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terça-feira, 20 de outubro de 2026
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Dia Mundial de Combate ao Bullying: 5 sinais para reconhecer a violência e proteger crianças e adolescentes

O Dia Mundial de Combate ao Bullying chama a atenção para uma forma de violência que pode afetar a saúde emocional e o desempenho escolar de crianças e adolescentes. Mudanças de comportamento, como isolamento, irritabilidade, choro frequente e medo de ir à escola, merecem atenção de pais e educadores.

O enfrentamento do problema exige a atuação conjunta da família, da escola e dos profissionais de saúde. Reconhecer os sinais, incentivar denúncias, oferecer apoio psicológico e combater também as agressões virtuais estão entre as medidas importantes para proteger os estudantes.

5 formas de reconhecer o bullying e proteger seu filho

1. Observe mudanças de comportamento

O bullying é caracterizado por intimidação sistemática, com práticas de violência física, verbal ou psicológica. Isolamento, irritabilidade, choro frequente, medo de ir à escola e queda no desempenho escolar podem indicar que algo está errado.

Também é importante observar comportamentos agressivos contra colegas, professores ou familiares. Manter conversas frequentes e acolhedoras ajuda crianças e adolescentes a relatar situações difíceis sem medo de julgamentos.

2. Ensine empatia desde cedo

A educação socioemocional contribui para desenvolver empatia, respeito às diferenças, autoconhecimento, controle emocional e colaboração. Em casa, os responsáveis podem reforçar esses valores por meio do próprio exemplo, tratando outras pessoas com respeito e ensinando os filhos a reconhecer os sentimentos alheios.

3. Incentive a denúncia

O medo de represálias e a desconfiança de que nenhuma providência será tomada podem impedir estudantes de pedir ajuda. É importante explicar que relatar uma agressão não é simplesmente “dedurar”, mas uma forma de buscar proteção.

As escolas devem acolher as vítimas, investigar as situações relatadas e adotar medidas para interromper as agressões. A família também precisa manter o diálogo aberto e procurar a instituição de ensino quando houver suspeita de bullying.

4. Busque apoio psicológico

Tanto quem sofre bullying quanto quem pratica as agressões pode precisar de acompanhamento. A vítima pode receber apoio para recuperar a autoestima e voltar a se sentir segura, enquanto quem agride pode precisar aprender a lidar com a raiva, a frustração e os conflitos.

A escola pode oferecer suporte psicológico ou buscar parcerias com serviços públicos e instituições de saúde mental, conforme as necessidades identificadas.

5. Combata também o cyberbullying

A violência não termina nos portões da escola. Nas redes sociais e nos aplicativos de mensagens, ofensas, ameaças e montagens com imagens de colegas podem se espalhar rapidamente e deixar a vítima exposta mesmo fora do ambiente escolar.

Os responsáveis devem acompanhar o uso da internet pelos filhos, conversar sobre limites e orientar sobre como bloquear e denunciar perfis abusivos. Guardar registros das agressões também pode ajudar na comunicação com a escola e com as autoridades competentes.

Bullying não é brincadeira

A Lei nº 13.185 instituiu o Programa de Combate à Intimidação Sistemática no Brasil. Além disso, a Lei nº 14.811/2024 estabeleceu previsões penais específicas para bullying e cyberbullying.

O enfrentamento da violência escolar exige compromisso contínuo de famílias, escolas, profissionais de saúde e sociedade. Identificar sinais de sofrimento, acolher quem pede ajuda e agir diante das agressões são medidas fundamentais para construir ambientes escolares seguros e respeitosos.

Bolsas de estudo para a educação básica

O Educa Mais Brasil oferece bolsas de estudo para a educação básica, com descontos nas mensalidades de escolas particulares. As opções informadas abrangem desde a educação infantil até o ensino médio, em diferentes regiões do país.

A inscrição é gratuita e realizada pela internet. Os responsáveis podem consultar as instituições disponíveis conforme a localidade e a série desejada no site oficial do programa.