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Cotidiano

Moradores de áreas alagadiças de Rio Branco temem com a subida do Rio Acre

Na medição realizada pela Defesa Civil, às 12 horas de segunda-feira, 20, o Rio Acre, em Rio Branco, apresentou a cota de 12, 68 metros e a ameaça de uma enchente deixa muitos moradores de áreas alagadiças preocupados.

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Na medição realizada pela Defesa Civil, às 12 horas de segunda-feira, 20, o Rio Acre, em Rio Branco, apresentou a cota de 12, 68 metros e a ameaça de uma enchente deixa muitos moradores de áreas alagadiças preocupados.

Além dos moradores, a Defesa Civil que além ampliar o monitoramento do Rio, também começa os preparativos para construção de abrigos quando é alcançada a cota de 12 metros.

Mas segundo informações do coordenador da instituição, na capital, Coronel George Santos, a expectativa é que o Rio apresente uma vazante, levando em consideração quatro centímetros a menos entre a medição das 6 horas e 12 horas de ontem.

A esperança da Defesa Civil é a mesma dos moradores de Bairros com Taquari e 6 de Agosto, sempre são os primeiros a ser afetados quando o Rio Transborda.

A dona de casa Maria de Fátima, 60 anos, tem o Rio Acre como vizinho de ‘fundo’, no Taquari, e à medida que vê o nível das águas subirem, diz pedir a Deus que não seja necessário deixar sua casa por causa de uma nova enchente.

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“A gente não quer sair, mas se for preciso não adianta ficar reclamando. Mas neste momento, todos nós aqui ficamos na expectativa se vai acontecer ou não”, conta.

Além do risco do transbordamento do Rio, dona Maria de Fátima ainda convive com o desbarrancamento. Segundo ela descreve, já foram mais de 2 metros de seu quintal levados pela força da água.

“Já desbarrancou muito. Levou uma mangueira, tem outra que tá prestes a cair também. Se continuar assim vou ter que mudar a casa um pouco mais para frente. Só posso dizer que o que vier a gente tem que encarar”, comenta.

A ambulante, Nilva Lucas, 37, moradora do bairro 6 de Agosto também carrega a mesma preocupação de ver sua casa ser atingida pela cheia mais uma vez.

“Com a cheia, vem todo aquele transtorno de mudar para a casa de alguém da família, os móveis que dá a gente salva, o que não dá a gente perde”, lamenta.

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