesse sentindo, integrar a equipe multiprofissional contribui para a tomada de decisões em conjunto, visando a qualidade de vida do paciente com a reabilitação, ou readaptação das funções alteradas”, explica a fonoaudióloga Lusia Siebra, que atua dentro da Unidade de Terapia Intensiva do PS. (Lane Valle / Secom)