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Estudante realiza ‘vaquinha’ virtual para realizar projeto no Hospital do Câncer

Estudante realiza ‘vaquinha’ virtual para realizar projeto no Hospital do Câncer

Estudante realiza ‘vaquinha’ virtual para realizar projeto no Hospital do Câncer

Nos tempos de escola é comum um grupo de amigo fazer uma “vaquinha” para comprar a coca-cola, uma cartolina ou, até mesmo, completar a passagem de ônibus de um colega.

 As coisas evoluíram e com o advento da internet e, por conseguinte, das redes sociais é possível que essas vaquinhas sejam realizadas virtualmente através da Rede Mundial de Computadores.

Boa parte dessas vaquinhas virtuais tem como objetivos angariar fundos para a realização projetos voltados para ajudar pessoas, seja em escolas, abrigos ou mesmo hospitais, como é o caso do projeto chamado “Anjo Amigo”, idealizado pela estudante de arquitetura Evelyn Oliveira (22), que pretende desenvolvê-lo no Hospital do Câncer de Rio Branco.

Evelyn, que conhece bem a realidade de quem convive com a doença – ela teve câncer de medula – conta que sempre teve vontade de realizar algum projeto social. “Eu tive mielodisplasia (câncer na medula), fiz transplante de medula e após de 120 dias tive uma recaída da doença e logo avançou para uma leucemia aguda! Fiz um novo protocolo de quimioterapia e obtive a remissão com as Graças de Deus!”, afirma. “Eu gostaria muito me dedicar a ajudar outras pessoas que sofrem dos mesmos problemas que eu. O projeto é realmente lindo! Tenho certeza que irá amenizar um pouco da dor do paciente e do acompanhante”.

Quem quiser ajudar na realização do projeto, pode fazer uma doação de qualquer valor pelo site www.vakinha.com.br/vaquinha/ajude-a-evelyn-a-realizar-seu-sonho ou ainda doando diretamente para a conta corrente de Evelyn Oliveira Mendonça. A agência é a 2350-9, conta 5227-2 do Banco do Brasil.

A estudante explica que, além de saber como é a vida de quem enfrenta um câncer, uma de suas motivações para a realização desse projeto se dá pela forma como foi atendida no Hospital São Camilo (local onde realizou o tratamento), em São Paulo. “Quero levar [aos pacientes do Hospital do Câncer de Rio Branco] tudo aquilo que eu recebi no meu tratamento”, finalizou.

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