Estado se prepara para lançar Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação

Ogoverno do Estado e parceiros na área educacional e da iniciativa privada se preparam para lançar o Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. O governador Tião Viana realizou uma reunião na Casa Civil na quinta-feira, 30, onde discutiu a possibilidade do Acre ser o primeiro estado do país a se adequar ao código por meio de uma legislação específica.

Sibá Machado, ainda como deputado federal, foi o relator do Código que basicamente cria o conceito de uma Tríplice Hélice, aliando setor público, privado e universitário em um entendimento para a promoção de projetos científicos operacionais.

Segundo Tião Viana: “Essa é a defesa de um modelo que unificará todos os setores do progresso. Com essa implantação, o Acre só tem a ganhar, pois vai consolidar o trabalho que o governo já tem desempenhado na união do setor público, privado, comunitário e científico pelo desenvolvimento sustentável”.

O lançamento do Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação no Acre está marcado para o dia 19 de maio. O evento deve contar com membros das 57 entidades federais de ensino que contribuíram para sua construção. Representantes da Universidade Federal do Acre (Ufac), Instituto Federal do Acre (Ifac), da Federação das Indústrias do Acre (Fieac) e do governo do Estado apoiaram a iniciativa.

Para Sibá Machado, com o cenário de crise que o país atravessa, o Código é uma oportunidade de trazer mais desenvolvimento. “O Acre tem sido um exemplo na área de unir tecnologia ao setor produtivo com iniciativas como essa e a Tríplice Hélice é capaz de criar um novo ambiente de investimento em tecnologia para a capacidade produtiva do Acre”.

A vice-reitora da Ufac, Guida Aquino, apoia a iniciativa e acha que ela trará novas possibilidades ao universo acadêmico. “Primeiro parabenizamos o deputado Sibá pela iniciativa e pela luta, pois esse é um marco. Isso vai facilitar no desenvolvimento de projetos da Ufac como o Centro de Excelência em Energia, onde podemos ter empresas parceiras com o financiamento de pesquisas importantes para o estado”, conta.