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Cotidiano

Motofretistas realizam manifestação pelo segundo dia consecutivo em Rio Branco

Após não obterem resposta no primeiro manifesto feito em frente à prefeitura de Rio Branco, na última terça-feira, 9, os motofretistas da capital realizaram outra manifestação, na manhã de quarta-feira, 10, desta vez na ponte Ponte Juscelino Kubitschek.

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Após não obterem resposta no primeiro manifesto feito em frente à prefeitura de Rio Branco, na última terça-feira, 9, os motofretistas da capital realizaram outra manifestação, na manhã de quarta-feira, 10, desta vez na ponte Ponte Juscelino Kubitschek.

Usando um corrente para se acorrentarem, os manifestantes se puseram na entrada da ponte e não deixaram ninguém passar para o outro lado da cidade, por pelo menos 2 horas. Um dos manifestantes gritava que só queria o direito de poder sustentar sua família dignamente.

A reivindicação deles é para que seja revogada a Lei Nº 2135 DE 24/09/2015, Art. 19 que proíbe o transporte de pessoas, de combustível, produto inflamável ou tóxico e de galão nos veículos de que trata este regulamento, com exceção do gás de cozinha e de galão contendo água mineral, desde que com o auxílio de side-car, nos termos da regulamentação do CONTRAN.

Segundo o presidente do sindicato dos motofretes, Patrício Silva, o monopólio, é o que os impede de uma legalização. “De um sindicato que tem 560 para uma categoria que possui 35 pessoas. O mototaxista faz o nosso serviço e não é penalizado e nós se transportamos um filho ou esposa somos multados e nosso transporte apreendido”, alega.

Em todo o Brasil já são mais de 1,5 milhão de motofretistas, considerado o país com maior número deste profissional no mundo. A categoria ganhou reconhecimento em 2009, quando o Ministério do Trabalho assegurou o registro em carteira, piso salarial, aluguel da moto, seguro de vida e outros benefícios.

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No entanto, menos de 60% destes profissionais optaram pela formalidade e trabalham de forma clandestina. Os motofretistas acreanos, na contra mão dos números, se manifestam pela legalidade. De acordo com Silva, as manifestações irão ocorrer todos os dias até que eles obtenham uma resposta favorável e justa para a categoria.

“Estamos esperando a resposta tanto do Executivo quanto da Câmara de Vereadores, pois está com um ano e seis meses que eles estão ‘empurrando com a barriga’. O prefeito diz que é com a câmara, a câmara diz que é com a prefeitura, aí ninguém sabe mais. Só queremos trabalhar”, finaliza o presidente.

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